"Nós sabemos de onde vêm essas fugas mas não podemos prová-lo", referiu Cândida Almeida, directora do DCIAP.
As escutas telefónicas são um meio de prova contra o crime organizado e, segundo Cândida Almeida, mostram quem está "directamente a violar" o segredo de justiça. "Só que não as podemos utilizar, porque a lei nos proíbe e nós cumprimos a lei".
As escutas telefónicas são um meio de prova contra o crime organizado e, segundo Cândida Almeida, mostram quem está "directamente a violar" o segredo de justiça. "Só que não as podemos utilizar, porque a lei nos proíbe e nós cumprimos a lei".