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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

CHEGA DE FICAR SOBRE O TELHADO!


Dizer que o país vai mal é chover no molhado. Em cada esquina isso está na boca do povo. A questão já está bem mais adiante. A crise que sentimos como uma tempestade não é específica; é genérica. Também ela não desaguou de uma vez. 
Parece, à maioria de nós, que os anos de 2014 e de 2015 vêm figurar como os anos terríveis cujas maldades desabaram sobre esta terra. Mentira. 
A tempestade que ora se enfrenta começou há tempos, como uma garoa que, aos poucos, foi-se intensificando. Mas, como garoa não provoca enchente, pouco nos importou o que acontecia. Agora, a água já cobre os telhados, para onde nos socorremos, sem ver possibilidade de ajuda. 
A crise que parece ser apenas político-partidária tem ramificações terríveis e ela é apenas consequência da metástese da imoralidade que se desenvolveu por aqui. A crise não é apenas Lula, não é apenas Dilma, não são os deputados ou os senadores. A crise somos nós! Todos nós brasileiros insensatos, desapercebidos. 
Fala-se, hoje, em crise na educação escolar. Ela começou em 2014? Claro que não! Há anos, formam-se professores desqualificados (e como profissional do magistério, sei o que digo). De tempos a esta data, as salas de aula, no ensino superior, passaram do domínio do mestre (?) para o interminável falatório de pretensiosos estudantes "com uma ideia na cabeça e um punhado de parceiros para falar bobagens". Até as festas de formatura viraram orgias indescritíveis. O lixo começa no trote aos calouros e termina no baile de formatura! Que esperar de grande parte desses profissionais, outrora estudantes mergulhados no caldo da irresponsabilidade moral e intelectual? 
Pouquíssimos se salvam! 
Da crise na Educação nascem as demais crises, incluindo-se nisso uma camada de políticos desajustados, indecentes, imorais desde os bancos acadêmicos. 
Passou-se o desagradável e inadequado tempo de políticos defensores de ideologias esquerdistas, incompatíveis com o espírito brasileiro, uma vez que os esquerdistas de agora ajustaram-se à bagunça gramcista, de onde brotaram os imbecis políticos anarquistas, os quais têm dominado com suas porcas ideias uma população ignara. Para constatar o que exponho, basta ver que maldosas ideologias ressaltam no malfadado Ministério da Educação. E tiveram o desplante de alcunhar o Brasil de Pátria Educadora! 
Um governo que libera verba para tudo quanto é sujeira; veja-se a última revoltante notícia de uma peça (?) de teatro (?) em que se prega deslavadamente a imoralidade sexual pervertida, não merece, senão o mais intenso e imediato protesto de todos os brasileiros que se prezam. 
A crise que começou como uma garoa, foi crescendo. A maioria de nós está sobre os telhados, sem saída. Mas ainda há os que construíram suas casas no alto, sobre a rocha e não estão atingidos pela avalanche de cocô desta geração. A estes cabe o protesto imediato, a oposição ferrenha, sem medo, em defesa de um Brasil que não se formou para a pouca vergonha. Que se lixem os anticristãos! É hora de manifestação sadia de um povo que honra uma nação com princípios cristãos. É hora de se sair da caverna, ou todos seremos tragados. 

 Izaldil Tavares de Castro

sábado, 13 de agosto de 2011

Eles só têm medo de algemas



O noticiário político-policial informa que os assaltantes de cofres públicos não se constrangem com nada. Espalhada por todas as ramificações da máquina administrativa, a bandidagem apadrinhada pela aliança governista transforma o clã em quadrilha, ensina o filho a roubar desde criancinha, reduz a mulher a comparsa, carrega pilhas de cédulas em malas, meias ou cuecas, desvia a verba dos flagelados ou carregamentos de remédios, tunga o dinheiro da merenda escolar, pendura o neto em cargos de confiança, passeia de jatinho com a mãe ou a sogra, inventa consultorias, cria empresas de fachada, usa o jardineiro como laranja, vende gado inexistente, mente e, se o perigo é muito, queima o arquivo.  Para viver como o diabo gosta, faz coisas de que até Deus duvida.

A turma que tudo se permite só não admite ser algemada. Com os braços provisoriamente imobilizados, punguistas compulsivos incorporam a figura do chefe de família respeitável: o que é que vou dizer lá em casa?, parece perguntar a expressão envergonhada. Não é possível tratar como criminoso comum um delinquente da classe executiva, berram advogados e padrinhos. Não há limites para a roubalheira, mas é preciso impor limites às ações da Polícia Federal.

O berreiro dos culpados revela que eles só têm medo de algemas. Bom saber. Já que argolas de metal são a única coisa capaz de reavivar o sentimento da vergonha, já se sabe o que fazer se quiser produzir os mesmos efeitos causados pelo velho “Olha o rapa!”. Basta que os brasileiros honestos gritem em coro a palavra-de-ordem medonha:

ALGEMAS PARA TODOS!

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CARO LEITOR, LEIA TAMBÉM O ARTIGO DE CARLOS NEWTON: 

Do jeito que as coisas estão indo, quem corre o risco de ser preso são os delegados da Polícia Federal que desbarataram o espantoso esquema de corrupção no Turismo

sexta-feira, 1 de julho de 2011

CORRUPÇÃO: mal que tem origem nos hábitos cotidianos

Por Francisco Mesquita
Postei neste portal algumas semanas atrás uma leitura crítica sobre a prática do nepotismo. Muitos leitores, provavelmente, pensaram que tal análise se referia a ato de corrupção, e acertaram, pois o nepotismo é uma das formas de corrupção. Conforme Gianfranco Pasquino, corrupção é a prática ilegal de funcionário público se beneficiar ou favorecer a outro com bens públicos de modo não legal. Nessa noção, a corrupção estaria restrita ao setor público, mas veremos, logo adiante, que não é bem assim, uma vez que, no Brasil, esse mal se tornou parte da cultura social.

No âmbito do estado (setor público), segundo o cientista político italiano Norberto Bobbio existem três modalidades de corrupção: o nepotismo, que consiste da prática de gestor público empregar parente em instituições estatais, em prejuízo do mérito dos cidadãos; a peita, gratificação ilegal em dinheiro ou presente dado como suborno a um funcionário público, ou de funcionário publico a um cidadão em troca de algo ilícito – a chamada propina; e o peculato, crime do desvio de verba, do furto de dinheiro ou bem móvel apreciável por parte de funcionário público, em proveito próprio ou de terceiros. Resumindo, corrupção, strictu sensu, é o ato de empregar parente sem concurso no setor publico, receber ou dar gratificação em forma de suborno e desviar dinheiro público em beneficio próprio ou para terceiro.

Não obstante, existem outras formas de corrupção, por exemplo: funcionário – seja ele secretário, diretor, coordenador ou chefe – que utiliza a estrutura pública em beneficio próprio, usa o carro que dirige para levar o filho à escola, pegar ou deixar parente em algum lugar, fazer viagem de caráter pessoal, usa o veículo em final de semana sem estar em serviço, recorre a funcionário em horário de trabalho para fazer serviço pessoal, utiliza material público (papel, impressora, computador, etc.) em serviço pessoal, etc. Todos esses atos no setor público caracterizam corrupção.

Porém, as mesmas práticas, no setor privado, são lícitas, não configuram ato de corrupção. É o caso, por exemplo, de um empresário que pode nomear seu filho como diretor de sua empresa, e este pode utilizar o carro da empresa em atividades pessoais e familiares, recorrer ao material da empresa para serviço próprio e não há nada de corrupção nesses atos porque se trata de uma instituição privada. O que denota, então, um ato de corrupção é o fato dos recursos, dos bens, dos funcionários e o material serem bens públicos, da sociedade, de uma coletividade de cidadãos e não de um dono. Por isso determinada prática no setor privado não se caracteriza corrupção, mas no setor público o mesmo ato é nítida corrupção.

A prática de corrupção, como assinalada acima, tem raízes fincadas na cultura social através de pequenos (quase insignificantes) hábitos do dia-a-dia dos cidadãos, como: um aluno que não estudou ou se estuda não sabe um ponto específico do conteúdo da prova e no dia da avaliação pratica a conhecida “pesca”; um outro aluno que responde presença pelo colega ausente na sala de aula; um taxista percebendo que o passageiro não conhece o local de destino faz o percurso mais longo para ganhar mais; o cidadão que num determinado estabelecimento comercial recebeu o troco maior e não devolve, ou mesmo o caixa percebe que o cliente passou-lhe dinheiro a mais e não devolve troco. Todas estas práticas comuns no dia-a-dia das pessoas pavimentam a larga estrada da corrupção no setor público.

E soma-se a essas atitudes indesejadas o “famoso” e abominável hábito brasileiro do jeitinho, do se dar bem, do ser esperto, etc. Num total desrespeito as regras, as normas, os preceitos de se viver em sociedade civilizada. A sociedade, nesse caso, seja local ou nacional, torna-se ambiente de salve-se quem puder, pois vale a lei do mais forte. E ainda existem justificativas (esdrúxulas) para essas situações, como estas: pouca farinha meu pirão primeiro; besta é aquele que no setor público não aproveita; e se os outros fazem, porque não eu.

Viver de modo honesto e coerentemente numa sociedade com essa “filosofia” reforçando a cultura social e política é um desafio, pois os indivíduos são induzidos aos atos de corrupção, de oportunismo e de dar-se bem. Assim dessa maneira, a honestidade exigir do cidadão exercícios diários de uma conduta ética. Corrupção, portanto, não é só roubar dinheiro público, empregar parente na gestão estatal, fraudar licitações, favorecer correligionário, é também furar a fila, roubar a vez do outro, pescar na avaliação e favorecer amigo em detrimento de outros.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Desonestidade Compensa?

 *
Marcos E. Fink
Quando vejo nos jornais notícias de corrupção e desonestidade, fica explícito para mim como nós, seres humanos, estamos com as nossas prioridades invertidas. Damos importância demasiada para aquilo que não tem real importância, e o que realmente tem importância, ignoramos.

NotíciasFacilmente colocamos o dinheiro, a soberba, o status e o poder acima da amizade, do respeito, da honestidade, da integridade, da humildade e dos relacionamentos francos com as pessoas. Pensamos em nós mesmos e ignoramos os outros. Somos egoístas.

As pessoas dessas notícias em questão apenas refletem casos extremos daquilo que acontece também conosco. É possível que nós, talvez, apenas não acabamos praticando tais atos, simplesmente por não termos tido tais oportunidades. Se nós tivéssemos tido oportunidade, provavelmente teríamos feito o mesmo, ou pior.

Fica explícito para mim, também, como as instruções bíblicas são úteis e verdadeiras, e nos ajudam a termos uma vida mais tranqüila, e com paz no coração. Muitos, entretanto, preferem ignorá-las. Veja:

"Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitos desejos insensatos e perniciosos, os quais afogam os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raíz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muito sofrimento". "Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão".
1 Timóteo 6:9-11

"Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o de caminhos perversos, ainda que seja rico".
Provérbios 28:6

"Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo o tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens".
Lucas 12:15

"Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro".
Provérbios 22:1

"Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo".
Efésios 4:25

"Não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo".
Levítico 19:11

"Não furtarás. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo".
Êxodo 20:17-19

"Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para o nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, afim de se apoderarem da verdadeira vida".
1 Timóteo 6:17-19

"Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes".
Hebreus 13:5

"Considere o íntegro, observe o justo; há futuro para o homem de paz. Mas todos os rebeldes serão destruídos; futuro para os ímpios nunca haverá".
Salmo 37:37-38

"Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem de acordo com a lei do Senhor. Como são felizes os que obedecem aos seus estatutos e de todo o coração o buscam."
Salmo 119:1-2 

FONTE:  http://www.ganancia.com.br
 (Visite o site e baixe diversos recursos para sua edificação)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Custo da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bi por ano

*
 By Sammis, via Imagens Cristãs (imagens de uso livre)

Custo da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bi por ano

Segundo levantamento da Fiesp, renda per capita do País poderia ser de US$ 9 mil, 15,5% mais elevada que o nível atual

Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País.

Segundo dados de 2008, a pesquisa aponta que o custo médio anual da corrupção no Brasil representa de 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, gira em torno de R$ R$ 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões.

No período entre 1990 e 2008, a média do PIB per capita do País era de US$ 7.954. Contudo, o estudo constatou que se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos este valor subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, equivalente a 1,36% ao ano.

Entre 180 países, o Brasil está na 75ª colocação, no ranking da corrupção elaborado pela Transparência Internacional. Numa escala de zero a 10, sendo que números mais altos representam países menos corruptos, o Brasil tem nota 3,7. A média mundial é 4,03 pontos.

Nação prejudicada

Além disso, o levantamento também traz simulações de quanto a União poderia investir, em diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menos elevada.
Educação – O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.
Saúde – Nos hospitais públicos do SUS, a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.
Habitação – O número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do PAC é atender 3.960.000 de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.
Saneamento – A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais 23.347.547 casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.
Infraestrutura – Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o País possui poderiam saltar para 184, um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%.

Para ver o estudo completo,
clique aqui.

Thiago Eid, Agência Indusnet Fiesp

Via Bom Lider

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vão-se os amigos, mas a piada, ah...

*


Dois leões fugiram do Jardim Zoológico...
 
Na fuga, cada um tomou um rumo diferente. Um dos leões foi para as matas e o outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou.
Depois de um mês, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas. Voltou magro, faminto, alquebrado. Assim, o leão foi reconduzido a sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira para o centro da cidade, quando um dia, o bicho foi recapturado. E voltou ao Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para a floresta perguntou ao colega:
- Como é que conseguiste ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com saúde? Eu, que fugi para para a mata, tive que voltar, porque quase não encontrava o que comer...
O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me numa repartição pública. Cada dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.
- E por que voltaste então para cá? Tinham acabado os funcionários?
- Nada disso. Funcionário público é coisa que nunca se acaba. É que eu cometi um erro gravíssimo. Tinha comido o diretor geral, dois superintendentes, cinco adjuntos, três coordenadores, dez assessores, doze chefes de seção, quinze chefes de divisão, várias secretárias, dezenas de funcionários e ninguém deu por falta deles! Mas, no dia em que eu comi o que servia o cafezinho... Estraguei tudo!!!
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Conheço funcionários da Câmara de Vereadores de Niterói que praticamente nunca apareceram por lá, mas recebem religiosamente a anos, e todo domingo rola churrasco e cervejal no quintal...
Sexta agora fui parar num pronto-atendimento aqui perto de casa, com inflamação na garganta, às 5:00 h da manhã. O serviço é 24h. Tive de encontrar a faxineira (que estava acordada, e é terceirizada), para ela acordar o atendente, que acordou o médico, que acordou a enfermeira. E não é piada. Fosse outro, poderia ter surrupiado, entre outras coisas, até uma prosaica televisão que estava por lá, marcando bobeira. E que foi comprada com o meu e com o seu dinheiro.
A alguns anos, ao adentrar no mesmo posto, também miseravelmente de madrugada, encontrei um casal de atendentes abraçados e deitados atrás do balcão de atendimento. Também não é piada, embora eu me sinta um palhaço.
Querem que eu continue com a ladainha? Professores e diretores que levavam pacotres de merenda do colégio para casa, no Ginásio onde 'aprendi'... Exemplos vividos, não ouvidos - coisa miúda, arraia-miúda de subúrbio do Grande Rio... E quanto mais se sobre, pior, até chegarmos em Brasília, mãe das iniquidades da (nossa?) terra.

Antes de me converter eu era anarquista, e sonhava com um mundo sem estados (adivinha por que). Hoje eu só sonho com a Jerusalém Eterna, tenho um nariz vermelho e de resto não sei mais de nada!

E falando mais sério ainda: era só acabar com a estabilidade que metade + 40% dos problemas seriam resolvidos.  Mas vai falar nisso, vai mexer nos áureos 'direitos adquiridos'. Melhor roubar televisores.

Sammis

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

COMBATE AO CRIME - Fim de corrupção policial é primeiro passo, diz diretor da Justiça Global



A Segurança Pública é a questão mais urgente a ser resolvida no Brasil, na avaliação do diretor da ONG Justiça Global e professor da Universidade de Harvard, James Cavallaro.

Para Cavallaro, o primeiro passo para baixar os índices de criminalidade é o combate à corrupção policial, que, segundo ele, é um tipo especialmente nocivo de corrupção porque "facilita o crime".
Ele falou à BBC Brasil como parte da série Brasil 2010, em que personalidades de diversas áreas elegem um aspecto que gostariam de ver diferente no país que será entregue pelo presidente que vencer as próximas eleições.

Leia a seguir alguns trechos da entrevista:

BBC Brasil - Se tivesse que escolher apenas um tema como prioridade para 2010, o que senhor escolheria?
James Cavallaro - A questão da segurança pública. Todo brasileiro pensa nisso, querendo se sentir mais tranqüilo na cidade, mas não necessariamente pensa nisso como uma questão de Direitos Humanos. Nós (que trabalhamos com direitos humanos) defendemos um Estado de direito, queremos bandido na cadeia cumprindo pena, mas não queremos bandido subornando agente penitenciário para entrar com o celular e organizar um assalto do lado de fora.

BBC Brasil - Por que a segurança pública?
Cavallaro - Poderia falar dos direitos das crianças, das mulheres, mas o que une esses problemas todos é a falta a vontade política de enfrentar os problemas difíceis. Quase sempre, prefere-se a opção fácil, o discurso fácil, a resposta simples - "Vamos botar mais policiais na rua, vamos ser mais firmes, vamos matar mais bandidos". Tem cinco séculos dessa visão e estamos onde estamos.

BBC Brasil - E por que é tão difícil resolver o problema?
Cavallaro - Porque tem custos políticos imediatos. Tradicionalmente no Brasil, o governo federal não assume responsabilidade pela segurança pública, deixa esse abacaxi com os Estados. Estão contratando mais policiais federais, o que eu acho positivo. Mas compare com outros países na região. No Brasil, você tem em São Paulo mais de 100 mil policiais, entre militares e civis. O número de policiais federais não chega a 10% do que tem em São Paulo! Isso é uma forma de ver que a segurança no Brasil é uma questão dos Estados. Em outros países latino-americanos a segurança é uma questão nacional.

BBC Brasil - E qual deveria ser o primeiro passo?
Cavallaro - A limpeza da corporações policiais, do poder penitenciário. O que existe (no Brasil) é uma polícia corrupta, um sistema penitenciário corrupto, infelizmente também um sistema judiciário corrupto. O resultado disso é que o sistema não é capaz de reprimir o crime.

BBC Brasil - Mas a corrupção policial é pior do que qualquer outro tipo de corrupção?
Cavallaro - A corrupção na polícia não é como a corrupção na administração pública. A corrupção política é nociva também, mas a corrupção policial é especialmente perigosa porque facilita a criminalidade. A conivência da polícia impede que haja um ataque frontal à criminalidade. As facções armadas sabem como comprar a polícia e compram. O resultado disso é que o sistema não é capaz de reprimir o crime.

BBC Brasil - Há quem diga que sem uma política social não é possível resolver a questão da segurança.
Cavallaro - Evidentemente existe um relação entre a pobreza e os índices de criminalidade. Mas se você analisa as estatísticas vai ver que existem países que têm pobreza mais aguda do que o Brasil e têm índices de criminalidade bem mais baixos. Por exemplo, a Bolívia. A pobreza é um fator. Outro fator é a facilidade do acesso às armas. Outro fator é a polícia, que é truculenta e corrupta - uma péssima combinação. O que me preocupa nesse discurso (de que o combate à violência exige políticas sociais) é que ela pode levar ao conformismo, como se nada pudesse ser feito até que a situação da pobreza melhore.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/index.shtml

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Eleitor tem arsenal inédito de ferramentas para pesquisar e julgar maus políticos


 *
Sites especializados, comitês locais e fóruns regionais de combate à corrupção proliferam no Brasil
 
Passagens aéreas para celebridades pagas com dinheiro público, contratações por meio de atos secretos no Senado, uso de empresas fantasmas para justificar verbas indenizatórias, um castelo no interior de Minas Gerais e mais um mensalão, desta vez envolvendo o DEM no Distrito Federal.
A lista de escândalos com parlamentares foi longa e variada em 2009. Ninguém foi punido até agora pela Justiça ou casas legislativas, mas o eleitor terá à disposição um arsenal inédito de ferramentas para pesquisar, julgar e, se for o caso, punir nas urnas cada um dos candidatos, no dia 2 de outubro.

Internet
Graças à disseminação da internet e à mobilização de algumas pessoas diante da impunidade generalizada, sites especializados, comitês locais e fóruns regionais de combate à corrupção proliferaram no Brasil nos últimos anos.
Desde 2007 o número de comitês cívicos de combate à corrupção aumentou de 70 para 299. “Há uma parcela muito crítica da população que tem acesso à informação e pode influenciar outros eleitores”, disse o juiz federal Marlon Reis, coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).
O fenômeno começou na pequena Ribeirão Bonito, cidade de 11 mil habitantes a 270 km de São Paulo, em 1999, quando um grupo de moradores e ex-moradores indignados com os desmandos da administração e apatia da população decidiu fundar a ONG Amigos Associados de Ribeirão Bonito (Amarribo).
Dois anos depois o prefeito Sérgio Buzza foi obrigado a renunciar devido a suspeitas de corrupção levantadas pela ONG. Ele foi cassado pela Câmara e preso em Rondônia em agosto de 2002.
A experiência gerou um livro (“O Combate à Corrupção nas Prefeituras do Brasil”), com 125 mil cópias distribuídas. Desde 2003, moradores de 1.624 municípios brasileiros buscaram a Amarribo em busca de orientação. “O texto é sempre o mesmo. Eles dizem que na cidade deles está acontecendo a mesma coisa que aconteceu aqui e perguntam o que fazer”, disse a coordenadora Lizete Verillo, psicóloga nascida em Ribeirão Bonito que vive há mais de 30 anos em São Paulo.
A cada novo e-mail a Amarribo responde com um kit on-line composto de 52 itens. “Mandamos desde o estatuto até o modelo”, disse Lizete. Quando o interesse se transforma em ação concreta, a ONG envia um representante até a cidade para uma palestra. Desde então 187 entidades foram criadas com ajuda da Amarribo, que virou rede nacional. “A população está começando a despertar. Ainda está longe do ideal, mas é um movimento muito sólido”, avaliou Lizete. Os interessados podem baixar o livro no site www.amarribo.org.br.

Fichas sujas
A rede que surgiu no rastro da Amarribo foi fundamental na coleta de 1,6 milhão de assinaturas levadas ao Congresso para embasar o projeto de lei de iniciativa popular que veta os candidatos condenados pela Justiça, os chamados fichas sujas. Para 2010, além da pressão pela aprovação do projeto de lei, a rede pretende colocar no ar uma relação dos candidatos condenados. “Ainda estamos procurando o melhor modelo por causa das restrições judiciais”, disse Lizete.
Outro exemplo bem sucedido de iniciativa surgida fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília são os fóruns regionais de combate à corrupção. O primeiro foi criado na Paraíba, em 2003. Hoje os fóruns estão em 20 estados e devem chegar a todos os entes da federação até outubro de 2010.
Coordenados pelo Ministério Público Federal, os fóruns funcionam como centros de formação de agentes no combate à corrupção. Representantes da Polícia Federal, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas da União e Corregedoria Geral da União se reúnem com vereadores, funcionários públicos, integrantes de ONGs, conselhos municipais de saúde e educação e sindicatos de pequenas cidades no interior para ministrar cursos de capacitação de dois dias.
“Eles aprendem a fazer o controle das verbas públicas e, assim que detectam alguma irregularidade, fazem as denúncias”, disse o procurador da República Fábio George Cruz da Nóbrega, do MPF de Pernambuco, que participou da criação do primeiro fórum, na Paraíba.
Para as eleições de 2010 os fóruns têm dois alvos: a compra de votos e a conscientização eleitoral. A ideia é promover campanhas educativas orientando os eleitores a não votar em candidatos com histórico de corrupção.
Desde o ano passado o MPF pernambucano disponibiliza em seu site cerca de 30 links para cartilhas, ferramentas de pesquisa e fiscalização de políticos pela internet. 

Arsenal de ferramentas
A relação vai desde páginas dos governos federal e estaduais até iniciativas privadas como a Transparência Brasil (www.transparência.org.br), Congresso em Foco ( www.congressoemfoco.ig.com.br), Às Claras (www.asclaras.org.br) e Contas Abertas ( www.contasabertas.uol.com.br). “A internet foi fundamental. Sites como o da Transparência Brasil têm muita informação para orientar o eleitor, mas ainda não está tudo lá”, considerou Lizete, da Amarribo.


Apesar do arsenal inédito de ferramentas à disposição do eleitor, as previsões de especialistas são pessimistas quanto à renovação do Congresso. Para o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a porcentagem de renovação na Câmara deve ser menor do que em 2006, quando atingiu 47%. No Senado a renovação deve ser maior, mas devido à influência do governo e não aos escândalos envolvendo parlamentares.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

BIOGRAFIAS...

Estes homens têm uma biografia mais relevante para o Brasil do que José Sarney, Romero Jucá, Paulo Maluf, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu, e tantos outros que frequentam nossos noticiários diários.

Este homens têm um trabalho pesado, estão expostos a condições insalubres, ganham um salário de miséria, mas prestam um serviço inestimável a população. Se pararem de fazer o seu trabalho, sérios problemas de saneamento e de saúde ocorrerão e a população estará a mercê de diversas doenças.

Se faltar o seu trabalho um dia sequer, sua falta será grandemente sentida pela população. No entanto, são mal remunerados e mal assistidos pelo governo. Trabalham a céu aberto, faça chuva ou faça sol, expostos ao frio a chuva e ao calor, correndo sempre, recolhendo o lixo que produzimos diariamente.

Em resumo, apesar da importância de seu trabalho para a população, são homens que não têm "biografia".

Já estes outros homens, têm altos salários, têm regalias que o homem comum do povo brasileiro não tem. Quando adoecem são tratados nos melhores hospitais do país e pelos melhores especialistas.


Suas condições de trabalho são excepcionais, trabalham em Palácios com ar condicionado, trabalham de terça a quinta feira, viajam confortavelmente de avião particular, tiram férias em suas propriedades paradisíacas com todas as despesas pagas pelo povo, produzem um mar de lama em Brasília que nenhum trabalhador de limpeza urbana consegue limpar.

São os homens com "biografia", que têm que ter tratamento diferenciado. São homens que se lixam para a opinião pública.

O trabalho destes homens é plenamente dispensável. Se não forem trabalhar ninguém dá falta e o país sai mais beneficiado. Produzem todo o lixo de que nos envergonhamos, a falta de ética, de honestidade e de moral. Não nos fazem falta.

Com toda a sinceridade, o meu respeito e a minha admiração vão para os primeiros, humildes, fazem um trabalho exaustivo, mas necessário a população, se sacrificam pelo bem de seus semelhantes. São verdadeiros heróis. Estes sim, têm Biografia com B maiúsculo. Os outros são a vergonha nacional.

Laguardia

Fonte: http://brasillivreedemocrata.blogspot.com/

sábado, 8 de agosto de 2009

Os nossos notáveis senadores

*
Valmir Nascimento Milomem

Discussão

Renan apontou para Tasso e disse “minoria com complexo de maioria”, se referindo aos pedidos da oposição para que Sarney deixe o cargo [Terra]

discussao2

“Não aponte seu dedo sujo pra mim”, respondeu o tucano [Terra]

A palavra senador provém do latim, Senatus, que é a mais remota assembleia política da Roma antiga, com origem nos Conselhos de Anciãos, da Antiguidade oriental (surgidos após o ano 4000 a.C.), registra a wikipédia. Daí a origem de seu nome, de senex, velho, idoso. Era uma assembleia de notáveis (…)

Era, porque atualmente de notável somente as baixaria; os atos secretos do Sarney; o “engula suas palavras” do Collor para o Pedro Simon e, mais do que recente, o quebra-pau entre Renan Chalheiros (errei a digitação e resolvi deixar) e Tasso Jereissati. Uma Excelência disse para a outra : “minoria com complexo de maioria“; e a resposta veio: “Não aponte seu dedo sujo pra mim“.

Caros leitores, nosso Senado Federal virou (em verdade sempre foi, mas agora ficou pior) um verdadeiro palco de baixarias. Um antro de debates inúteis; discussões imprestáveis e acordos por debaixo do pano, enquanto nossa sociedade caminhas às minguas, com o crescimento da desigualdade social, desemprego e calamidades na Saúde e na Segurançaública.

Sinceramente, não sei até quando a sociedade brasileira haverá de aceitar passivamente esses descalabros no Congresso Nacional.

www.comoviveremos.com

sábado, 30 de maio de 2009

A volta de Renan prova que o Brasil esquece a cada dois anos o que aconteceu nos dois anos anteriores

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Renan, um Patriota

Augusto Nunes

O Brasil que esquece a cada 15 anos o que ocorreu nos 15 anos anteriores, como constatou o escritor Ivan Lessa, é coisa do século passado. O país reconstruído pelo presidente Lula tem pressa — e encurtou para dois anos o intervalo entre as lobotomias malandras. No fim de maio de 2007, por exemplo, uma reportagem de VEJA escancarou a face horrível de Renan Calheiros, então presidente do Senado. Os homens de bem se estarreceram com o que viram, os colegas não viram nada de novo, Renan deixou o comando da mesa, foi para as coxias e esperou exatamente 24 meses para reaparecer na ribalta, neste fim de maio, no papel de parceiro preferido do presidente Lula.

Por decisão do chefe de governo, cabe ao companheiro Renan, líder da bancada do PMDB e amigo de infância do presidente José Sarney, impedir que a CPI da Petrobrás consiga provar que a estatal praticou, permitiu ou patrocionou delinquências bilionárias. As nuvens que se avolumam sobre a empresa são formadas por denúncias, suspeitas, indícios e evidências. Quem melhor para enfrentá-las do que o alagoano que sobreviveu a um tsunami de provas tangíveis e pilantragens visíveis a olho nu? É o homem certo no lugar certo: para assassinar os fatos no nascedouro, foi convocado um serial killer especializado no extermínio de verdades inconvenientes.

Fosse o Brasil um país sério e Renan não conseguiria pronunciar sequer uma vírgula sobre a CPI. Primeiro teria de providenciar respostas verossímeis para questões que seguem pendentes. O que tem a dizer sobre as relações mais que promíscuas envolvendo as empreiteiras Gautama e Mendes Junior?, apartearia um jornalista. E sobre as mesadas de R$ 16,5 mil entregues pelo amigo lobista a Mônica Veloso?, perguntaria outro. Um terceiro se interessaria pelas notas fiscais fraudadas por Renan na tentativa de explicar o inexplicável. E todos exigiriam em coro que o senador ensinasse o truque da multiplicação de imaginários, que transformou um fazendeiro de araque em imperador do gado. Mas o Brasil não é sério.

Como não é, ficou tacitamente estabelecido que os crimes não existiram ou prescreveram ─ e Renan é tratado com o respeito e as reverências que jamais mereceu. Com incontáveis acertos a fazer com a Justiça dos homens e o Juízo Final, pastoreia a base alugada com a arrogância sem remorsos do pecador vocacional. Craque em extorsões políticas, fixou preços salgados para o serviço que o presidente encomendou. Com exigências públicas e intrigas só murmuradas, vem enquadrando exemplarmente o PT em geral e o senador Aloísio Mercadante em particular. Bem feito para todos.

Eles se merecem. O Brasil que presta é que não merece essa gente.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

Vale a pena a visita e a constante leitura. Atiça a memória.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

MUSEU DA CORRUPÇÃO



Numa oportuna iniciativa, o Jornal do Comércio criou um museu online dedicado a um tema infelizmente sempre atual no Brasil: a corrupção. Isso mesmo: já está no ar o Museu da Corrupção, que conta com diversas ‘exposições’ sobre fatos recentes e históricos da corrupção no Brasil. Vale a pena visitar o museu, e convidar os amigos para admirar o acervo.

O link do museu online é: http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/home.htm

E já que o tema é combate à corrupção, não deixe de visitar e explorar os sites do Transparência Brasil (http://www.transparencia.org.br/), e do Contas Abertas (http://contasabertas.uol.com.br/asp/).

Se cada um de nós fizer a sua parte é possível sim dar melhor destino às verbas públicas do que a construção de castelos ou o depósito em contas em paraísos fiscais, por exemplo.
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Fonte: Blog CIDADANIA EVANGÉLICA - http://www.cidadaniaevangelica.blogspot.com/