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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

LIVRO GRATUITO: A Velhice Feliz: 200 citações sobre a Terceira Idade

 

A velhice é uma das fases mais singulares da experiência humana. Nela, o tempo deixa de ser apenas medida e passa a ser memória; os dias já não se acumulam, mas se aprofundam. Envelhecer é carregar no olhar a soma das alegrias, das perdas, das escolhas e das esperanças que moldaram uma vida inteira. É quando a existência, mais do que corrida, torna-se testemunho.

Vivemos, hoje, um momento inédito da história: a população mundial envelhece como nunca antes. Avanços na medicina, na ciência e nas condições de vida ampliaram a longevidade, fazendo com que o número de pessoas idosas cresça em todas as culturas e continentes. Esse fenômeno não é apenas estatístico; ele redefine famílias, sociedades, valores e a própria compreensão do tempo humano.

Esta antologia nasce do reconhecimento de que a velhice não é um apêndice da vida, mas uma de suas expressões mais densas e reveladoras. Nas frases aqui reunidas, ecoam a sabedoria adquirida, a esperança consolidada, a ironia serena, a lucidez tardia e, por vezes, a delicada melancolia de quem já percorreu longos caminhos. São palavras que não falam apenas sobre envelhecer, mas sobre viver — com mais consciência, profundidade e verdade.

Ao fim deste volume, apresentamos uma mensagem especial, que celebra a esperança e o verdadeiro sentido da vida. Que este livro sirva como homenagem à idade madura, convite ao respeito e à escuta, e lembrança de que, em cada ruga, há uma história; em cada silêncio, um significado; e em cada velhice, um valor que não pode ser perdido.

 

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Vital Brazil - Da herança na Ciência aos herdeiros na fé



Texto de Noemi Vieira. Colaborou com a apuração pastor Ronan Boechat de Amorim

Ele já trabalhou como condutor de bonde, tipógrafo, escrivão da polícia e, segundo uma de suas filhas mais novas, Eliá Brazil Protásio, chegou a dizer que gostaria de fazer Engenharia Civil. Mas sua colaboração para a humanidade estava na área das ciências biomédicas. Filho de José Manoel dos Santos Pereira Júnior e Mariana Carolina dos Santos Pereira, Vital Brazil Mineiro da Campanha foi um dos médicos e cientistas mais importantes para história da saúde pública no país, em tempos que a peste bubônica assolava o mundo e saneamento básico nas grandes cidades era artigo de luxo.
Apesar de todas as conquistas, Vital teve muitas dificuldades para se tornar um uma referência nas ciências biomédicas. Como sua família era pobre, as chances de se tornar médico na sociedade do Império eram praticamente nulas. Geralmente, os estudantes de medicina no Brasil eram oriundos de famílias ricas, dado ao alto custo do curso. 
A família de Vital não tinha condições de bancar sua faculdade. Seu pai, José Manoel, trabalhava de caixeiro viajante para sustentar a família. Foi essa profissão, inclusive, que levou a família de Vital Brazil a percorrer diversas cidades do estado de Minas, até se estabelecer definitivamente em Caldas. Nessa cidade que Vital teve o início de sua formação educacional e religiosa, fundamentada no cristianismo.

Ao chegar em Caldas, José Manoel conheceu um pastor presbiteriano e se converteu ao Evangelho. O pai de Vital Brasil conseguiu apoio da igreja e colocou o filho no Colégio Morton. Depois de algum tempo, José Manoel o matriculou no curso para formação de ministros. Mas, fato é que Vital Brazil teve de trabalhar duro para pagar seus estudos básicos em São Paulo e, posteriormente, a faculdade de medicina no Rio de Janeiro. Depois de algum tempo formado, Vital foi à França ampliar seus estudos de laboratório, em Paris.
A formação religiosa no Colégio Morton e na missão para ministros proporcionou a Vital um profundo conhecimento bíblico, que foi repassado para os filhos ao longo de toda a sua vida. Eliá Brazil conta que Vital sempre ensinou os princípios cristãos para a família. “Meu pai cultivava o hábito de fazer culto doméstico”, relembra.
Apesar de sua convicção de fé, Vital Brazil teve dificuldades em permanecer membro da igreja presbiteriana, dado à sua dedicação ao trabalho como médico e pesquisador. “Ele fazia experiências no domingo, faltava cultos, tinha que sacrificar animais por causa de suas experiências, e o pastor não aceitava isso”, conta Eliá, acrescentando que, por essas razões, a liderança da igreja resolveu excluí-lo da membresia. Com a expulsão, Vital tornou-se um “livre pensador” que lia a Bíblia, cria em Deus e mantinha uma vida de oração. Quanto a seus filhos, Vital Brazil os ensinou freqüentar a Escola Bíblica Dominical desde a mais tenra idade.
Resultado: a semente do evangelho ficou plantada na vida dos filhos e netos. Alvarina Brasil Esteves, uma de suas filhas mais novas, continua freqüentando a presbiteriana até hoje, na cidade de São Paulo. Suas filhas (netas de Vital) fazem parte do Exército da Salvação. Hoje, Eliá Brazil é membro da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro e sua tia, Dinorá Vital Brazil, que a levava para a igreja quando pequena, foi membro da igreja Metodista até sua morte. Ela foi também professora e diretora do Bennett.
O Vital nunca freqüentou a igreja Metodista. Mas, Eliá, suas filhas mais velhas, duas irmãs e alguns de seus sobrinhos estudaram no Bennett. Eliá fez o ginásio no Bennett e suas filhas mais velhas fizeram até o ensino médio.
Eliá conta que, apesar de todo o conhecimento científico deixado por Vital para as ciências biomédicas, o maior tesouro que guarda do pai é seu caráter de homem íntegro. “Ele não aceitava mentira, sempre esteve do lado da justiça e da verdade e ensinou isso a todos os filhos”, revela Eliá.


Referência na Saúde Pública
Contemporâneo de Oswaldo Cruz, médico responsável pela educação sanitária do Brasil no início do século 20, Vital trabalhou como médico na Força Pública e no Serviço Sanitário em São Paulo e, mais tarde, na cidade de Botucatu. Como servidor público, Vital chefiou a comissão sanitária em Cachoeira, no vale do Paraíba, durante as epidemias de febre amarela, cólera e varíola que assolavam a região. Também combateu a peste bubônica na cidade de Santos, contraindo doença durante o trabalho, que quase lhe custou a vida.

Nascido em 28 de abril de 1865, em Campanha, Minas Gerais, Vital Brazil também foi responsável pela descoberta das vacinas antiofídicas no país. Suas observações quanto aos acidentes causados por serpentes venenosas, em Botucatu, o estimulou a estudar sobre o assunto, abandonando a clínica para trabalhar no Instituto Bacteriológico de São Paulo, hoje Instituto Adolfo Lutz.
Vital se tornou conhecido por causa da sua dedicação à saúde pública e aos estudos experimentais que significavam o começo das pesquisas no Brasil. Sua fama contribuiu para que fosse chamado pelo governo do Estado de São Paulo para ajudar a criar um Instituto Soroterápico que produzisse soros e vacinas que combatessem as epidemias que assolavam a população. Foi nessa época que surgiu o Instituto Butantã, em São Paulo, logo após suas primeiras observações.
Durante esse tempo, Vital descobriu um soro contra os venenos de cascavel e jararaca, as duas espécies que mais faziam vítimas, e, posteriormente, aceitou o desafio de produzir antiofídico já no cargo de diretor do Instituto Butantã.
Vital dirigiu o instituto por 20 anos e o transformou numa referência mundial quanto ao combate de mortes por envenenamento.
Atualmente, o instituto desenvolve estudos e pesquisas na área de Biologia e de Biomedicina, relacionadas com a saúde pública. Também produz vacinas e soros para uso profilático e curativo. Realiza missões científicas no país e no exterior. Além disso, o Butantã colabora com órgãos da Secretaria da Saúde e do Ministério da Saúde no combate a surtos epidêmicos, além de realizar cursos especiais e publicações sobre suas áreas de atuação, que são oferecidos a empresas, estudantes, militares e à população em geral.
Depois de deixar a direção do Butantã – por questões políticas – Vital foi convidado pelo Estado do Rio de Janeiro para fundar o Instituto Vital Brazil, em Niterói, em 1919, no qual permaneceu trabalhando até sua morte. Hoje, o instituto que leva seu nome tornou-se um grande centro de pesquisas, de ensino, desenvolvimento e Produção de imunobiológicos, medicamentos, insumos e tecnologia para saúde.

domingo, 8 de julho de 2012

Proteja seu coração


Por Eliseu Antonio Gomes

O sol pode estar a pino fazendo verão em pleno inverno, mas quem não estiver plenamente ajustado consigo mesmo só consegue enxergar a cor cinza em seu derredor. A pessoa mal humorada levanta com o pé direito, porém, não vê nada de positivo nas oportunidades que a vida lhe oferece. Se as coisas vão certas, o crédito é todo dela, mas se derem errado... Ai dos que estiverem envolvidos com ela naquele projeto – serão o alvo de um enorme catálogo de impropérios e culpas. 

A pessoa mal humorada não se sente bem. Entretanto, quase sempre, ela pensa que sua indisposição interior é motivada externamente, pelas circunstâncias e gente do seu círculo próximo e distante. Os abalos do humor dela, segundo seu modo peculiar de olhar a vida, nunca são provocados por si mesma ou é um fator fisiológico. 

O primeiro passo para o mal humorado se curar é passar a olhar o seu próprio dia-a-dia, vendo-se como uma terceira pessoa em toda situação que viver. Quem consegue olhar a si mesmo assim, friamente, de maneira impessoal, é alguém que ganha capacidade potencializada de sua visão. Está em posição privilegiada. 

Outro passo importante para estar livre do mau humor, é tomar as rédeas dos próprios sentimentos. Quando a raiva, o medo ou o acesso de ira é mais forte do que nós mesmos, então, ai de nós! 

Não se deixe levar pelo ódio e nem por nenhuma paixão. Que jamais a mágoa seja um sentimento dominador em seu coração.

Quando os percalços insistem, querendo deixar você fora de si, então, pare um pouquinho e tome conta, firmemente, dos seus sentimentos. Aja com a mente. Fazendo dessa forma você sempre terá dias bons pela frente. 

E.A.G.

sábado, 24 de setembro de 2011

Três dicas importantes de saúde

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João Cruzué
A maior bênção que Deus nos deu é o nosso corpo, depois nosso espírito e a provisão para salvação. No capítulo seis da I Carta aos Coríntios, Paulo ensina que nosso corpo é para habitação do Espírito Santo. Quero conversar com você nesta manhã sobre a importância de manter esta "máquina" maravilhosa em boa saúde para evitar tantos males que vão encurtar nossa vida, e com isso, abortar os propósitos que Deus planejou para nossa existência.

Por que tanta gente vem fazendo uso (cada vez mais cedo) de medicamentos de uso controlado, que por sua vez levam à necessidade de usar ainda outros cujos efeitos antagônicos/sinérgicos em cada organismo são desconhecidos? Você já notou a quantidade de contraindicações descritas na bula desses remédios? Enfim, será que é inevitável os maiores males desta geração: a hipertensão, o diabetes e o câncer?

Eu tenho certeza não.

Fazemos parte de uma geração condicionada ao consumo. Induzida ao consumo. TV manuseada por controle remoto, carros confortáveis, remédios "milagrosos", pizzas dos melhores sabores e uma geladeira (e até freezer) para prover os mais apetitosos alimentos - bem à mão.

De outro lado, nosso tempo é sempre pouco, ou na verdade, pouco planejado.

Ou aprendemos a planejar nosso tempo e nossa saúde, ou vamos desperdiçar (ou encurtar) nossa vida em um terço ou pela metade, com isso, vamos limitar e abortar o que Deus planejou para nós nos dias que teremos maior conhecimento, maior experiência.

Vou deixar três sugestões.

1. Atenção com o óleo de cozinha.

Na medida correta ele é benéfico. E qual é a medida certa? Conheço um caso particular com um desfecho ruim. Certa conhecida foi internada às pressas com sintoma de diabetes. Exames revelaram que sua taxa de glicose estava próxima - pasmem! - de 900. Tendo feito anamnese, o médico descobriu que ela usava 18 litros de óleo de cozinha na comida por mês.

Ele observou que bastava apenas um litro. O médico pediu autorização a paciente para registrar o caso dela nos anais médicos: a única pessoa que ele conhecera com 900 mg/dL e ainda estava viva. Eu não entendo muito disso, apenas que essa senhora era fiel ao Senhor e muito disciplinada em suas orações.

Os "amantes" do óleo de cozinha, das gorduras suculentas dos churrascos, os clientes da indústria do
fast food estão trazendo um custo social enorme para a Sociedade. O assunto do momento no Congresso Nacional é a Emenda 29. A busca de mais fontes de recursos para cobrir um grande buraco que uma multidão de doentes insiste em cavar; o tamanho dele é de 40 bilhões de Reais. Dinheiro que seria muito bem vindo, na Educação por exemplo.


2. Sal de cozinha - inimigo nº 1 da saúde

O mau uso do sal de cozinha - por causa do Sódio - é de longe a maior causa de hipertensão de milhões de brasileiros. Assunto rebatido, mas nunca enfrentado. A quantidade de remédio de "pressão" que é vendida nas farmácias deve bater na casa de bilhões a cada ano.

O condicionamento cultural que leva uma pessoa a apreciar sal em excesso, pode ser o mesmo que pode levar à apreciação uma comida com MENOS sal. Isto se chama REEDUCAÇÃO. Os benefícios vão muito além do bolso.

A dependência de anti-hipertensivos leva ao uso de outros remédios. Para que? para tratar dos efeitos colaterais. Aquela velha história de trazer rato para cara para cuidar das baratas. Depois um gato para expulsar o rato, um cachorro para expulsar o gato, até que o dono foi engolido por um leão.

No dia que você vai ao restaurante de vê uma pessoa jovem despejar a metade do conteúdo de um saleiro sobre a salada, você para e pensa: O sal é tão imprescindível assim? É dessa forma que o propósito de Deus começa a ser abortado na vida de uma pessoa, que não usa o bom senso para cuidar bem do seu corpo.


3. Caminhadas


É do poeta romano Juvenal (Decimus Iunius Iuvenali) a frase "Orandum est ut sit mens sana in corpore sano", que hoje tem esta interpretação: somente um corpo são pode produzir ou manter uma mente saudável, em plena forma.

A caminhada é um exercício moderado que pode ser praticado por crianças e velhos. A humanidade atravessou milênios caminhando. Cristo e os discípulos subiam às festas em Jerusalém caminhando. E voltavam também caminhando. Não havia trens, metrôs, bicicletas, nem automóveis naquela época. Também não havia
freezers, geladeiras nem MacDonads.

Metrópoles, como São Paulo, enfrentam de uns 40 anos para cá o pior trânsito que já se viu. "Nunca na história deste país" se viu tanto carro no meio da rua. Oito em cada dez transportam apenas o próprio motorista. É mais estresse, mais monóxido de Carbono, mais desperdício de combustível, perda de tempo, menos saúde e menos anos de vida.

É preciso planejar para a vida.

No primeiro ano de trabalho no Centro, eu descia no ponto final do ônibus. De lá caminhava para o trabalho na Praça da Sé. Como o trabalho exige muito da minha mente, decidi voltar aos exercícios. A estação do Inverno e da Primavera são excelentes para implementar uma mudança de hábito. "Algumas coisas nunca mudam. Outras custam a mudar, mas quando mudam, mudam para melhor." Então eu iniciei uma mudança

Criei coragem; comecei a descer um ponto antes do final. Dois quilômetros e 24 minutos. Como gosto (muito) de Fórmula 1, fui aceitando desafios: Passei a descer na saída do Túnel da Nove de Julho. São três quilômetros até a Praça da Sé. Meus colegas e eu achávamos um absurdo - era muita distância.

Depois dos três quilômetros, percebi que poderia tentar algo mais distante. Fiz uma loucura e desci na Avenida Faria Lima. São sete quilômetros até à Praça da Sé.

De São Paulo, desci até o município de Barra do Turvo, na divisa com o Paraná, a caminho de Curitiba. Todos da família tinha ido até a "cachu", um córrego que desce 70 m de altura, a oito quilômetros do Centro daquela cidade. Com mais oito da volta, são 16. Fiz o percurso por duas vezes.

De Barra do Turvo fui até a cidade onde me criei: Dom Cavati. Desta cidade até Iapu são 18 quilômetros. Caminhei o percurso em 2:35 minutos.

Em Belo Horizonte tem o famoso "Parque Estadual da Serra do Rola Moça", onde passa o trem sobre uma ponte puxando mais de um quilômetro de vagões vazios. São quatro quilômetros de uma serra de tirar o fôlego a começar pelo Pongelupe e terminar na Precon - antiga Sical.

Desde o inverno do ano passado, costumo descer na Ponte Cidade Jardim para caminhar os oito quilômetros que a separam da Praça da Sé. São 90 minutos de pura caminhada. Não inteiramente pela Av. Nove de Julho, com muitos carros e poluição, mas pela Professor Artur Ramos, Maestro Elias Lobo (com sabiás pela calçada), Alamedas Pamplona, Jahu, Casa Branca, MASP, FVG, Praça XIV Bis, etc. Com dias não tão frios, eu encurto o trajeto para quatro quilômetros, a começar pela Estação Consolação do Metrô, descendo pela Rua Frei Caneca, onde há uma feira nas manhas de quinta, com direito a pastel e caldo de cana.

Para enfrentar estes desafios, levanto uma hora mais cedo. O resto do dia não mais me estressa tanto, apesar de muito, muito mais trabalho. Também tomo cuidados especiais: um par de sapatos com amortecedores. E vou mudar. Pretendo deixar um par de sapatos no trabalho, e ir e vir do trabalho com tênis, para preservar minha coluna.

O rendimento no trabalho de uma pessoa que se exercita pela manhã é incomparavelmente melhor. Primeiro porque a caminhada faz o sangue irrigar melhor o cérebro. A perda de peso também é outra boa consequência, mas em ritmo mais lento isso não vai acontecer. Um outro benefício, além de evitar que você seja mais um consumidor compulsório dos remédios de hipertensão e diabetes é a melhora de sua capacidade de respirar, levando mais oxigênio para os pulmões, e daí para o cérebro.

Estou quase terminando.

Se você não começar a planejar seriamente a saúde do seu corpo, antes do previsto pode começar a gastar mais e comprometer seu orçamento pelo resto da vida. Remédios nunca são inofensivos. É muito "chato" passar a meia idade e chegar à velhice estereotipado: sabe aqueles papos (chatos) sobre doenças e remédios? Você pode não perceber, mas os mais jovens a sua volta, sim.

Uma boa coisa é planejar para a vida, todavia outra coisa muito melhor é implementar estes planos. Hoje eu falei sobre cinco coisas que podem melhorar a saúde do seu corpo: consumo do óleo de cozinha, redução da quantidade do sal de cozinha, Levantar mais cedo, evitar o uso do automóvel e descer antes do destino para caminhar.

Você precisa aprender ou reaprender a amar si próprio. Estabelecer planos, mudar velhos hábitos - ir além dos planos. Fazendo isto, você estará zelando para ter saúde e chegar bem longe em idade. Objetivo disso é manter-se vivo para cumprir todos os propósitos que Deus estabeleceu para você.