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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ana Paula Valadão é contra casamento gay

O blog de Julio Severo, um dos mais antigos, polêmicos e atuantes, na blogosfera brasileira, replicou recentemente uma matéria da revista Veja em que Ana Paula Valadão desmente o boato que seria favorável ao romance e união conjugal entre homossexuais. 


Trecho enfatizado:

"O dever de submissão ao marido não é sua única opinião polêmica. Ela é contra o casamento gay e não esconde seu ponto de vista. “Se há um cristão falando por aí que é a favor da homossexualidade, ele não é um cristão de verdade”, afirma. Mas garante que os homossexuais são bem-vindos em sua igreja. 'Tenho um grande amigo ex-gay.' Também não se constrange ao abrir o coração e falar das próprias dores a seus fãs. 'Na gravação do CD Esperança, em 2004, ela contou no palco que não conseguia engravidar', lembra o pai. Mais de 1 milhão de pessoas ouviram a cantora  — hoje mãe de Isaque, de 7 anos, e Benjamin, de 4 - falar sobre seus problemas de fertilidade." 

E.A.G.

Fonte: Belverede

sábado, 23 de março de 2013

A guerra dos "ismos"




"Pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais." (Efésios 6.12)

Eu já disse (aqui) o que penso sobre o tema da homossexualidade e os direitos civis das minorias, sejam elas quais forem, e como este assunto deveria ser tratado pela igreja. Eu disse "deveria", porque a igreja institucional, em sua grande maioria, ainda está muito longe do que aprendemos com Jesus sobre como se deve tratar um irmão que consideramos pecador.

Hoje, antes de continuar o texto propriamente dito, preciso colocar alguns pingos nos 'is' e fazer uma distinção importante entre as palavras homossexualidade e homossexualismo.

Homossexualidade é a condição, seja ela natural ou não, genética ou cultural/comportamental/espiritual, à propensão, inclinação ou tendência ao desejo por pessoas do mesmo sexo. Esta afinidade é, na maioria das vezes, involuntária.

Homossexualismo é ideologia. É uma crença. É como a opção que se faz por um partido político, um time de futebol ou escovar os dentes com a torneira fechada para não desperdiçar a água. É uma decisão consciente e tem a ver mais com convicções do que com uma tendência nata.

Todos nós somos testemunhas, atualmente, de uma guerra que ainda não foi declarada de forma aberta, mas que já se desenrola aos gritos, ofensas, agressões, ameaças, mentiras e golpes muito baixos. De um lado os ativistas gays e do outro ativistas pró-família.

Longe de dizer quem está com a razão ou defender uma postura ou outra. Na minha opinião, os dois lados já perderam a razão faz tempo. Aliás, talvez, nunca tenham de fato tido razão em algum momento da história. Desde o início, começaram seus discursos nos canais, na intenção e na forma errada.

Dos dois lados a desculpa é a luta pela liberdade, mas esta própria "liberdade" que se é pregada está acorrentada numa ideologia, em um "ismo". Seja o homossexualismo ou o moralismo.

O buraco se aprofunda quando se descobre que o real interesse dos dois lados desta batalha não é o ser humano ou a família. O direito de ser o que se é ou de dizer o que se pensa é apenas a desculpa de um jogo de poder muito mais sórdido e nojento do que parece ser.

Estamos diante de uma guerra de marketing e ideologias vazias cujos objetivos encobertos são: trazer mais votos para cada um dos lados e também provocar uma "cortina de fumaça" com a intenção maquiavélica de desviar a atenção da grande massa dos assuntos mais graves e realmente sérios da nação. Não se trata de "teoria da conspiração", mas estes temas insuflados pela mídia são intencionalmente alienantes.

Fico triste ao ver uma "igreja" sem relevância concreta. Nem espiritual nem social. Ela se garante apenas na bancada política que a representa truculenta e interesseiramente em Brasília. Não consigo encontrar o Jesus do Evangelho refletido nas palavras dessa "igreja" ou desses "pastores" que usam as mesmas armas, as mesmas mentiras, as mesmas ameaças e o mesmo ódio para combaterem seus inimigos e suas desavenças.

Segundo Paulo, o apóstolo, "nossas armas não são humanas/carnais, são espirituais e poderosas em Deus para destruir fortalezas" (2 coríntios 10.4). Jesus nunca defendeu causas ou ideologias. Nem mesmo o judaísmo recebeu de Jesus qualquer atenção a favor ou contra. Ele se envolveu com as pessoas, encarou as suas dores. Curou alguns, libertou outros, fortaleceu os fracos, tratou os pecadores com amor e respeito. Olhava as pessoas nos olhos, dizia o que devia ser dito para quem quer que fosse, grande ou pequeno, sacerdote ou incrédulo e andava nos ambientes mais estranhos aos puritanos.

Não é uma questão de "dar a outra face" pacifica, tola e ingenuamente, mas de testemunhar a Graça e o Perdão que nos alcançam de forma viva, verdadeira e concreta. Não só através de palavras, mas de andar no Evangelho consciente e definitivamente até as últimas consequências.

Enquanto o Verdadeiro Amor, a Fé e a Esperança não forem as únicas "armas" da Igreja, será difícil ver o mundo ser convencido do Pecado, da Justiça e do Juízo de Deus com este testemunho.



O Deus que nos chama à Paz o abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Anne Hathaway a nova Catwoman

Bonita. Talentosa. Filmografia admirável, Anne Hattaway brevemente surgirá nas telas de cinema como a Mulher-Gato, em The Dark Knight Rises (O Cavaleiro das Trevas Ressurge), produção de Christopher Nolan. 

Não faz muito tempo, Hathaway, que se dizia cristã da Igreja Católica Apostólica Romana, juntamente com seus pais e irmãos, declarou que ela e todos os familiares haviam trocado de religião. Trocaram a ICAR pela Igreja Episcopal. Motivo: um dos seus irmãos revelou-se homossexual.

Tempos relativistas!

O Evangelho não se relativiza nunca.

E.A.G.

domingo, 20 de novembro de 2011

Contardo Calligaris e o minuto-bobeira na Ilustrada

No dia 10 de novembro, quinta-feira, pudemos ler a seguinte frase no encarte Ilustrada, da Folha da São: "Homofóbicos têm excitação com estímulos gays".

Contardo Calligaris, italiano, e colunista da Folha, onde é apresentado como alguém que pretende refletir sobre a cultura e a modernidade, tem em seu seu curriculo o seguinte: psicanalista, doutor em psicologia clínica, ensaísta; ensinou estudos culturais na New School de Nova York e antropologia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Algum tempo atrás, assisti Calligaris no programa Roda Viva, em sua nova fase, já com o comando de Marília Gabriela. Ao ouví-lo, talvez seja uma impressão errada minha, senti nele uma aura de iconoclasta, alguém que sente prazer em quebrar paradigmas. Mas não captei a razão disso.

Homofóbicos têm exclitação por estímulos gays? A afirmação de Calligaris diz que sim. Está lá no artigo que escreveu à Folha de São Paulo. Pobres leitores! Nitidamente essa frase é uma provocação. Provavelmente, devido sua raiva contra héteros religiosos, defensores da família aos moldes apresentados pelas Escrituras.

Inconscientemente, Calligaris foi acometido por um "minuto-bobeira", quando abdicou da inteligência. Seria ele mais um pobre heterofóbico?!

E.A.G.

Fonte: Belverede | Cosmovisão

sábado, 16 de julho de 2011

PL 122/2006 será chamado de Alexandre Ivo

Por Michael Carceres
Correspondente do The Christian Post
Postagem: 16/07/11 - 11h26

O novo PLC 122 a exemplo da Lei Maria da Penha, lei que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher, será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado supostamente por ser gay.

Segundo a assessoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o novo texto do projeto foi elaborado em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

Agora o projeto está sob análise dos intregrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), o texto substitui o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada lara Bernardi, do qual Marta é relatora.

A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo para aprovar o PLC 122 com a Frente em Defesa da Família, representada pelo senador Magno Malta (PL).

"Estão confundindo a opinião pública. Homofobia é violência física, assassinato, crueldade, barbaridades, já o texto apresentado pela senadora Marta Suplicy, também com novo nome, agora, batizado de Lei Alexandre Ivo, é uma tentativa de não enfrentar a intolerância, o preconceito e a discriminação no mais amplo sentido e não apenas em favor dos homossexuais, mas também na questão racial, estética, social, religiosa e contra o machismo que humilha as mulheres", disse o senador Magno Malta segundo sua assessoria de imprensa.
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A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

Magno Malta enfatizou que não se deve priorizar as minorias de forma isolada, como exigem os homossexuais. "Devemos ter ações para enfrentar os preconceitos étnico-racial, o social – de rico contra pobre – estético – principalmente as crianças obesas que sofrem bullying, em relação à sexualidade, a intolerância a religiosidade, a discriminação contra o idosos, o excepcional e a cruel violência contra a mulher", ressaltou ele.

Sem o desejo de arquivar o PLC 122, Marta Suplicy reconhece que se ouver um acordo com as bancadas ligadas a Igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime.

"Nunca falei em arquivar o PLC 122. Disse que, fruto das discussões do PLC 122, um novo projeto é discutido no momento, com acompanhamento de Toni Reis, presidente da ABGLT, e também tendo eu relatado a mais lideranças do movimento LGBT o andamento de cada conversa feita entre senadores", declarou a senadora em uma nota de esclarecimento.

O que o novo projeto faz é definir "crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação". Um desses crimes seria o de "induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero".

Os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D'ávila (PCdoB-RS) serão responsáveis por apresentar o novo texto à bancada evangélica da Câmara dos Deputados e representantes do movimento LGBT.

Fonte: The Christian Post

E.A.G.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Coisas de homossexual (ismo?)

Ismo = patologia?

Vejo gays e militantes da causa homossexual retificando pessoas em relação ao vocábulo homossexualismo. Segundo o "movimento", o correto seria dizer homossexualidade, porque "ismo" denota uma patologia.

Estranho bastante tal postura. Já pensou se a moda pega? Teríamos que repensar como expressar cristianismo, porque o cristão estaria sendo ofendido também. Cristialidade? E marxismo, marxilialidade? Porque os simpatizantes das ideias de Carl Marx poderiam interpretar que os consideramos doentes. Então, vamos nos acostumar com socialidade, capitalidade, e jogar para o limbo socialismo e capitalismo.

Como pronunciar imperialismo, funcionalismo, cientificismo, ceticismo, subjetivismo, relativismo, pragmatismo, criticismo? E quanto aos simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT)? Continuamos com petismo? Petidade... Que nó cego!

Tudo bem, os homossexuais merecem respeito como cidadãos, mas precisa exagerar a esse ponto?

A criticidade (ou criticismo?) desse artigo é de autoria de outra pessoa, mas me engajo e endosso o conteúdo por inteiro. Achava estranho, via outros estranhando também. E resolvi publicar.

Ismo é um sufixo

Sufixo é um afixo que se une à parte final do radical, transformando-o substancialmente e condicionando-lhe não apenas no sentido, mas também a classe gramatical. A junção de palavras, sufixação, forma substantivos, verbos, adjetivos, advérbios.

Temos:

• sufixo nominal
Eles dão origem a uma palavra derivada, que seja nome, substantivo ou adjetivo: papel + ada; arroz + al; arma + mento.

• sufixo verbal
Tard + ar; entard + ecer.

• sufixo adverbial
Tardia + mente; suave + mente.

• sufixo aumentativo
Grand + alhão; boc + arra.

• sufixo diminutivo

Burr + ico; pequen + ino; chuv + isco.


O sufixo "dade" significa "modo de ser", caracteriza o individuo. Já o "ismo" determina um grupo.

Quando se aplica o sufixo "ismo" as confissões ou grupos está se referindo ao conjunto de crenças ou doutrinas desse determinado grupo, seja no campo da religião (catolicismo, protestantismo, anglicanismo, espiritismo, entre outras), no campo acadêmico (calvinismo, wiclefismo, arminianismo, hildebrandismo, metodismo) entre outros campos (políticos, idéias, filosoficos).

E.A.G.

Consulta: Enciclopédia Ilustrada do Conhecimento Essencial - Reader's Digest - 1ª edição, junho 1998.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Homossexual, negra, pobre, mulher e crente



Pra não dizer que não falei das flores... “Caminhando e cantando e seguindo a canção. Somos todos iguais, braços dados ou não. Nas escolas, nas ruas, campos, construções. Caminhando e cantando e seguindo a canção...” Assim começa a música do Geraldo Vandré que ficou em segundo lugar no Festival Internacional da Canção de 1968, virou um hino de resistência à ditadura militar brasileira e, depois disso, teve sua execução proibida durante anos usando como pretexto a "ofensa" à instituição contida nos versos "Há soldados armados, amados ou não. Quase todos perdidos de armas na mão. Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição de morrer pela pátria e viver sem razão".

Seguindo a canção, resolvi escrever este texto não em nome de um grupo específico, não o escrevo como partidário de interesses e manipulações políticas, nem religiosas. Escrevo apenas porque reconheço o direito das minorias, todas elas, sejam elas quais forem, de terem seus direitos civis garantidos na lei sim, mesmo que estes direitos não me sejam úteis, interessantes ou possam ir de encontro com o que julgo ser o modo saudável de conduzir a própria vida psicológica ou socialmente. Por outro lado, faço questão de ter o mesmo direito constitucional de manter opinião formada sobre os assuntos que julgo importantes para minha vida pessoal e daqueles que convivem comigo diariamente.

Desculpe o trocadilho, mas por favor não me chamem de “vaselina”. Tenho amigos gays, heteros, pobres, viciados, marginalizados, vitimados, liberais e também os que hoje são chamados de homofóbicos, radicais, intransigentes, funfamentalistas, etc. Transito com a maior facilidade entre todos eles porque creio que Jesus faria o mesmo, correndo até o risco de ser confundido com um deles, mas sem deixar de orientar e muitas vezes confrontar em amor as posturas mantidas por quem quer que fosse, de um lado ou outro da linha de batalha.

O que norteia uma democracia é o direito à livre expressão das idéias, o direito de ir e vir até onde o direito do meu próximo não seja ferido por mim. Não sei se o que direi aqui poderá ser considerado uma postura homofóbica ou permissiva demais. Na verdade pouco importa. Dependendo de quem ler, poderá encontrar as duas tendências, mas é somente minha opinião e ela não deve ser entendida fora do contexto da totalidade da minha vida e também do que já escrevi até aqui.

Particularmente, apesar de não concordar com a prática homossexual e também não achar saudável para a formação total de uma criança ou adolescente serem orientados nesta direção, reconheço que pessoas do mesmo sexo possam e devem ter assegurado o direito civil de constituírem bens em comum dentro de uma união estável tenha ela o status/nome de casamento ou não.

O que minha consciência não permite é ser proibido de dizer que homossexuais precisam sim se arrepender de seus pecados, bem como e também os “crentes” e “santos” que não conseguem amar, perdoar, fazer o bem ou viver na Verdade e pela Verdade.

Longe de tentar fazer uma leitura fundamentalista ou puramente conservadora dos textos bíblicos, não acredito que Deus abençoe casamentos homoafetivos da mesma forma que não consigo crer na possibilidade do Deus da Bíblia abençoar um casal hetero que não se ame, não se respeite e não viva em fidelidade mútua, muito embora eu saiba que o critério da bênção de Deus é a Graça que não obedece regras e/ou leis humanas. Recebemos Graça não por merecimento, mas por puro amor de Deus revelado em Cristo Jesus.

Não consigo conceber a idéia de Deus rejeitar ou deixar de amar alguém simplesmente por sua tendência e orientação sexual, cor, religião, conceitos filosóficos, preconceitos, medos e pecados, sejam eles de que ordem for.

Tenho dito que há tanta salvação oferecida para Fernandinho Beira-mar como para Madre Teresa de Calcutá, São Francisco de Assis, Lady Gaga, as milhares de crianças abandonadas nas ruas das nossas cidades, prostitutas, pastores, bispos, rabinos, sacerdotes, pagãos e todo tipo de gente. Isto também quer dizer que a salvação é uma possibilidade real para você e eu neste exato momento em que você lê este texto. Isto tem a ver apenas com fé. Não há projeto lei ou iniciativa pública que mude isto.

O que escrevo aqui não é uma bandeira, nem colorida, nem preto e branco, apenas o que o Senhor Jesus nos mandou pregar até os confins da terra. O que tenho a dar é tão somente e simplesmente uma boa notícia:

“Mas agora se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da lei, da qual testemunham a Lei e os Profetas, justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que crêem. Não há distinção, pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” (Romanos 3.21-24)


O Deus que ama e salva te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!




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sábado, 14 de maio de 2011

Procter e Gamble patrocina novela SBT ofensiva aos evangélicos

PRODUTOS DA PROCTER E GAMBLE


A MARCA QUE PATROCINA O BEIJO GAY E OFENDE A FAMÍLIA CRISTÃ BRASILEIRA


SUGESTÃO: BOICOTE NO SUPERMERCADO CADA PRODUTO DA LISTA ABAIXO:

(substitua por outras marcas)


João Cruzué


Você se lembra daquela novela da Globo em que a JBS Friboi patrocinava aquela novela que expunha maliciosamente perfil das mulheres crentes como pessoas de "cabelão", "saião" e apedrejadoras de gays e prostitutas? Pois é, desde aquele tempo eu nunca mais comprei qualquer produto de higiene pessoal que leva a marca "albany".

Foi uma questão de consciência e decisão pessoal.

Achei um desaforo e me condoi por ver tantas irmãs crentes, simples e pouco informadas, comprando aquele shanpoo ordinário cujo lucro patrocinava uma novela que as denegriam e caricaturizavam. Marcas que financiam novelas visam gente simples, ainda não cultas e de pouco poder aquisitivo. Não estaria eu discriminando se dissesse com franqueza que são produtos para gente pobre. Como eu.

Nenhuma novela vai adiante se não tiver dinheiro de patrocínio.

Pois é, agora tenho outra péssima novidade. A Friboi passou e agora quem tem ofendido os lares cristãos e ao mesmo tempo os militares brasileiros é a Procter e Gamble - a
 patrocinadora oficial da novela Amor e Revolução, a novela do beijo gay, que passa no SBT, a rede de Televisão do Sr. Senor Abravanel, mais conhecido por Sílvio Santos.

Se você acha que esta novela ofende os costumes cristãos e não concorda com a desfeita do sr. Sílvio Santos, vou dar duas sugestões. Você é livre para seguir ou não.

Mude de canal quando sua TV estiver sintonizada no SBT, e deixe de comprar qualquer produto que tenha a marca da Procter e Gamble. Substitua pelos de outra marcar.

Só assim estas empresas vão aprender a respeitar os consumidores cristãos. Bata naquilo que eles mais têm medo: no CAIXA! Produto que não vende, encalha no supermercado. E se encalha, o marketing vai procurar saber porquê. E se descobrir que 25% da população brasileira é evangélica e está deixando de comprar seus produtos... vão pensar duas vezes antes de patrocinar qualquer novela.

Conheça agora os produtos que financiam a produção da Novela Amor e Revolução - a novela do beijo gay que faz desfeita tanto aos crentes quanto aos militares brasileiros.


Nota: se você é favor desta conscientização, repercuta, escreva e se quiser pode repassar este texto.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Eleições 2010: Sete questões que todo cristão precisa analisar antes de votar


Seja vivo e ativo: veja, ouça e fale; envolva-se e transforme o futuro com ações inteligentes no presente.
1 - As pesquisas eleitorais não devem ser consideradas como método de escolha de candidato.
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Não é porque alguém aparece em primeiro lugar que este alguém realmente está lá. Os institutos de pesquisas não perguntam para todos os eleitores brasileiros quem eles têm predileção. Então, por mais aproximadas que as amostragens estejam da verdade, sempre estarão na condição de espectro e jamais de realidade.
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E, se por acaso, o intituto de pesquisa estiver certo ao apontar o candidato que está em primeiro lugar no pleito eleitoral, esta situação não deve influenciar o eleitor a votar no tal político felizardo. Vote por você mesmo, e não por influência de instituições ou terceiros.
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2 -  Dupla cidadania.
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Se a Bíblia é a regra de fé do cristão, o conteúdo dela tem, sim, que ser considerada na hora do voto. Isso é ser coerente, não é ação contradizente.
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O Estado é laico, mas a sociedade não é. Quando o cristão vota de maneira pensada, escolhendo quem tenha pensamentos alinhados com o cristianismo ele prova ser inteligente e estar de acordo com a fé que tem em Deus.
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Então, usemos a urna com sabedoria, votemos em nosso favor, jamais votemos em quem é anticristão.
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3 -  Executivo e Legislativo.
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O Congresso Nacional cria leis e o presidente sanciona ou rejeita as leis criadas. Conscientemente, como cidadão, o cristão deve votar no canditado a presidente que estiver mais alinhado com as suas ideias e fé.
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No Congresso Nacional,  políticos cristãos lutam para barrar leis antibíblicas. Essa oposição cristã precisa continuar nas próximas gestões, aumentar inclusive.
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A Igreja de Cristo não quer o aborto e outras práticas anticristãs sancionadas. Então, não convém eleger uma pessoa ao cargo de presidente que esteja disposto a aprovar projetos de leis estranhos e contrários ao cristianismo. É preciso trocar a filosofia edonista assentada na cadeira presidencial, evitar que o próximo presidente seja alguém com a mentalidade disposta a sancionar os projetos pró-aborto, anticristãos.
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Não faz sentido dizer “sigo a Cristo” e entregar o voto (dar autoridade política) para quem diz “Deus não existe”, e/ou  “vamos criar leis contra a religião”.
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4 - Não se deixe levar pelas propagandas fúteis do Horário Eleitoral.
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Procure perceber o grau de intensidade da ação de marqueteiros políticos. Eles tentam vender ideias, deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidentes, igual elaboram peças publicitárias de sabão em pó ou frigideiras. A propaganda política tenta transformar gente carrancuda em sorridente. As estratégias de publicidade se parecem com "compre a assadeira X e todos os seus problemas acabaram". O consumidor compra o produto que não funciona, o fabricante não troca o produto quebrado e não devolve o dinheiro. Incrível!
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5 - Vamos abortar o voto em candidatos favoráveis à legalização do aborto, PL 122/2006 e PNDH 3.
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O partido do Lula contraria declaradamente a Palavra de Deus, tenta calar a voz da Igreja de Cristo com leis infames como o PL 122/2006 e o PNDH-3.
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O PL 122/2006 quer criminalizar quem prega a Palavra de Deus, quer colocar na cadeia cristãos pagadores de impostos, tratá-los como bandidos pelo simples fato deles mencionarem que na Bíblia Sagrada existe a declaração que a prática homossexual é pecado.
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No caso do PNDH-3, tenta legalizar o aborto e a profissão de prostituta, ensinar candomblé nas escolas e ao mesmo tempo proibir os símbolos cristãos em locais públicos.
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Aborto! Eu apóio só um tipo de aborto. Quem dera todos os cristãos abortassem a ideia de votar em políticos aborteiros.
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Como cristãos, não é conveniente dar aval para quem queira se eleger - viver às custas de altos salários do erário público -  e agir contra a vida humana. Portanto, não votemos , e se possível façamos campanhas contra todos os candidatos que desejam descriminalizar o aborto e quem apóie o conteúdo do PNDH-3.
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6 - Crente não pode votar em crente? Pode, sim.
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Os crentes em Jesus Cristo precisam escolher bem ao votar, saber escolher quem após eleito dê passos de acordo com a mentalidade cristã.
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O Estado é laico, mas a sociedade não é. E dentro desta condição todo cristão precisa agir pela fé, votar apenas em quem não é contra dogmas cristãos e respeite os conceitos bíblicos.
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Estamos em momento de decisão eleitoral, e para que os desejos de partidos anticristãos não se realizem é preciso que os cristãos votem conscientes, com o objetivo de afastar da vida política quem não está representando o ideal cristão.
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Solicitar que o irmão vote em irmão não é uma solicitação com a finalidade de institucionalizar a religião, colocá-la no Poder. É fazer valer o que cremos enquanto cidadãos cristãos e evitar que apareçam leis contra a cristandade brasileira. Este ato é o mesmo que olhar para o amanhã e fazer com que o futuro seja o que sonhamos para nossos filhos, netos e bisnetos.
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7 - O pastor e sua sugestão.
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Todos os cidadãos podem e devem apoiar uma candidatura que se alinhe com seus pensamentos e ideais de vida.
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Quando os pastores ensinam o rebanho sobre a responsabilidade do voto, dão apoio aos canditados alinhados com o cristianismo, não estão praticando a tentativa de voto de cabresto, apenas estão exercendo sua influência de liderança comunitária. É direito democrático que lhes compete. Não é crime indicar candidatos e nem fazer propaganda eleitoral. Basta seguir as regras eleitorais.
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E.A.G.
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Artigo publicado originalmente para o UBE Blogs. Liberado para cópias, desde que citado nome do autor e  origem.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A enquete de novembro do Senado Federal sobre a Lei da Mordaça Gay

O Senado Federal criou uma enquete para verificar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (Lei da Mordaça Gay). Esta enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para seus conhecidos, contatos, votarem contra (votar NÃO!).

O voto NÃO não é contra os homossexuais é em favor da Democracia.

Entre na página da Agência Senado (aqui) e baixe a barra de rolagem até o meio. Do lado direito da tela, você encontrará a enquete: “Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/06) que torna crime o preconceito contra homossexuais?”

Vamos lá, e divulguemos também. Usem os blogs, os sites, os fóruns de suas comunidades virtuais, seus contatos do profile no Orkut, no Ning, os contatos de e-mail, o Twitter, o Facebook, seu telefone, o mural da sua igreja. Vote e concientize outros a votarem também.

Este texto está liberado para cópias.

E.A.G.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Uma miss de coragem

Geralmente tidas como dondocas ás quais é reservada mais bajulação a cada dia, uma candidata à Miss Estados Unidos mostrou coragem diante de uma pergunta incômoda. Ao ser perguntada se achava que a Califórnia, estado que representava no Concurso nos EUA, no último domingo, 19 de abril, deveria regulamentar o casamento homossexual, Carrie Prejean respondeu que “um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher”. A declaração dividiu a opinião da plateia que reagiu com vaias e aplausos. A mídia gay caiu em cima de Carrie.

Ela passou a ser boicotada pelos jurados, que deram o posto à Miss Carolina do Norte, Kristen Dalton, fazendo Carrie ficar em segundo lugar. A própria candidata, um jurado e um dos diretores da competição acreditam que a declaração fez com que a candidata perdesse a coroa. O autor da pergunta, o jurado Perez Hilton, disse que ficou, vejam só, arrasado com a resposta da candidata. "Ela perdeu por causa desta resposta. Ela era definitivamente a favorita até então. Alienou milhões de americanos gays e lésbicas, suas famílias e seus apoiadores".

Outro que condenou a declaração da Miss foi Keith Lewis, um dos diretores da competição. “Eu estou pessoalmente triste e atingido que a Miss Califórnia acredita que o direito ao casamento só pertence ao homem e à mulher," disse Lewis, co-diretor do Miss Califórnia, em nota oficial.

Após o concurso, Prejean afirmou “que não aceitaria dizer qualquer outra coisa. Eu disse o que eu sinto. Eu dei uma opinião que é verdadeira comigo mesma e isso é tudo o que eu posso fazer”. Enquanto muitos pastores americanos e brasileiros estão claudicando ao serem perguntados sobre o tema, eis aí uma miss de coragem!

Fontes: G1, BBC Brasil, UOL

via blog Reflexões Sobre Quase Tudo