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sábado, 29 de novembro de 2025

E-book gratuito: Frases, Poemas e Reflexões contra o ABORTO

 


O tema do aborto tem mobilizado mentes, corações e culturas ao longo da história. Nos dias de hoje, tornou-se questão incontornável, transcendendo delimitações sanitárias, sociológicas, políticas e religiosas para inserir-se no centro do debate público.

Temos, ao longo dos anos, editado diversas antologias, dos mais variados escopos e amplitudes. Em sua maioria, antologias poéticas ou de citações. Para execução de tal atividade, é de praxe a aquisição e/ou consulta de livros no gênero, e o leitor deve saber que é relativamente farta a disponibilidade – no caso das citações – de livros de frases em nossas prateleiras. No entanto, transitando, por prazer e a trabalho, por dezenas de antologias e mesmo dicionários de citações, jamais vimos o verbete “aborto” categorizado em obra alguma. Até citações esparsas sobre um tema tão significativo estão curiosamente ausentes deste gênero de literatura. Assim, tomamos para nós a tarefa de, mesmo reféns da brevidade, organizar e disponibilizar a presente obra, de maneira alguma exaustiva, sobre esse assunto vital.

E este pequeno livro é na verdade uma antologia multigêneros: às diversas citações sobre o aborto, unimos uma seleção de poemas e, por fim, uma coleção de pequenos textos de reflexão que ajudarão a iluminar nosso entendimento sobre o assunto.


       Esse é um livro gratuito, que nasce em serviço da sociedade e da melhor das intenções. Convidamos você a ler e também a compartilhar este conteúdo, com quantos achar conveniente.

Para baixar o seu exemplar gratuitamente pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.


domingo, 25 de março de 2012

O Tesão de Cristo

“Por esse razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne. Este é um mistério profundo; refiro-me, porém, a Cristo e à igreja” (Ef 5.31,32) 

Penso que muitas coisas da Bíblia eu apenas entenderei em plenitude quando chegar ao céu. Por exemplo, o fato de Maria ter sido coberta pela sombra do Altíssimo e ficado grávida. Acredito que Deus transcende à sexualidade e que os prazeres ou sofrimentos da vida pós-morte são gigantescamente maiores que os daqui.

Mas a Bíblia fala das bodas do Cordeiro, que o Espírito Santo sente ciúmes da gente e chega a ponto de chamar de adúlteros a aqueles que querem ser amigos do mundo. A tal ponto que isso explica o fato de Jesus não ter se casado enquanto estava na terra, porque estaria cometendo o pecado de fornicação. Jesus ainda se casará com a igreja. E é à igreja que Cristo se entregou “para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa”. Isso significa que é na igreja em comunhão com os irmãos que podemos “andar na luz, como Ele na luz está” para sermos purificados de nossos pecados. É confessando nossos pecados uns aos outros e orando que poderemos ser curados.

 “Quem vive isolado busca seu próprio desejo e insurge-se contra a verdadeira sabedoria” (Pv 18.1)

Isso é tão forte que o próprio fato de buscar viver em comunhão significa buscar o interesse do outro e não o meu. Esse é um dos principais motivos que prende as pessoas no vício do pecado sexual, que no fundo a pessoa é orgulhosa demais para se expor e prefere permanecer sujo, mas escondido, do que limpo, mas na luz. Às vezes, você não vai se sentir digno de ser chamado filho, mas Deus te espera de braços abertos em sua casa. Ele sente imenso gozo (alegria) em ter você de volta à família. Como mostra, por exemplo, o livro de Oséias, aliás, outra parte da Bíblia que eu custo a entender.

sábado, 21 de janeiro de 2012

"Meu pinto é grande"

Nota: uma adaptação "+ leve" desse testemunho foi originalmente publicada no site: sexxxchurch.com em 2008 (hj fora do ar) s/ autoria e c/ o título: "Meu pirulito é grande".

É o que costumava dizer para meus amigos. Talvez, para compensar minha falta de aptidão no assunto. Muito embora eu busque a santidade na minha vida, possuo um passado feio e tenebroso.
Sempre fui muito “adiantado” para a minha idade, tanto que no jardim de infância meu apelido era “doutor-peladão”, desde pequeno mostrando meu pinto pra todo mundo. Recordo um dia que um casal de pastores e sua família estavam jantando em minha casa e eu saí correndo com o pinto de fora até chegar ao banheiro. Queria agilizar o processo, ao tirar as calças já antes.

Mesmo com a correção e ensinamento dos meus pais (ambos evangélicos) eu ainda continuei nesse caminho. Um dia, quando eu tinha 10 ou 11 anos fui com uma amiga de 7 ou 8 anos para um lugar bem isolado e me esfreguei nela, praticando fricção. Lembro que no 1º local fechado que eu entrei chorei e me arrependi de ter feito aquilo, prometendo que nunca mais faria algo parecido com isso, até ler a Bíblia eu li.

Não que eu não fosse crente, porque fui batizado com o Espírito Santo aos 7 anos de idade. Contudo minha vida era cheia de pecados nessa área. Foi mais ou menos nessa época (com 11 anos) que me envolvi com a pornografia. Não a fundo — graças a Deus —, mesmo assim tentava assistir a Playboy TV com seus chiados e arranhões (porque minha TV a cabo não pegava esse canal). Também acessei o site do Playboy uma vez numa Lan House, e outras vezes acessavam alguns sites eróticos, via uma foto aqui e ali.

Com 14 e parte dos 15 anos que foi terrível! Eu me vesti com uma máscara imensa. Ao mesmo tempo em que morria de vontade de ficar com as minas da escola e via vídeos com entonação erótica no youtube. Já tinha meus discípulos e por não ter beijado na boca ou me masturbado os condenava (no fundo eu queria ser igual a eles). Sempre os enchendo de perguntas e cobranças. E com isso quase todos se desviaram. Porque eu era legalista ao extremo.

“O Senhor é bom e sua misericórdia dura para sempre.”¹
Com 15 eu descobri a graça — o favor imerecido de Deus — e Ele me deu uma nova chance de fazer tudo diferente. A Bíblia diz que: “você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenado a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas.”² Passei a julgar menos e a amar mais. Procurei o meu líder da igreja, confessei tudo pra ele e fui sarado.
Não que eu seja perfeito e não vá pecar mais. Fui liberto do vício, não de mim mesmo. Ainda que não seja uma foto erótica, pode ser um decote no orkut, ainda que não seja fricção pode ser um tesão. E Deus ainda insiste em trabalhar na minha vida...

Que privilégio é nunca ter me masturbado, beijado na boca ou visto um vídeo pornô de verdade. Mas se isso aconteceu foi pela graça de Deus, e a qualquer dia eu posso cair também. Escrevo isso porque se Deus operou em minha vida Ele pode operar na sua também. “Porque onde abundou o pecado superabundou a graça.”³ E o Pai quer que sejamos santos, assim como Ele é.


Notas:
¹_ Salmos 100.5/1Cr 16.34/Esdras 3.11/Salmos 106.1
²_ Romanos 2.1 (NVI)
³_ Romanos 5.20 (ARA)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sexo e oração



Dois amigos surdos se encontram no meio do caminho e se cumprimentam...

— Olá, que bom te ver! Vai pescar?
— Não! Eu vou pescar.
— Ah! Tá bom! Pensei que você fosse pescar...

Engraçadinha a história, mas o fato é que, mais ou menos, é assim que homens e mulheres tendem a conversar na maioria das vezes.

Depois de demonstrar toda a sua atenção, carinho e, principalmente, excitação sexual, qual homem nunca se surpreendeu com a pergunta repentina de uma mulher: “você me ama?” ?

Já, as mulheres, sentem-se desoladas e inseguras quando descobrem que o seu parceiro jamais consegue entendê-la profundamente. Superficialmente talvez, mas, completamente, eles nunca conseguem perceber todos os sinais tão claros e óbvios que elas dão sobre suas necessidades de serem simplesmente abraçadas, ouvidas ou ganharem um chocolate sem precisar pedir.

Em 99% dos casos, o problema não está na falta de amor ou algum desvio de conduta, mas na forma como homens e mulheres comunicam este amor que sentem um pelo outro. A questão é que homens, naturalmente, olham e sentem o mundo através da perspectiva deles, homens/machos, e julgam agradar as mulheres com aquilo que agrada a eles mesmos; semelhantemente as mulheres, pensando com categorias femininas, procuram satisfazer ao homem dando a eles o que elas desejariam receber. As duas experiências são completamente frustrantes e insuficientes para os dois lados. Homens e mulheres deveriam prestar mais atenção nas necessidades do outro e não somente concluírem que as suas próprias carências, refletidas no outro, é o que ele/ela desejaria receber. Até aqui, nada demais, muitos livros, sites, programas de TV, terapeutas e artigos de revistas masculinas e femininas já disseram tudo isso e ainda vamos continuar encontrando alguém fazendo sempre a mesma pergunta: “onde é que eu estou errando, então?”.

Não sou do tipo “conselheiro sentimental”, não me sinto “o experiente” ou “o sabe tudo”, eu também enfrento meus desafios diários nos relacionamentos, muitas vezes pedindo socorro. Tal qual o ferido que tenta ajudar outros feridos a se curarem também, eu vou construindo minha vida e aprendizado como qualquer ser humano normal da terra, na base da tentativa e erro. Ainda não dá para saber se mais errei ou se mais acertei até aqui, mas olho pra frente esperançosamente e continuo caminhando com alegria. Volta e meia algumas lágrimas me vêm aos olhos ou à lembrança tentando me paralisar, mas olho novamente para o caminho e volto a sorrir.

Às vezes, antevendo problemas já vividos por mim ou por conhecidos, dou a volta por outro caminho e aprendo a encontrar novas soluções para velhas questões. Algumas vezes dá certo, outras vezes é preciso percorrer todo o caminho de volta e descobrir que não existe fórmula pronta, nem mágica, para construir um relacionamento saudável para ambos.

Se existe um caminho para encontrar a resposta certa ou mais próxima do ideal, a exigência padrão em todas as situações é: amor, verdade, dedicação e paciência. Sem estes quatro elementos funcionando e interagindo entre si e entre um homem e uma mulher não dá para encontrá-lo.

No que tange à praticidade do dia-a-dia, correndo o risco talvez de ser um tanto reducionista demais, mas falando de forma simples, franca e sem rodeios sobre os caminhos daqueles que se amam, os dois lados precisam entender que, via de regra, homens se prendem com as pernas abertas; as mulheres com carinho e segurança todos os dias.

Não há nada mais terrível para uma mulher do que um homem que não a trate como prioridade, que não lhe transmita uma certa estabilidade emocional, cumplicidade ou que não saiba ouvi-la nem respeitá-la. Por outro lado, os homens tendem a se sentir extremamente desmotivados e se distanciam de relacionamentos onde suas parceiras não demonstram, de forma objetiva e prática, que sentem admiração e desejo sexual por ele.

Falando assim pode parecer meio machista para as mulheres, mas a verdade é que, uma mulher que pretenda segurar espontaneamente, em amor, o seu marido, deve se comportar como se fosse o sonho de consumo sexual dele e se dar todos os dias. Sim! Todos os dias mesmo! No entanto, o homem que deseja a fidelidade e admiração de sua esposa, deve aprender a cativá-la e cultivar o amor, o respeito, o carinho, a atenção dispensada, os cortejos, as lembranças, as declarações verbais e físicas de amor, a sensação de proteção, a entrega da própria vida em favor da amada e o amparo emocional durante toda a vida em comum e não somente durante a conquista.

Na visão bíblica do apóstolo Paulo, a falta de relações sexuais entre um casal é o motivo pelo qual muitos casamentos são tentados e, algumas vezes, levados à falência. Ele diz: “Não se recusem (sexualmente)  um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio.” (I Coríntios 7.5)

Não somente o sexo, mas a relação comum-unitária entre um homem e uma mulher em toda a sua complexidade, intimidade e conjugalidade são expressões profundamente espirituais. O apóstolo Pedro demonstra esta realidade afirmando o seguinte: “Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações.” (I Pedro 1.7)

Tirando o que não seja perversão, doença ou indignidade; entre um casal que se ama e resolve assumir a vida em comum, vale toda a entrega, toda a doação, toda a busca sexual e prazerosa como culto de gratidão ao Senhor e comunhão entre marido e mulher. E por relação sexual não considero somente o coito em si, mas o olhar, o abraço, a poesia, a devoção, a parceria, a dança, a fidelidade, o carinho, o pensamento, o peito e corpos mutuamente abertos um ao outro.


O Deus que criou o gozo sexual te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!


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