segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
CHEGA DE FICAR SOBRE O TELHADO!
sábado, 13 de agosto de 2011
Eles só têm medo de algemas
sexta-feira, 1 de julho de 2011
CORRUPÇÃO: mal que tem origem nos hábitos cotidianos
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Desonestidade Compensa?
FONTE: http://www.ganancia.com.br
(Visite o site e baixe diversos recursos para sua edificação)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Custo da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bi por ano
Segundo levantamento da Fiesp, renda per capita do País poderia ser de US$ 9 mil, 15,5% mais elevada que o nível atual
Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País.
Segundo dados de 2008, a pesquisa aponta que o custo médio anual da corrupção no Brasil representa de 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, gira em torno de R$ R$ 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões.
No período entre 1990 e 2008, a média do PIB per capita do País era de US$ 7.954. Contudo, o estudo constatou que se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos este valor subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, equivalente a 1,36% ao ano.
Entre 180 países, o Brasil está na 75ª colocação, no ranking da corrupção elaborado pela Transparência Internacional. Numa escala de zero a 10, sendo que números mais altos representam países menos corruptos, o Brasil tem nota 3,7. A média mundial é 4,03 pontos.
Nação prejudicada
Além disso, o levantamento também traz simulações de quanto a União poderia investir, em diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menos elevada.
Educação – O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.
Saúde – Nos hospitais públicos do SUS, a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.
Habitação – O número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do PAC é atender 3.960.000 de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.
Saneamento – A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais 23.347.547 casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.
Infraestrutura – Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o País possui poderiam saltar para 184, um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%.
Para ver o estudo completo, clique aqui.
Thiago Eid, Agência Indusnet Fiesp
Via Bom Lider
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Vão-se os amigos, mas a piada, ah...
Sexta agora fui parar num pronto-atendimento aqui perto de casa, com inflamação na garganta, às 5:00 h da manhã. O serviço é 24h. Tive de encontrar a faxineira (que estava acordada, e é terceirizada), para ela acordar o atendente, que acordou o médico, que acordou a enfermeira. E não é piada. Fosse outro, poderia ter surrupiado, entre outras coisas, até uma prosaica televisão que estava por lá, marcando bobeira. E que foi comprada com o meu e com o seu dinheiro.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
COMBATE AO CRIME - Fim de corrupção policial é primeiro passo, diz diretor da Justiça Global
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Eleitor tem arsenal inédito de ferramentas para pesquisar e julgar maus políticos
Passagens aéreas para celebridades pagas com dinheiro público, contratações por meio de atos secretos no Senado, uso de empresas fantasmas para justificar verbas indenizatórias, um castelo no interior de Minas Gerais e mais um mensalão, desta vez envolvendo o DEM no Distrito Federal.
A lista de escândalos com parlamentares foi longa e variada em 2009. Ninguém foi punido até agora pela Justiça ou casas legislativas, mas o eleitor terá à disposição um arsenal inédito de ferramentas para pesquisar, julgar e, se for o caso, punir nas urnas cada um dos candidatos, no dia 2 de outubro.
Internet
Graças à disseminação da internet e à mobilização de algumas pessoas diante da impunidade generalizada, sites especializados, comitês locais e fóruns regionais de combate à corrupção proliferaram no Brasil nos últimos anos.
Desde 2007 o número de comitês cívicos de combate à corrupção aumentou de 70 para 299. “Há uma parcela muito crítica da população que tem acesso à informação e pode influenciar outros eleitores”, disse o juiz federal Marlon Reis, coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).
O fenômeno começou na pequena Ribeirão Bonito, cidade de 11 mil habitantes a 270 km de São Paulo, em 1999, quando um grupo de moradores e ex-moradores indignados com os desmandos da administração e apatia da população decidiu fundar a ONG Amigos Associados de Ribeirão Bonito (Amarribo).
Dois anos depois o prefeito Sérgio Buzza foi obrigado a renunciar devido a suspeitas de corrupção levantadas pela ONG. Ele foi cassado pela Câmara e preso em Rondônia em agosto de 2002.
A experiência gerou um livro (“O Combate à Corrupção nas Prefeituras do Brasil”), com 125 mil cópias distribuídas. Desde 2003, moradores de 1.624 municípios brasileiros buscaram a Amarribo em busca de orientação. “O texto é sempre o mesmo. Eles dizem que na cidade deles está acontecendo a mesma coisa que aconteceu aqui e perguntam o que fazer”, disse a coordenadora Lizete Verillo, psicóloga nascida em Ribeirão Bonito que vive há mais de 30 anos em São Paulo.
A cada novo e-mail a Amarribo responde com um kit on-line composto de 52 itens. “Mandamos desde o estatuto até o modelo”, disse Lizete. Quando o interesse se transforma em ação concreta, a ONG envia um representante até a cidade para uma palestra. Desde então 187 entidades foram criadas com ajuda da Amarribo, que virou rede nacional. “A população está começando a despertar. Ainda está longe do ideal, mas é um movimento muito sólido”, avaliou Lizete. Os interessados podem baixar o livro no site www.amarribo.org.br.
Fichas sujas
A rede que surgiu no rastro da Amarribo foi fundamental na coleta de 1,6 milhão de assinaturas levadas ao Congresso para embasar o projeto de lei de iniciativa popular que veta os candidatos condenados pela Justiça, os chamados fichas sujas. Para 2010, além da pressão pela aprovação do projeto de lei, a rede pretende colocar no ar uma relação dos candidatos condenados. “Ainda estamos procurando o melhor modelo por causa das restrições judiciais”, disse Lizete.
Outro exemplo bem sucedido de iniciativa surgida fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília são os fóruns regionais de combate à corrupção. O primeiro foi criado na Paraíba, em 2003. Hoje os fóruns estão em 20 estados e devem chegar a todos os entes da federação até outubro de 2010.
Coordenados pelo Ministério Público Federal, os fóruns funcionam como centros de formação de agentes no combate à corrupção. Representantes da Polícia Federal, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas da União e Corregedoria Geral da União se reúnem com vereadores, funcionários públicos, integrantes de ONGs, conselhos municipais de saúde e educação e sindicatos de pequenas cidades no interior para ministrar cursos de capacitação de dois dias.
“Eles aprendem a fazer o controle das verbas públicas e, assim que detectam alguma irregularidade, fazem as denúncias”, disse o procurador da República Fábio George Cruz da Nóbrega, do MPF de Pernambuco, que participou da criação do primeiro fórum, na Paraíba.
Para as eleições de 2010 os fóruns têm dois alvos: a compra de votos e a conscientização eleitoral. A ideia é promover campanhas educativas orientando os eleitores a não votar em candidatos com histórico de corrupção.
Desde o ano passado o MPF pernambucano disponibiliza em seu site cerca de 30 links para cartilhas, ferramentas de pesquisa e fiscalização de políticos pela internet.
Arsenal de ferramentas
A relação vai desde páginas dos governos federal e estaduais até iniciativas privadas como a Transparência Brasil (www.transparência.org.br), Congresso em Foco ( www.congressoemfoco.ig.com.br), Às Claras (www.asclaras.org.br) e Contas Abertas ( www.contasabertas.uol.com.br). “A internet foi fundamental. Sites como o da Transparência Brasil têm muita informação para orientar o eleitor, mas ainda não está tudo lá”, considerou Lizete, da Amarribo.
Apesar do arsenal inédito de ferramentas à disposição do eleitor, as previsões de especialistas são pessimistas quanto à renovação do Congresso. Para o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a porcentagem de renovação na Câmara deve ser menor do que em 2006, quando atingiu 47%. No Senado a renovação deve ser maior, mas devido à influência do governo e não aos escândalos envolvendo parlamentares.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
BIOGRAFIAS...
Este homens têm um trabalho pesado, estão expostos a condições insalubres, ganham um salário de miséria, mas prestam um serviço inestimável a população. Se pararem de fazer o seu trabalho, sérios problemas de saneamento e de saúde ocorrerão e a população estará a mercê de diversas doenças.
Se faltar o seu trabalho um dia sequer, sua falta será grandemente sentida pela população. No entanto, são mal remunerados e mal assistidos pelo governo. Trabalham a céu aberto, faça chuva ou faça sol, expostos ao frio a chuva e ao calor, correndo sempre, recolhendo o lixo que produzimos diariamente.
Em resumo, apesar da importância de seu trabalho para a população, são homens que não têm "biografia".
Já estes outros homens, têm altos salários, têm regalias que o homem comum do povo brasileiro não tem. Quando adoecem são tratados nos melhores hospitais do país e pelos melhores especialistas.
Suas condições de trabalho são excepcionais, trabalham em Palácios com ar condicionado, trabalham de terça a quinta feira, viajam confortavelmente de avião particular, tiram férias em suas propriedades paradisíacas com todas as despesas pagas pelo povo, produzem um mar de lama em Brasília que nenhum trabalhador de limpeza urbana consegue limpar.
O trabalho destes homens é plenamente dispensável. Se não forem trabalhar ninguém dá falta e o país sai mais beneficiado. Produzem todo o lixo de que nos envergonhamos, a falta de ética, de honestidade e de moral. Não nos fazem falta.
Com toda a sinceridade, o meu respeito e a minha admiração vão para os primeiros, humildes, fazem um trabalho exaustivo, mas necessário a população, se sacrificam pelo bem de seus semelhantes. São verdadeiros heróis. Estes sim, têm Biografia com B maiúsculo. Os outros são a vergonha nacional.
Laguardia
Fonte: http://brasillivreedemocrata.blogspot.com/
domingo, 9 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Os nossos notáveis senadores
Valmir Nascimento Milomem
Renan apontou para Tasso e disse “minoria com complexo de maioria”, se referindo aos pedidos da oposição para que Sarney deixe o cargo [Terra]

“Não aponte seu dedo sujo pra mim”, respondeu o tucano [Terra]
A palavra senador provém do latim, Senatus, que é a mais remota assembleia política da Roma antiga, com origem nos Conselhos de Anciãos, da Antiguidade oriental (surgidos após o ano 4000 a.C.), registra a wikipédia. Daí a origem de seu nome, de senex, velho, idoso. Era uma assembleia de notáveis (…)
Era, porque atualmente de notável somente as baixaria; os atos secretos do Sarney; o “engula suas palavras” do Collor para o Pedro Simon e, mais do que recente, o quebra-pau entre Renan Chalheiros (errei a digitação e resolvi deixar) e Tasso Jereissati. Uma Excelência disse para a outra : “minoria com complexo de maioria“; e a resposta veio: “Não aponte seu dedo sujo pra mim“.
Caros leitores, nosso Senado Federal virou (em verdade sempre foi, mas agora ficou pior) um verdadeiro palco de baixarias. Um antro de debates inúteis; discussões imprestáveis e acordos por debaixo do pano, enquanto nossa sociedade caminhas às minguas, com o crescimento da desigualdade social, desemprego e calamidades na Saúde e na Segurançaública.
Sinceramente, não sei até quando a sociedade brasileira haverá de aceitar passivamente esses descalabros no Congresso Nacional.
sábado, 30 de maio de 2009
A volta de Renan prova que o Brasil esquece a cada dois anos o que aconteceu nos dois anos anteriores
Augusto Nunes
O Brasil que esquece a cada 15 anos o que ocorreu nos 15 anos anteriores, como constatou o escritor Ivan Lessa, é coisa do século passado. O país reconstruído pelo presidente Lula tem pressa — e encurtou para dois anos o intervalo entre as lobotomias malandras. No fim de maio de 2007, por exemplo, uma reportagem de VEJA escancarou a face horrível de Renan Calheiros, então presidente do Senado. Os homens de bem se estarreceram com o que viram, os colegas não viram nada de novo, Renan deixou o comando da mesa, foi para as coxias e esperou exatamente 24 meses para reaparecer na ribalta, neste fim de maio, no papel de parceiro preferido do presidente Lula.
Por decisão do chefe de governo, cabe ao companheiro Renan, líder da bancada do PMDB e amigo de infância do presidente José Sarney, impedir que a CPI da Petrobrás consiga provar que a estatal praticou, permitiu ou patrocionou delinquências bilionárias. As nuvens que se avolumam sobre a empresa são formadas por denúncias, suspeitas, indícios e evidências. Quem melhor para enfrentá-las do que o alagoano que sobreviveu a um tsunami de provas tangíveis e pilantragens visíveis a olho nu? É o homem certo no lugar certo: para assassinar os fatos no nascedouro, foi convocado um serial killer especializado no extermínio de verdades inconvenientes.
Fosse o Brasil um país sério e Renan não conseguiria pronunciar sequer uma vírgula sobre a CPI. Primeiro teria de providenciar respostas verossímeis para questões que seguem pendentes. O que tem a dizer sobre as relações mais que promíscuas envolvendo as empreiteiras Gautama e Mendes Junior?, apartearia um jornalista. E sobre as mesadas de R$ 16,5 mil entregues pelo amigo lobista a Mônica Veloso?, perguntaria outro. Um terceiro se interessaria pelas notas fiscais fraudadas por Renan na tentativa de explicar o inexplicável. E todos exigiriam em coro que o senador ensinasse o truque da multiplicação de imaginários, que transformou um fazendeiro de araque em imperador do gado. Mas o Brasil não é sério.
Como não é, ficou tacitamente estabelecido que os crimes não existiram ou prescreveram ─ e Renan é tratado com o respeito e as reverências que jamais mereceu. Com incontáveis acertos a fazer com a Justiça dos homens e o Juízo Final, pastoreia a base alugada com a arrogância sem remorsos do pecador vocacional. Craque em extorsões políticas, fixou preços salgados para o serviço que o presidente encomendou. Com exigências públicas e intrigas só murmuradas, vem enquadrando exemplarmente o PT em geral e o senador Aloísio Mercadante em particular. Bem feito para todos.
Eles se merecem. O Brasil que presta é que não merece essa gente.
Vale a pena a visita e a constante leitura. Atiça a memória.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
MUSEU DA CORRUPÇÃO
O link do museu online é: http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/home.htm
E já que o tema é combate à corrupção, não deixe de visitar e explorar os sites do Transparência Brasil (http://www.transparencia.org.br/), e do Contas Abertas (http://contasabertas.uol.com.br/asp/).
Se cada um de nós fizer a sua parte é possível sim dar melhor destino às verbas públicas do que a construção de castelos ou o depósito em contas em paraísos fiscais, por exemplo.
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