lasciva e assustada eu, lebre caligramática escrevo quando nada mais me resta palavras, pra que tanta pressa?
Zoe de Camaris
terça-feira, 12 de outubro de 2010
não há palavra que cante imagem que explique lágrima que traduza
viola que chore filósofo que entenda
não há flor que aflore droga que expanda
perfume que seduza beijo que amorne
não há sono que repare água que permeie sôpro que perdure
meu sonho seu medo
meu desejo seu destino
meu amor seu silêncio.
Zoe de Camaris
sexta-feira, 30 de julho de 2010
o amor é uma aposta estranha o vencedor pelo vencido cada um com o seu drama contudo, não é nada e o mundo inteiro reclama quantos cavalos errados para o único que ganha.