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domingo, abril 24, 2016

Acho que já sabem o que vou dizer...

ou então...









não...






parece que ainda havia espaço para mais Costinhas no mundo!

Apresento-vos o Abacate. Na fotografia tinha apenas 26 semanas mas hoje já tem 32 semanas e 3 dias e adora fazer ginástica aqui dentro! A barriga é igual à dos manos: e-nor-me! A viagem está a ser fantástica, e, os manos não vêem a hora de o (sim, é um gajo) terem cá fora para ser estragado com mimos. Só lhe falta o nome.

E agora sim... ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos!  ele ainda só tem 9 anos!ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos! ele ainda só tem 9 anos!

sábado, abril 25, 2015

Ele ainda só tem 8 anos...

Eu sei, devia ter escrito ontem. Mas não deu, foi um dia sempre a correr e cheio de comemorações muito próprias. Mas a verdade é que ele só nasceu hoje às 23:48, vai daí...


O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos! O meu filho só tem 8 anos!

[parabéns príncipe!]

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Conversas com ele...

Há uns dias, pelo telefone:

- mãe, preciso de te contar uma coisa mas não te podes rir! Promete!
- não rio, prometo. O que se passa?
- mãe, eu acho que estou apaixonado!

[foi a primeira vez que ouvi algo assim vindo dele. Imaginei-lhe o brilho nos olhos e conclui que não podia existir nada mais bonito do que isso para ouvir como resposta à minha pergunta...]

terça-feira, outubro 15, 2013

O Miguel e a bola...


À bola joga-se até descalço. Parece até, que à bola joga-se até de meias. As meias é que podem não achar muita graça à brincadeira...

quinta-feira, abril 25, 2013

quarta-feira, abril 24, 2013

Por mais ausente que esteja, este não pode faltar...

O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos!


[não fugi, não estou a ignorar ninguém, nem me esqueci das minhas responsabilidades, e, muito menos das amizades e de quem nos quer e a quem queremos bem, no entanto, há alturas que para não perdermos a pouca sanidade mental que nos resta temos mesmo de agir e a minha forma de agir teve de ser parar. parar por completo. mas eu volto...]

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

É tudo uma questão de perspetiva...

Os quatro amigos pequenos a brincarem às escondidas, os quatro amigos adultos a conversar, de repente chega o Miguel, queixoso de que as miúdas não paravam de fazer batota.

- Vá lá Miguel não fiques assim. Tu nunca fazes batota, queres ver!?
- Eu não faço batota! Eu só me engano às vezes...

quarta-feira, janeiro 02, 2013

último dia de férias...


dormir até tarde, não despir o pijama, comer quando a barriga dita e não fazer nada a não ser o que apetece.


[não tenham pressa em ser crescidos, ok?]

Primeiro banho do ano...


Na banheira é para meninos. Vestido e no mar, é que é...

segunda-feira, dezembro 17, 2012

Como fazê-lo feliz a custo zero...



Sempre tive(mos) uma grande aversão a pedinchices, sempre os eduquei(camos) a dizer "eu gostava de" em vez de "eu quero", raramente lhes ofereço(cemos) coisas que eles peçam enquanto eles andam com ela "fisgada". No entanto, se a técnica com ela resultou a duzentos porcento com ele ficou-se por uns simpáticos, mas de quando em vez exasperantes, oitenta porcento, e mesmo que até se vão aproximando, devagar mas seguros, dos tão almejados cem portento enquanto chegam e não chegam vamos tendo direito a alguns amuos.

No entanto, a verdade é que ele até pode nem sempre saber lidar com o não ter o que quer quando quer, especialmente quando o que quer está mesmo à frente dos olhos dele, mas este menino, este menino que nem sempre se lembra do "eu gostava", precisa de muito pouco para ser genuinamente feliz.

Dêem-lhe liberdade, espaço ao ar livre e um pouco de adrenalina e não há menino pelas horas que quiserem. É tiro e queda.

Quando eles tomam o controle...







Com um dia de atraso, no dia 9 cumpriu-se a tradição e deu-se início ao Natal. Este ano limitei-me a pegar-lhes ao colo para chegar onde não conseguiam (e só até se tornarem novamente independentes quando se lembraram que uma cadeira fazia muito bem as vezes) e a apreciar o trabalho de equipa.

Esta árvore tem de tudo, o que combina e o que nem tanto assim, decorações de vidro com 13 anos (cada vez menos, é um facto), outras feitas especialmente a pensar neles, umas caras e delicadas, outras baratas e inquebráveis, pais natal de metal, mensagens deles e de outros para nós, anjos que foram outrora argolas de guardanapo. Esta árvore tem de tudo, e quanto mais cheia de coisas ela fica, mais ela se torna nós.

E eu gosto deste nós.

quinta-feira, novembro 29, 2012

Primeiras vezes...

Ontem, por vontade dele, foi ele que me leu uma história à hora de dormir.


Há lá coisa melhor que os ver crescer e senti-los orgulhosos por isso?

Coração cheio...

[e há três anos e um dia tinha sido ela a fazer o mesmo. quase que acertavam no mesmo dia! :p]

terça-feira, novembro 27, 2012

Conversas entre eles...

Semana de testes para os dois, segunda-feira, à saída da escola:

- a minha professora disse que se nos portarmos bem a semana toda nos faz um bolo de iogurte!
- eehhhh que sorte Miguel!!! a tua professora vai fazer-vos bolo de iogurte!
- sorte?! pede à tua! ela também sabe!

há imagens...

que têm o dom de nos fazer recuar no tempo, de nos devolverem os bebés que outrora tivemos.


e depois há imagens que nos mostram o que aí vem. que nos roubam os meninos e deixam-nos no seu lugar gente quase crescida.


gosto.

quinta-feira, novembro 15, 2012

Ficar de molho...





Primeiro foi ela que há umas semanas começou com crises de asma nas aulas de educação física. Resolvido. Depois foi ele que ficou com aquela tosse típica. Resolvido. Ontem nem sei bem o que tinha mas estava quente, queixoso da barriga e ouvidos, mole, e, com uma pedrada de sono que dormiu até às onze.

Dormiu, teve mimo, brincou, fez os deveres da escola que pedimos à professora que nos indicasse e à noite parecia outro.

Às vezes o melhor medicamento que (nos) podemos dar - e a maioria das vezes o único verdadeiramente necessário - é tempo para o corpo reagir tal como foi programado para o fazer. Pena é que nos dias que correm tenhamos de parecer autómatos, que nunca ficam doentes e que se ficam têm de se curar a trabalhar com doses cavalares de medicação, que estão sempre disponíveis 24 sobre 7 para trabalhar e agradecidos por isso, que não têm outra responsabilidade nos seus dias além de trabalhar e que não ousam sequer dizer o que lhes vai na alma porque há alguém por cima deles que cultiva a noção do medo.

Medo tenho eu é do que nos estamos a transformar e de que eu não consiga nunca me adaptar a isso nem os ensinar a eles a serem assim.

quinta-feira, outubro 25, 2012

Quando...

deixamos de registar no blog os dentes caídos, quando já não sabemos a contagem de quantos foram e quando a fada dos dentes se começa a atrasar na sua passagem pela almofada, é sinal de que ou o hábito está instalado ou que não temos tempo nem para nos coçarmos.


[eu como tenho informações privilegiadas aposto mais na segunda, mas a primeira não é de todo descabida. não é não...]

terça-feira, outubro 23, 2012

Não sei do que é que ele estava à espera...

Ao final do dia:

- então filho! como correu o teste?!
- oh! foi canja! nem foi o dia todo! foi só um bocadinho de manhã!

segunda-feira, outubro 22, 2012

Por esta hora...

tenho os dois a fazer um teste de língua portuguesa (cada um o seu obviamente). É a estreia dele nestas andanças e já deu para ver que leva isto tudo muito mais "a sério" que a irmã.


Eu tenho uma opinião muito forte sobre a atual forma de ensino e avaliação deste país mas é daquelas coisas que guardo para mim (e quanto muito para as professoras dos meus filhos) mas vou fazendo o meu papel e apoiando-os da forma que acho melhor para atingirem as três coisas que mais acho importantes nesta caminhada:  gostar de aprender, não perder a curiosidade e serem responsáveis pelo seu trabalho.


As notas dos testes, os quadros de honra e as excelências que me perdoem, mas um bom aluno para mim (e posso ser a única a pensar assim que não é isso que me demove) é aquele que não desiste face a uma dificuldade, trabalha, sabe pensar e tem curiosidade por saber mais do que lhe é apresentado, o que é muito diferente de ter notas fabulosas nos testes (e digo isto mesmo tendo tido sempre notas muito altas e ela já tendo pertencido ao quadro de honra e também ter tido sempre notas muito boas mesmo).

No dia em que eles tiverem de abdicar de ser crianças e de experimentar coisas novas, passear, brincar ou simplesmente não fazer nada apenas porque têm uma nota a atingir e sentirem-se mal por isso (não confundir com o não quererem fazer os deveres ou de estudar para o teste só porque querem brincar), será sinal que chumbei no desafio que me lancei.


Esta caminhada é deles, mas nós vamos ali, pertinho, quase ao lado, a tentar manter-lhes o equilíbrio entre a brincadeira e a obrigação. Porque a nossa vida vai ser sempre assim, cheia de obrigações e com muita vontade de brincadeira, e, a frustração instala-se quando da obrigação não conseguimos retirar nenhum prazer. E esta é uma caminhada que nem sempre se alinha com o ensino padronizado...

terça-feira, outubro 16, 2012

É para isto que estamos guardados...


Ele num ataque de mau feitio:

- e vocês são uns burros pais!
- oh Miguel não é assim! - contrapõe ela - é ao contrário! se fosse "burros pais", também eras um burro!


obrigada pela correção, filha. obrigada.