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sábado, abril 18, 2015
Revisão constitucional a todo o vapor
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quinta-feira, abril 16, 2015
Passos dá a palavra à secção portuguesa do Tea Party
Passos Coelho não se mete noutra. Em lugar da cangalhada reunida em torno de Paulo Teixeira Pinto para fabricar uma nova Constituição da República (a que o CC prestou então a devida atenção através das séries Dinamite Constitucional e Nitroglicerina constitucional), o alegado primeiro-ministro recorreu desta feita aos seus amigos da secção portuguesa do Tea Party para dar o tiro de partida. É a sociedade civil a que temos direito.
Tiago Antunes dá um piparote neste delírio constitucional do blogue do Compromisso Portugal/Mais Sociedade. Vale a pena ler a nota de Tiago Antunes para arrumar o assunto.
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terça-feira, dezembro 09, 2014
Até tu, Carrapatoso?
«Se uma grande parte da pressão vem da dívida pública, porque não resolvemos o problema da dívida pública?», fez hoje a pergunta António Carrapatoso, coordenador do movimento Mais Sociedade (o Compromisso Portugal recauchutado). Para resolver o «problema da dívida pública», Carrapatoso defende a criação de uma «corrente de opinião pública» a nível europeu que faça pressão no sentido da «suavização do pagamento da dívida pública» que permita o crescimento económico.
Ao dar um sinal de que acabou de descobrir a pólvora, António Carrapatoso, um dos ideólogos do passismo, deixa o pantomineiro-mor um pouco mais abandonado.
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quinta-feira, agosto 21, 2014
No Novo Banco, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma
Joaquim Goes era (ou é) um dos três líderes do movimento Mais Sociedade (antes conhecido por Compromisso Portugal), que se autodenomina(va)m «revolucionários». O suporte ideológico para a política de Passos Coelho de «ir além da troika» foi-lhe oferecido pelos Goes deste mundo.
No BES, Joaquim Goes era o responsável pelas áreas de risco, recuperação de crédito e marketing, sendo ainda o representante do BES na PT. O seu afastamento da administração do banco foi descrito pelo Expresso nestes termos: «Banco de Portugal entra a matar». Entretanto, o governador do Banco de Portugal resolveu ressuscitá-lo.
No banco do PSD, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
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quinta-feira, julho 31, 2014
A direita radical estatelou-se
Joaquim Goes tornou-se vagamente conhecido ao assumir, com António Carrapatoso e Rui Ramos, a direcção do movimento Compromisso Portugal, que aglutinou todos os autodenominados «revolucionários» da direita radical.
Há cerca de dois meses, Joaquim Goes viu coroada a sua carreira no BES com a atribuição, num concorrido cocktail, do «Prémio Carreira 2014», uma iniciativa da Universidade Católica, cujo júri é presidido por Manuela Ferreira Leite. Em anos anteriores, já haviam sido distinguidas personalidades como Isabel Jonet, Alexandre Relvas (o Mourinho de Cavaco 2006), Luís Palha (o Mourinho de Cavaco 2011) e Filipe de Botton (escolhido por Cavaco para presidir ao apagado Conselho da Diáspora Portuguesa).
Joaquim Goes foi ontem suspenso da administração do BES, depois de ter sido apontado como sucessor de Ricardo Salgado. É a caricatura perfeita da política seguida por Passos Coelho (e bebida nos radicais do movimento Mais Sociedade) de retirar o Estado da sociedade. Agora, muito provavelmente, o Estado terá de entrar em força no banco. Os contribuintes pagarão o experimentalismo dos «revolucionários» da direita radical.
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quinta-feira, julho 24, 2014
Oligarquia, diz Ramos
| Joaquim Goes, António Carrapatoso e o impoluto Rui Ramos |
Rui Ramos escreveu uma História de Portugal. Nem a narração da I República como um regime de odiosos malandros nem a descrição do Estado Novo e da guerra colonial como uma estória cor-de-rosa o elevaram à merecida glória. Foi preciso que o Expresso esquartejasse a História de Portugal, oferecendo-a em fascículos semanais no Verão de 2012, para abrir as portas à sua merecida consagração. Que aconteceu logo a seguir com a condecoração atribuída pelo Presidente da República: agraciado com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Sabe-se que, depois disso, o historiador não se tem poupado a esforços para estar à altura da honraria conquistada. Ficou célebre, a título de exemplo, o episódio de Ramos a defender, com calorosa impetuosidade, que investir na Ciência conduz a uma «sociedade mais obscurantista».
Hoje, através de mais uma divertida crónica, Rui Ramos surge-nos muito indignado com uma (não identificada) oligarquia política e financeira que ele diz rodear António Costa, fazendo alusão até a «banqueiros de estimação». Fiquei perplexo. Será que este famoso historiador é sonâmbulo?
Ora Ramos é um dos três organizadores dos movimentos Compromisso Portugal e Mais Sociedade, ao lado de António Carrapatoso e de Joaquim Goes, o administrador do BES que Ricardo Salgado gostaria de ver a ocupar o seu cargo no banco. Que está a fazer o impoluto Rui Ramos ao lado do oligarca Joaquim Goes?
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