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domingo, 10 de maio de 2026

NOVAS ILUSTRAÇÕES MISSIONÁRIAS: Livro gratuito com 600 ilustrações sobre missões, serviço e mordomia cristã

O livro gratuito que você tem diante dos olhos possui um valor altíssimo. Está mesmo na prateleira de cima dos livros mais valiosos. Ele é uma antologia: uma reunião do melhor encontrável nos melhores livros. Um antologista percorre milhares e milhares de páginas para extrair aquilo que julga ser o mais relevante segundo o propósito que ele tem em mente. E, após muita depuração, entrega ao leitor a riqueza que custou o suor, as experiências, a inteligência e a criatividade de dezenas ou centenas de autores.

Ao longo dos anos, publiquei duas grandes seletas de ilustrações. A obra Ilustrações Missionárias: 777 Ilustrações sobre mordomia cristã e as obras de evangelização e missões (2020), e o Almanaque do Promotor Missionário (2024), que, dentre seus diversos recursos, possui uma seção com nada menos que 340 ilustrações de enfoque missionário.

Mas, leitor e coletor contumaz que sou, em minhas leituras e pesquisas subsequentes a tais obras continuei a me deparar com textos cuja preciosidade precisava ser compartilhada. Assim, esta obra traz para a Igreja uma nova coleção de ilustrações e reflexões, a somar-se às coleções pregressas.

PDF com tamanho de fonte (letra) otimizado para
leitura em aparelhos celulares.

Uma ilustração, verdadeiro canivete suíço, é uma ferramenta homilética, evangelística, devocional e motivacional, útil em todos os momentos: Pode ser usada durante uma pregação, ou na evangelização individual; serve de inspiração em seu momento devocional em grupo ou a sós; e contribui para enriquecer textos e publicações as mais diversas. A título de ilustrações, aqui o leitor encontrará de parábolas e fábulas morais a testemunhos de vida e fé, de poemas e orações edificantes a pequenas reflexões, teológicas e práticas, sobre o serviço cristão e a missão, coligidas das mais diversas fontes.

Nossa oração é para que você leia e pratique os textos aqui colecionados – e compartilhe esta obra, sempre gratuitamente, com quantos irmãos você puder.


BAIXE O LIVRO PELO SITE BIBLIOTECA DE MISSÕES, CLICANDO AQUI.

BAIXE O LIVRO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLICANDO AQUI.

BAIXE O LIVRO PELO GOOGLE PLAY STORE (LIVROS), CLICANDO AQUI.


E, se você deseja o LIVRO IMPRESSO, ele está disponível na editora Uiclap, ao preço de custo (não obtemos lucros com a venda, para deixar o livro no mínimo valor possível na editora, que imprime e vende sob demanda). Ele possui 542 páginas, em formato 16x23cm. Acesse o site da editora AQUI.



sábado, 29 de novembro de 2025

E-book gratuito: Frases, Poemas e Reflexões contra o ABORTO

 


O tema do aborto tem mobilizado mentes, corações e culturas ao longo da história. Nos dias de hoje, tornou-se questão incontornável, transcendendo delimitações sanitárias, sociológicas, políticas e religiosas para inserir-se no centro do debate público.

Temos, ao longo dos anos, editado diversas antologias, dos mais variados escopos e amplitudes. Em sua maioria, antologias poéticas ou de citações. Para execução de tal atividade, é de praxe a aquisição e/ou consulta de livros no gênero, e o leitor deve saber que é relativamente farta a disponibilidade – no caso das citações – de livros de frases em nossas prateleiras. No entanto, transitando, por prazer e a trabalho, por dezenas de antologias e mesmo dicionários de citações, jamais vimos o verbete “aborto” categorizado em obra alguma. Até citações esparsas sobre um tema tão significativo estão curiosamente ausentes deste gênero de literatura. Assim, tomamos para nós a tarefa de, mesmo reféns da brevidade, organizar e disponibilizar a presente obra, de maneira alguma exaustiva, sobre esse assunto vital.

E este pequeno livro é na verdade uma antologia multigêneros: às diversas citações sobre o aborto, unimos uma seleção de poemas e, por fim, uma coleção de pequenos textos de reflexão que ajudarão a iluminar nosso entendimento sobre o assunto.


       Esse é um livro gratuito, que nasce em serviço da sociedade e da melhor das intenções. Convidamos você a ler e também a compartilhar este conteúdo, com quantos achar conveniente.

Para baixar o seu exemplar gratuitamente pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.


terça-feira, 9 de setembro de 2025

O que é Contentamento? Um texto de Ruth Senter

  


Contentamento É...

 

Ruth Senter

 

Eu ouvia a voz, mas não tinha condição de enxergar a pessoa. Ela estava do outro lado do armário do vestiário. Acabara de chegar da aula de natação matinal. Sua voz assemelhava-se à própria manhã: forte, animada, cheia de vida. Às 6h 15 da manhã, atrairia a atenção de qualquer pessoa. Eu ouvi sua voz firme:

— Dolores, gostei muito do livro que você pegou para mim na semana passada. Sei que a biblioteca fica fora de seu caminho. Não consegui parar de ler. Solzhenitsyn é um grande escritor. Estou feliz por você ter-me sugerido o livro dele.

— Bom-dia, Pat — ela cumprimentou outra nadadora. Por um instante, a voz melodiosa calou-se. Em seguida, ouvi-a dizer: — Você já viu um dia tão esplêndido como este? Vi um par de cotovias enquanto caminhava esta manhã. Isso nos traz alegria de viver, não?

O tom da voz era bom demais para ser verdade. Quem pode ser tão agradecido a essa hora da manhã? A voz dela tinha um certo requinte. Talvez fosse uma mulher rica, sem nada para fazer o dia inteiro, a não ser tomar uma xícara de chá em sua varanda e ler Solzhenitsyn. Eu ficaria animada às 6 horas da manhã se pudesse nadar e ler um livro ao longo do dia. Ou se possuísse uma casa de campo nos bosques do Norte.

Contornei o armário em direção aos chuveiros e fiquei frente a frente com a dona daquela voz jovem. Ela estava arrumando seus apetrechos. O uniforme amarelo de faxineira ficava bem assentado naquela mulher de uns 50 anos. Era um uniforme que eu conhecia, acompanhado de vassouras, esfregões, panos de pó e baldes. Uma empregada do local onde eu nadava. Ela deu um leve sorriso para mim, pegou sua sacola de plástico das Lojas Americanas e caminhou apressada em direção à porta, dizendo: "Tenha um glorioso dia" a todos que encontrava.

Eu não consegui tirar da mente aquele uniforme amarelo, enquanto dava minhas braçadas e afundava o corpo na espuma da piscina de hidromassagem. Meus dois companheiros estavam entretidos em uma conversa. Pelo menos um deles estava. Sua voz cansada e triste falava de dores nos joelhos causadas por artrite, aneurisma no coração, noites sem dormir e dias repletos de mal-estar.

Nada estava bom ou na medida certa. A água estava quente demais, os jatos d'água não eram suficientemente fortes para seus joelhos endurecidos, e os médicos haviam demorado muito para diagnosticar seu caso. Com sua mão enfeitada com um anel de brilhante, ele retirou a espuma branca do rosto. Parecia um ancião, mas suspeitei que também tivesse uns 50 anos.

O uniforme amarelo e o anel de brilhante, surpreendente e silencioso contraste, provaram mais uma vez para mim que, quando Deus diz que "religiosidade. acompanhada de contentamento significa prosperidade", Ele quer dizer exatamente isso. Naquela manhã, eu vi contentamento e descontentamento. Tomei a decisão de jamais me esquecer disso.

De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.” – 1 Timóteo 6:6-10

Do livro Histórias para o Coração, de Alice Gray (org.)


sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Envelhecendo em Deus - Stanley Jones

 


Na juventude oferecemos a Deus o nosso entusiasmo; na velhice oferecemos a ponderação, a experiência, a simpatia — qualidades impossíveis de oferecer em outra época. Envelhecer, não somente em graça, mas também em gratidão, é o privilégio do cristão; assim, o cristão não deve suportar a velhice; deve usá-la.

Quando, pela primeira vez, fui à Índia não me aclimatei bem, e caí vários meses com febre. Quase valeu a pena ter febre para ter o privilégio de receber as visitas da bondosíssima senhora hindu chamada "Mãe Carolina". Sua face bronzeada estava sempre radiante e ao levantar-se depois de ter orado ao meu lado, invariavelmente inclinava-se e beija-me a fronte febril. Quando ela saía do quarto eu sentia ter recebido um anjo — conscientemente. Ora, se fosse jovem, teria perguntado, timidamente, da varanda como eu estava e teria ido embora, mas a velhice tem o privilégio de entrar nos santuários íntimos e deixar os seus beijos onde são mais necessários. Sim, a velhice tem o privilégio de penetrar nos santuários das almas de pessoas, inescrutáveis para a juventude. A velhice tem liberdades tanto quanto a juventude. Por isso, toda vez que olho no espelho e vejo o cabelo tornar-se grisalho, somente me alegro. Regozijar-me-ei quando for branco! Pois todo ano da vida tem sido mais belo que o anterior, e por que não o seria até o fim — o fim que é apenas um novo começo?

Trecho do livro Cristo e o Sofrimento Humano.


terça-feira, 24 de outubro de 2023

AS MANGUEIRAS E O REINO DE DEUS (ilustração)


AS MANGUEIRAS E O REINO DE DEUS

 

Um dia os portugueses chegaram a certa comunidade no Brasil com uma semente de manga, uma fruta exótica, pois oriunda do sul da Ásia. Ao longo do tempo, as pessoas da comunidade passaram a plantar novas mangueiras. Um dia o líder da vila disse: já temos mangueiras demais. Vamos usufruir as mangas; quanto às sementes, joguemo-las fora.

Toda a comunidade viveu em paz e abastança com suas mangas – sim, é sabido que uma mangueira pode durar até mais de cem anos. Mas o tempo a tudo alcança, a tudo ultrapassa: Seis gerações depois, as poucas mangueiras que restaram não davam mais fruto. A comunidade, apesar de seus outros progressos, viu chegar uma nova crise global, e a fome chegou a seu pequeno rincão. E já não havia mangas.

Assim é a disseminação do Evangelho. Um grupo, uma comunidade, uma igreja, uma denominação, podem dar-se em algum momento por satisfeitas com suas conquistas, e abandonarem primeiro a obra missionária (quando a igreja evangeliza onde não está) e em pouco tempo depois a obra evangelística (quando a igreja evangeliza onde ela está). A cultura cristã daquele grupo pode durar por anos – mas decairá fatalmente, de abismo em abismo até aquela geração que será alcançada pela fome, pois não haverá Deus sequer para ela própria.

Nunca deixe de semear, de avançar, de crescer. Capacite seus membros, seus colaboradores. Envie-os, comissione-os, emancipe-os.

 

Sammis Reachers

Via http://veredasmissionarias.blogspot.com/


sábado, 2 de maio de 2020

Filho do homem, use-me!




Eu sou a Bíblia.
Eu sou a Biblioteca maravilhosa de Deus.
Eu torno conhecido de todos Aquele que é a Verdade.
Para o cansado peregrino, Eu sou um forte cajado.
Para aquele que está em trevas, Eu sou uma gloriosa luz.
Para aquele que está abatido pelo peso dos fardos, Eu sou o descanso.
Para o extraviado, Eu sou um Guia seguro.
Para os que se acham feridos pelo pecado, Eu sou um bálsamo.
Para os desanimados, Eu transmito uma alegre mensagem de esperança.
Para os náufragos das tempestades da vida, Eu sou âncora firme e segura.
Para os que sofrem na solidão, Eu sou a mão fresca e macia que repousa
sobre a fronte febril.
Ó FILHO DO HOMEM, PARA MELHOR DEFENDER-ME, APENAS USE-ME.
The Ministry / Silvano da Silva Reis - Mil e Uma Ilustrações para Sermões, Pregações & Palestras

sábado, 21 de outubro de 2017

Buscando a direção de Deus - O fruto do trabalho de George Washington Carver


O fruto do trabalho de George Washington Carver

Infinitas plantações de algodão haviam sugado os nutrientes do solo sulista. Os fazendeiros pós-guerra civil enfrentaram uma terra arrasada e uma plantação devastada. George Washington Carver, um professor no Instituto Tuskegee do Alabama, ofereceu uma solução. Mudar a cultura e restaurar nitrogênio e fertilizante ao solo. Cultivar batata-doce, feijão-de-corda, soja e, acima de tudo, amendoim. Mas Carver não conseguiu convencer os fazendeiros.
Foi necessário que casulos de besouros o fizessem.
Saindo do México, eles se deslocaram em enxame, através do Texas, e entraram na Louisiana e no Mississipi. Por volta de ') 1915, o inseto consumidor de algodão havia atingido o Alabama. Carver viu a praga como uma oportunidade. "Queimem o seu algodão infestado", ele declarou, "e plantem amendoim."
Mas quem os compraria?
Uma viúva idosa bateu à porta de Carver. Depois de plantar e colher o amendoim, tinha centenas de quilos sobrando. Ela não estava sozinha. Carver descobriu celeiros e armazéns abarrotados, de amendoim. Estava estragando nos campos por falta de um mercado.
Anos depois ele se lembrou de como se retirou para o seu lugar favorito na mata; buscando a sabedoria de Deus.
— Ó, Deus, por que fizeste este universo? — ele exclamou. — Você quer saber demais para esta sua mente pequena. Pergunte-me algo que seja do seu tamanho — o Criador respondeu. Então eu disse: — Querido Senhor, diga-me, o homem foi feito para quê? — Homenzinho, você ainda está pedindo mais do que pode controlar. Abrevie a extensão do seu pedido e melhore o intento. Então, fiz a minha última pergunta: — Senhor, por que fizeste o amendoim? — Assim está melhor — respondeu. E me deu um punhado de amendoins e voltou comigo para o laboratório, e juntos nos pusemos a trabalhar.'
Trabalhando dia e noite, Carver despedaçou o amendoim e libertou a química mágica que transformaria o prejuízo em lucro. Em menos de cinco anos, a produção de amendoins transformou o seu território do Alabama em uma das áreas mais ricas do Estado. Durante toda a sua vida, Carver extraiu mais de trezentos produtos do amendoim.
Esta parte fala sobre você encontrar o seu amendoim — a tarefa feita sob medida que honra a Deus, ajuda os outros e emociona você.

- Max Lucado em “Quebrando a Rotina” Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp. 21-22.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Deus, Refúgio nas tempestades






  “O Senhor tem o teu caminho na tormenta e na tempestade” Naum 1:3.


Wilma Rejane
A Tenda na Rocha

Tempestade e tormentas têm significados idênticos, ambos representam um estado de confusão na atmosfera com ventos fortes, chuvas, raios, trovões, acontecendo ao mesmo tempo ou de forma simultânea. Você sabia que todos os dias acontecem mais de 40 mil tempestades na terra? A cada segundo, em algum lugar do planeta regiões estão sendo afetadas com descargas de raios e outros eventos típicos desses fenômenos atmosféricos.

Em Março desse ano, li uma história comovente sobre tempestade. Uma americana de 37 anos chamada Stephanie Decker, perdeu as pernas, porque usou seu corpo como escudo para salvar os dois filhos: “Eu não esperava. Nunca pensei, nem em um milhão de anos, que minha casa seria levada embora. Pensei que estava a salvo, quando ouvi o forte rugido, então soube que ficar parada não ia adiantar”. Stephanie, abrigou os filhos em baixo de seu corpo e eles saíram ilesos. Que demonstração de amor! Eis a mamãe americana feliz da vida por não ter perdido seus bens mais preciosos.






Nenhum de nós está a salvo da tempestade, ela não avisa quando vai chegar e mesmo que seja possível prevê-la, nunca se sabe sua direção e intensidade. O aspecto linear da história é: “ todos procuram abrigo e salvação nas  tempestades”.  É uma reação  natural presente nos humanos e também nos animais. Você já enfrentou alguma tempestade natural? Tempestade espiritual? Nesse exato momento elas estão  acontecendo  em todos os lugares da terra. Isso pode nos  servir de consolo, mas o que irá determinar nosso livramento é : “como nos comportamos em meio a tormenta?” A atitude da mamãe Stephanie foi decisiva para livrar os filhos da morte.


“O Senhor é Refúgio e esconderijo contra tempestade” Is 4:6


Em Deus nos escondamos na tribulação, Ele é o Socorro que não cessa, É Escudo perfeito que se debruça sobre Seus filhos para aquecê-los em meio ao vento frio e forte. Ele nos aperfeiçoa nas tormentas e guarda nossos caminhos  nas tempestades.  É verdade, podemos sair feridos, incompletos, abatidos pela violência do combate, mas aos que vivem pela fé, sempre haverá Renovo. Em cada página que se vira na Palavra de Deus, há uma batalha e uma vitória. Eis a nossa confiança: Deus é fiel, e Ele nos ama. Mesmo na morte, Ele faz reviver. Não há tempestade que prevaleça contra os herdeiros do Reino de Cristo.





Daniel não morreu na cova dos leões. Sadraque, Mesaque e Abednego não foram queimados na fornalha ardente. Abraão não foi vencido na caminhada pelo deserto, antes viveu para ver as promessas. O barco que levava os doze apóstolos não naufragou quando foi açoitado pelas águas e fortes ventos.  A tempestade alcançou Jô, mas não pode detê-lo, antes o Senhor o fez renascer mais forte. E você pergunta? E João o Batista, não morreu decapitado? E Paulo não foi aprisionado? E os cristãos que são mortos por perseguição? E a palavra diz:

“Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir. Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”Romanos 8:38-39. Oh glória!! Não há tempestade que vença o Reino de Deus!

Nunca deixemos de confiar no Senhor Jesus, de buscá-Lo com todo o coração, na certeza de que  na tormenta e na tempestade, Ele tem Seus filhos por preciosos e os carrega nos braços. As tempestades se vão e a vitória fica.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ai Que Saudades!


Wilma Rejane

Saudade é um sentimento comum em nossas vidas. Quem algum dia, nunca sentiu saudade?  Cientistas relacionam o fato ao cérebro, por ser ele capaz de imprimir imagens familiares, sons, cheiros... Tudo isto é reunido em uma espécie de “caderno mental”. Estas informações circulam em nossa mente, provocando sensações que chamamos de saudade que é biológica e também emocional. Acontece quando estamos distantes de casa, de pessoas que amamos, quando por algum motivo apenas nos é permitido recordar.

Distante de casa, na  Babilônia, um exilado, entoou  saudoso Salmo em memória de Sião.

"Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela penduramos nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediram uma canção; e os que nos destruíram , que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza." Sl 137:1-5.

O imigrante não tinha forças sequer para cantar, tamanha era a tristeza provocada pela saudade. As lembranças de Sião estavam “circulando” em sua memória.   Perdi meu pai há oito anos, mas todas as vezes que sinto o cheiro de sua comida preferida, ou vejo minha mãe preparando-a, fico pensativa a lembrar-me de sua alegria e disposição em sentar-se a mesa. Sinto falta de sua presença conosco também nestes momentos.

Nenhuma ciência ainda foi capaz de medir nossas emoções, mas Deus em sua eterna sabedoria nos dotou de vínculos e laços de amor que perduram uma vida, e mesmo quando chega à morte. É quando percebemos intensamente o significado que pessoas têm para nós. É quando chega um tipo de saudade que não pode ser saciada, deixando marcas que somente o tempo é capaz de amenizar.

Chorar de Saudade

E mais uma vez no relato bíblico, Davi nos dá uma demonstração da dor da saudade: “Absalão fugiu, e foi para Gesur; e ali esteve por três anos. Então tinha o rei Davi, saudades de Absalão. E Davi pranteava por seu filho todos aqueles dias” II Sm 13:37-39. Por três anos, o homem segundo o coração de Deus chorou a distância do filho.

Um recente artigo, divulgado pelo jornal CNN aponta que as universidades americanas estão lotadas de jovens saudosos de suas casas e de tudo o mais que deixaram para trás, ao partirem ao encontro do sonho de concluir os estudos e terem uma carreira estável. Os entrevistados descreveram com detalhes as lembranças que circulavam em suas memórias:






Keila Pena - Hernandez : “Lagos ou rios do centro oeste, não se comparam com o mar do caribe, tenho saudades das frutas tropicais e da brisa fresca do mar”. A estudante estava tal qual o exilado na Babilônia, desejando sua terra. Acima Keila na Universidade de Missouri, a família ficou em Porto Rico.


Curando a dor da Saudade


A Palavra de Deus é um alto refúgio em todos os tempos. Ela conforta, dá ânimo e restaura as forças. É através dessa fórmula que missionários e imigrantes cristãos, conseguem superar a dor da distância: “Orações aliviam meu coração dolorido, confio a Deus tudo o que está acontecendo comigo e com meu filho que está distante de mim” Homesik (imigrante).A exemplo de Homesik costumo entregar todos os cuidados a Deus, e   de maneira sobrenatural, Ele envia o refrigério. Imagem à esquerda: Imigrantes reunidos em estudo da Bíblia para superar saudades de casa.


Saudade na Era do Twitter

Vivemos em um mundo repleto de novas tecnologias e é possível uma comunicação rápida e eficaz com todas as partes do globo terrestre. Estes recursos têm possibilitado que familiares curem (em parte) a dor da saudade.  Minha sogra tem 68 anos. Aprendeu  usar Orkut, email , Skype e webcam para se comunicar com filhos e netos que moram em outro estado. É possível vê-la dando boas risadas  nessa interatividade virtual. E pensar que o Rei Davi chorou por três anos a distância de seu filho...

Saudade em Verso

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. 
E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.
Pablo Neruda         

Ao sentir apertar a dor da saudade, lembre-se: você não está sozinho. Neste exato momento em  algum lugar, ou em muitos lugares do planeta, lembranças estão circulando no memória de quem ama.  Mas como tudo na vida, essa dor há de passar.

Deus te abençoe.

Fontes:
Biblia Sagrada
suite101
cnn

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Dia Das Pequenas Coisas




Wilma Rejane
A Tenda Na Rocha


Essa fotografia retrata o Japão após terremoto. São bombeiros e uma civil recolhendo roupas  em meio aos escombros. Guardei-a em meus arquivos para que ficasse bem nítida em meu coração a mensagem que ela me transmitiu: o valor das pequenas coisas. Temos o triste hábito de esquecer rápido as bênçãos, ou mesmo nem percebê-las e dar proporção gigantesca as derrotas.  Aconteceu com os Israelitas quando peregrinaram no deserto, com os discípulos que auxiliaram Jesus em Seu ministério, acontece comigo e com você. Não costumamos agradecer a Deus pelas nossas unhas dos pés (como?) saudáveis, até que uma delas fique encravada e a dor nos incomode a tal ponto de não conseguirmos desfrutar do simples gesto de calçar um sapato fechado.

A imagem me diz que roupas esquecidas em algum lugar do armário têm valor inestimável quando tudo o mais fora arrastado pela água ou soterrado. Aprendo que devo me alegrar até mesmo pelo que é impercebível, pelo desprezível. Que graça teria a vida, sem o conhecimento da dor da morte? O encontro, sem o sofrer da despedida? Não anseio pelo lado obscuro da vida, mas sem ele, sequer perceberia o surgir da luz, da adorável Luz que adentra na escuridão do túnel nos resgatando da solidão e morte.

Em alegoria pergunto: quantas roupas temos esquecidas em nosso armário? Será preciso uma catástrofe para que percebamos o valor que elas têm? 

No dia em que Jesus realizou o milagre da multiplicação dos pães e peixes, algo surpreendente aconteceu nos bastidores: o discípulo André olha para a multidão de mais de cinco mil homens e diz: “temos aqui cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isso para tantos?” Jo 6:9 Até hoje, não consegui entender porque André fez essa confissão- que deve até ter arrancado o sorriso sarcástico de alguns - se não acreditava que Jesus pudesse pegar “as roupas esquecidas no armário” e resolver o problema da fome naquele lugar.

Seu colega Felipe já havia demonstrado ser mais pessimista (e incrédulo), em relação à fome da multidão: “duzentos dinheiro de pães não lhes bastarão, para que cada um deles coma um pouco” Jo 6:7. Felipe definitivamente não percebeu “as roupas esquecidas no armário”, as pequenas coisas ao seu redor. Para resolver um problemão, só mesmo somas astronômicas! Daí vem Jesus, pega o desprezível e transforma em necessário e o milagre acontece. Aprendo mais uma vez que não devo desprezar o pouco, o pequeno, o insignificante. Ele pode me ser necessário.

Alguns de meus alunos têm o triste hábito de resmungar: “Ah professora, só vale um ponto? Não dá pra aumentar”? Sempre respondo: Some um, mais um, mais um,.. é assim que conseguiremos chegar a dez.

E ainda sobre o milagre dos pães, quando todos já estavam saciados, Jesus fala: “Recolham os pedaços que sobejaram para que nada se perca” Jo 6:12. Vejo a mulher da imagem que ilustra esse artigo, recolhendo as migalhas do que restou, do que lhe faltou.

Em todo o cenário da foto que guardei, o bem mais precioso, é claro, não são as roupas que a senhora carrega, mas as vidas que estão de pé, em meio a tanta coisa que virou pó. Aprendo que viver é motivo de muita felicidade, mesmo em meio as mais duras adversidades. “Porque quem despreza o dia das coisas pequenas?” Zc 4:1. Que possamos nos alegrar todos os dias, com a beleza que brota das  "pequeninas"  e necessárias coisas que Deus nos concedeu.

Em Cristo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vencendo a Ansiedade Com Ajuda de Jesus



Manter-se tranqüilo diante das adversidades é um desafio para todos os homens. Lembro-me das tantas vezes em que estive ansiosa, preocupada, com situações que se resolveram posteriormente na mais perfeita paz. Sofri a toa. Poderia ter escolhido confiar e permanecer em repouso, como um belo pardal saltitando no telhado, entoando um cântico de louvor ao céu. Jesus disse que nenhum desses pequeninos pássaros está distante de seus olhos. Ele tem a conta de cada um. Por que não teria de mim?

Foi quando me preparava para ministrar uma aula sobre o capitulo seis de Mateus (cuidados e inquietações) que recebi de Deus a instrução: “Ansiedade é pecado”. Que descoberta! Não tinha esse item em minha lista de pecados. Mas foi só observar atentamente os versículos para constatar que eu era uma pecadora em potencial, precisava imediatamente me corrigir. Pequenas coisas costumavam tirar meu sossego. Se eu queria tanto agradar a Deus e ser ouvida de forma eficaz em minha caminhada com Cristo, algo tinha que ser feito.

 “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. Por isso, vos digo: Não andeis cuidadosos quanto a vossa vida...” Mt 6:24, 25.

Mamon é um sinônimo de “deus do dinheiro”, também indica um sistema de materialismo. Esse verso é bem conhecido e citado individualmente para designar idolatria. Mas ao prosseguir na leitura, Jesus complementa: “Por isso, não andeis cuidadosos”. Ou seja: “Por este motivo, por esta causa, não andeis cuidadosos quanto a vossa vida”. A ansiedade é uma conseqüência do abandono de Deus. Ela acontece quando supervalorizamos o material em detrimento do espiritual.

A tradução para “andeis cuidadosos” é “merimnao” de “merizo”, que quer dizer “dividir em partes”. A palavra sugere uma distração, uma preocupação. Ao ficar ansioso, eu divido minha mente, minha força, minha adoração com outros que não Deus Único e Verdadeiro. Ao dividir a mente, entrego a vida na mão de “outros senhores”. Uma desobediência, um agravo ao senhorio de Cristo. Porque, se Ele reina em mim, devo ser absolutamente Dele. Se Ele me satisfaz, não há necessidade de estar insatisfeita. Se Ele é tudo para mim, por que vivo como se me faltasse paz?

Alguém diria: Impossível não ficar ansioso! Também já pensei e agi dessa forma, carregando um pesado fardo de coisas que julgava serem pedras, quando não passavam de penas. Mas também, já carreguei pedras que não caberiam em um fardo. Seria necessário um guindaste para removê-las. Graças a Deus e por sua eterna misericórdia, aprendi que não preciso agir como se estivesse sozinha no mundo. Jesus é o que nos dá descanso, e fortalece. Nele é possível encontrar calmaria em meio à tempestade.

É só olhar para Cristo. Em Seu ministério terreno, teve todos os motivos do mundo para estar ansioso e não esteve: Perseguido, caluniado, com a missão de resgatar a humanidade, tendo conhecimento de sua morte e ainda assim, nunca, jamais perdeu a fé e a tranqüilidade. Retirava-se para os montes em longas horas de oração. Poucas horas antes de ser capturado pelo exército romano, Jesus retira-se para o jardim Getsêmani na companhia de seus discípulos e diz para eles: “Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar” Mt 26:36.

Ele nos dá a mais preciosa receita contra a ansiedade: “Vou orar”. Na oração, Jesus encontrou refúgio e força para os dias de angustia Ele passava horas em conversa com o Pai. Nada, absolutamente nada, foi capaz de fazer com que Jesus ficase ansioso. Bem, é verdade que Ele ficou um pouco furioso com uns mercadores no templo e derrubou mercadorias com uma espécie de cordão. Mas isso não constitui ansiedade. Porque esse sentimento maquina a respeito de "impossibilidades" ou de abundantes possibilidades. A atitude de Jesus tem a ver com justiça, pleno dominio de si. Certeza da vontade de Deus. Um servo inteiramente sob o dominio do Senhor.

E por ter vencido todas as imposições do materialismo é que Jesus se oferece como solução para ajudar aqueles que não conseguem se livrar dos fardos, da ansiedade. Ele venceu, até mesmo a morte. O mais angustiante sentimento existente no Universo. Dor para quem vai e para quem fica. Ele venceu e ressurgiu para glória do Deus Pai, e abrigo para os perdidos. Ele mesmo é quem diz: "Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas" Mt 11:28,29.

Não precisamos estar ansiosos. Esse mal tem remédio. Não é um paleativo apenas, é um bálsamo diário para todas as situações. Entremos no jardim do Getsêmani. Oremos sem reservas. Confiando toda nossa mente a Deus. Sem dividir com nada, nem ninguém. Lembram-se do que Jesus falou a Marta? "Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas mas uma só é necessária. Precisas imitar Maria, que escolheu a boa parte" Lc 10:41,42. Enquanto a mente e a presença de Marta se dividia entre a sala, cozinha e outras partes da casa, Maria repousava aos pés de Jesus. Marta correndo afadigada e Maria ouvindo o Mestre, confessando seus medos, aprendendo, sendo edificada, recebendo refrigério.

Marta ansiosa, ainda perguntou; "mestre, não te importas comigo"? A ansiedade sempre procura um culpado. Ela se move na direção dos problemas, não das soluções. O ansioso considera que pensar demais no problema lhe trará a solução. Mas não. Isso só faz com que moinhos de vento se transformem em monstos. Você conhece essa lição contida na obra de Miguel de Cervantes? A fim de proteger a donzela por quem estava apaixonado, Dom Quixote se atira em um moinho de vento, acreditando tratar-se de um monstro de garras destruidoras.

Assim acontece conosco. transformamos moinhos de vento, em monstros e sofremos desesperadamente tentando destruí-los . Deus olha para nós e diz: "Filho, não temas, olha para mim, tenho o controle do moinho, sei a direção do vento, descansa". Em silêncioso clamor respondo: " Preenche-me Senhor, fortalece-me e guarda-me de servir a Mamon".


Sobre o grego: Biblia de Estudo Plenitude.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Esperança em Meio a Dor


O livro Lamentações de Jeremias é um lamento fúnebre para a cidade conquistada de Jerusalém. Foi escrito pelo profeta, logo após Jerusalém sair cativa para a Babilônia em 586 aC. Nessas alturas o magnífico templo que o rei Salomão havia construído foi queimado até o chão e a maioria do povo de Judá foi morto e tomado como reféns. As condições de Jerusalém eram terríveis. Durante o longo cerco da cidade, a doença endêmica e da morte era comum (II Rs 25:1, Ez 5:12) A fome que resultou no cerco foi tão grave que alguns dos habitantes de Jerusalém recorreram ao canibalismo, comendo os próprios filhos (Lm 3:20, 4:10, Ez 5:10). Após a invasão, Jeremias teve permissão por parte das forças da Babilônia para permanecer em Jerusalém com as poucas pessoas que ali restaram, os mais pobres da terra (Jr 40:7).

Não é de admirar que em seu lamento o profeta diz: "Como está abandonada a cidade, outrora tão cheia de gente!". Os poemas dos capítulos de 1 a 4  são acrósticos, ou seja, cada versículo começa com a letra do alfabeto hebraico. Jeremias chorou por Jerusalém de "A a  Z".

Um punhado de pessoas fiéis estava consciente de que a Babilônia era uma vara de disciplina na mão de Deus (Lm 1:5, 12,15) E mesmo se mantendo fiéis ao Senhor esse grupo sofreu juntamente com os demais que experimentaram o julgamento de Deus pelos pecados. Foi no meio desse sofrimento que este remanescente fiel pode dizer: "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois as suas misericórdias não têm fim" Jr 3:22 .Misericórdia aqui pode ser traduzida como hescol; "Concerto de amor". Aleluia!

Como cantar fidelidade e misericórdia em um estado tão miserável? Jeremias e o remanescente sabiam que Deus estava sendo fiel as suas promessas ao mantê-los firmes e fortes em meio às investidas do exército Babilônico. Eles deveriam ser exterminados com toda a terra (Jr 4:27), mas  Deus não quis destruir por completo a nação. Assim, cada amanhecer era um símbolo do "concerto de amor". Era Deus declarando que enquanto o sol nascia a cada dia, a nação viveria. Eles sabiam que Deus não os havia abandonado. Agarraram-se as promessas e por elas viveram.

As lições extraídas desse contexto são encorajadoras. Se Deus deu esperanças ao remanescente em meio ao cenário de dor, podemos estar certos de que Ele nos dá esperança em meio as nossas feridas. Assim como o punhado de fiéis, viveu pelas promessas, nós podemos olhar para o Senhor e Sua Palavra, vamos encontrar esperança. Há uma promessa que diz: "Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus Rm 8:28, isto inclui nossas mágoas.

Tem outra promessa que diz: "Deus faz todas as coisas segundo o conselho de sua vontade" Ef 1:11. Significa que nenhum evento do universo acontece fora do controle da mão de Deus. Mesmo as coisas do mal não estão fora dos limites de Deus. Nada acontece por acaso! De forma sobrenatural Deus sabe e controla as fontes de nossas feridas, Ele não apenas "junta os cacos" como pode transformar em algo bom o que viria a ser uma tragédia. Quer reconheçamos quer não, quer compreendamos ou não. Ele está sempre no controle!(Ef 1:11, 12).

Quando percebemos que não merecemos nada de Deus, mas que Ele ainda controla os eventos do universo a nosso favor, nós ganhamos uma nova apreciação de quão grande é o amor e fidelidade de Deus para nós, mesmo no meio de nossa maior dor. É uma aplicação do seu concerto de amor. Passamos a apreciar Sua eterna graça nas "pequenas" coisas: Na ajuda inesperada de alguém, no incentivo de um estranho, no animal de estimação enroscado aos nossos pés ou colo... começamos a agradecer ao nosso Pai celeste porque todas as coisas realmente têm um significado revestido de amor.

Em meio as nossas necessidades não atendidas da maneira como gostaríamos, nas desilusões, nas feridas diversas Deus traz esperança no meio da dor! Ele é fiel a Seu compromisso de nos proporcionar bem estar. Finalmente Temos todas as promessas Bíblicas de um futuro eterno com o Senhor no céu. Esta vida é apenas um momento fugaz em comparação com a eternidade. As mágoas de hoje em breve terão ido embora para sempre. Para o cristão essa é verdadeiramente viver a esperança no meio da dor. É a maior de todas as promessas advindas do concerto de amor.



 Adaptado
Por: Wilma Rejane
http://atendanarocha.blogspot.com

domingo, 16 de maio de 2010

Deus não é esquizofrênico!

R.C. Sproul disse: “Uma coisa é proteger o direito de toda pessoa religiosa de seguir os ditames de sua consciência sem temer perseguição; outra coisa é afirmar que convicções opostas podem ser ambas verdade. Devemos notar a diferença entre tolerância igual sob a lei e validade igual segundo a verdade”

Muitas vezes o não-freqüentador reage com o cristão do mesmo modo como o jovem hindu a quem falei sobre Jesus, durante uma viagem que fiz à Índia, em 1987. Quando lhe disse que Jesus é Deus, a resposta foi:

- Isso não é problema.
- Não é problema? – perguntei surpreso. – Você está dizendo que aceita o fato de que Jesus Cristo é o Filho de Deus?
- Claro – respondeu. Eu estava admirado de ele ter concordado com a minha afirmação tão prontamente. Mas, em seguida acrescentou:
- Temos milhões de deuses no hinduísmo. Teremos prazer em também acrescentar Jesus.

Quando afirmei que Jesus é o único Filho de Deus, ele ficou indignado. Isso também acontece com muitos não-freqüentadores-de-igreja. Jesus é ótimo para eles desde que seja uma opção entre muitas outras.

Os cristãos precisam ser muito cuidadosos na maneira de explicar a exclusividade de Cristo. Claro que o perigo é parecer presunçoso ou superior. Como alguém já disse, nós, cristãos, não devemos ser pretensiosos. Somos apenas mendigos contando a outros mendigos onde encontrar comida.

Às vezes, para neutralizar as objeções do não-freqüentador, faço uma analogia entre dois clubes. O primeiro só admite pessoas que conquistaram um certo status para ser membro. Devem ter realizado algo importante, ou adquirido alto grau de sabedoria, ou preenchido uma lista de exigências e condições, antes de se considerar a admissão. Apesar dos esforços, muitos não conseguem ser aceitos.
As outras religiões são assim, porque são fundamentadas em um sistema em que as pessoas fazem alguma coisa para receber o favor de Deus.

o segundo clube proclama: “Qualquer pessoa que queria ser membro será admitida. Homens, mulheres, negros, brancos, velhos, jovens, qualquer pessoa que quiser entrar para esse clube conseguirá fazê-lo mediante o arrependimento e a fé em Cristo. Ninguém será rejeitado, mas dependerá de você querer juntar-se a nós.”
É isso que o cristianismo afirma. Portanto, qual dos sistemas é seletivo e exclusivista? Nossa porta está aberta a qualquer pessoa que queira entrar.

Em seguida, tanto fazer o não-freqüentador considerar a lógica da reivindicação exclusiva de Cristo. Não faria sentido se Deus fosse ao outro lado do mundo e disse às pessoas como agradá-lo, depois fosse a outro lugar dizer algo contraditório, e ainda se dirigisse a outro lugar e contasse outra história. Deus não é esquizofrênico. Não há lógica em Dizer que religiões com crenças contraditórias sobre Deus podem ser, ao mesmo tempo, corretas.



Lee Strobel, em “Inteligência Espiritual: Como alcançar os que evitam Deus e a igreja”, editora Vida.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DA ARTE DE PREGAR ATRAVÉS DAS ILUSTRAÇÕES - Leia este livro online


Recebemos a dica da própria autora, a missionária Alzira Esterque: Leia gratuitamente online o excelente livro DA ARTE DE PREGAR ATRAVÉS DAS ILUSTRAÇÕES, escrito pela irmã Alzira juntamente com o Pr. Alek Sandro Batista Dias.


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Interessante também conhecer este novo serviço de publicação online, o Bookess.
Admiro muito a liberalidade da irmã Alzira. Enquanto uns fazem questão de um simples poema, outros publicam livros inteiros liberalmente... Estou com estes últimos, com absoluta certeza. Num mundo moldado por Cristo simplesmente não haveria o que se chama
direitos autorais, pelo menos não da forma atual, que a lógica do lucro impôs e nós, 'cristãos', aceitamos como coisa natural. Simplesmente não consigo associar isso a cristianismo - e estranho é ver que a liberalização de informação (vê a Wikipédia?) partiu em maior escala do mundo secular, e não dos cristãos. Não apóio descaradamente a pirataria - por que creio que ela, no caso cristão, pura e simplesmente não deveria existir - pois a boa informação cristã deveria ser disponibilizada gratuitamente, como Jesus faria, para quem quiser. Me parece que é o que Jesus faria - você pode visualizar algo diferente? Mas quem afinal ainda se faz essa pergunta, 'o que Jesus faria?', quem ousa contextualizá-la para hoje, para si? Alguém pode argumentar, 'mas o obreiro não é digno de seu salário?', mas devemos como cristãos buscar o meio-termo. O acesso à verdade e à capacitação da igreja não pode ficar mesquinhamente condicionado ao 'cadê o meu $?', 'quem não paga não leva'. Fale, por exemplo, aos tele-proponentes da Teologia da Prosperidade sobre disponibilizar pelo menos UM livro de seu catálogo, gratuitamente, como fiz a alguns anos, quando de minha conversão: serás exconjurado!
Mas muitos já pensam diferente, graças a Deus. São muitos os pastores , escritores e ministérios que disponibilizam grande quantidade de informação (e-books, cursos, gráficos, etc) na internet, no Brasil e principalmente no exterior, de forma gratuita.

O panorama geral está a mudar, e creio que em breve futuro assistiremos a uma revolução nunca vista nesta questão de direitos autorais e acesso à informação. Quem viver verá! Só gostaria que tal revolução partisse macissamente dos cristãos - seria um grande, um mega testemunho para esse mundo da informação que avança.

Sammis Reachers