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sábado, 3 de fevereiro de 2024

IBGE contrapõe número de templos religiosos ao de hospitais/escolas, e expõe seu preconceito institucional

  

 Os dizeres na imagem acima são um chamariz. Utilizam a burla do ridículo e do óbvio para atrair.

Outra burla, igualmente obscena, tem sido utilizada pelo órgão oficial, e reproduzida por entes de imprensa e pessoas por todo o pais, na última semana. Ela, a burla, soa literalmente assim:

Brasil possui mais templos religiosos do que escolas e hospitais somados.

Você eventualmente deve ter visto essa "notícia", em suas redes sociais ou sites noticiosos.

O preconceito aqui é axiológico, nasce com a expressão, o próprio "raciocínio" que ela promove.

Religião é coisa de foro íntimo, particular. Templos religiosos, do terreiro de candomblé ao templo budista, passando pelo motivo velado fundamental do ódio, os templos evangélicos, são erigidos com o dinheiro dos fiéis, ou de seus idealizadores. Sim, muitos templos sequer "se pagam", e aquele que os mantém o faz por fé. Outros sim, excedem-se no lucro, e malversam algo que deveria ser sagrado. Mas em ambos, em todos esses âmbitos, eu e você, que dirá o poder público, temos pouco ou nada a ver com isso. 

Já escolas e hospitais dizem respeito a todos, pois são pagos com impostos. Seus gestores, funcionários públicos em sua maioria, estão a serviço da sociedade e por esta remunerados. Perdão, sei que essa pedagogia chega a ser ultrajante. Mas é para dar a dimensão da situação a que chegamos.

Como comparar a esfera particular com a esfera pública? Qual a relação que se busca promover ao comparar a existência de templos religiosos com a de escolas e hospitais? Fica implícito o caráter maniqueísta, de contrapor algo "positivo" a algo "negativo"; ou necessário/desnecessário, ou qualquer outra maniqueismada que se queira.

Vamos deitar um outro vestido ao raciocínio. Você viu alguma postagem ou reportagem (já não são a mesma coisa, diluídas na sopa de ideologias espúrias de seus veiculadores, uns pagos e diplomados, outros entusiastas de sofá?), sim, você viu por acaso reportagem ou postagem (que dirá recenseamento), seja do próprio IBGE, da Folha, de seu primo ateu, de seu professor marxista, nesta linha:


BRASIL TEM MAIS BARES DO QUE ECOLAS E HOSPITAIS


Viu?

Falo agora aos evangélicos. Já é tempo de levantar do canto do ringue e combater o preconceito aberto e velado que muitos vomitam ou excretam sobre nós, dia após dia. O comentário judicioso no grupo de família, escola, trabalho; a postagem tendenciosa do amigo, dO Globo ou do IBGE; o olhar repetidamente atravessado (foco no repetitivo, é sintomático) em qualquer ambiente, da empresa aos coletivos...

Eu costumo aplicar um método desconstrutivo para explicitar o preconceito das falas, preconceito que mal conseguem esconder. O truque, quase socrático em sua rusticidade, consiste na simples substituição de palavras e expressões.

Quando ouvir: "Pastor é tudo ladrão" (vários o são, conheci alguns pessoalmente) troque o "pastor" por "preto", e pergunte à pessoa se ela concorda com a mudança. "Preto é tudo ladrão". Dá até cadeia, hum? Sim, e muito justificadamente. Mas o que muitos não sabem ou não querem fazer valer é que o primeiro comentário e congêneres também. Para o bom funcionamento (e exposição do preconceituoso) vale qualquer substituição, por opção sexual (gay, lésbica, hétero, etc.), por etnia, classe profissional, nacionalidade. A ideia é a de que, quando atingida, a pessoa reflita sobre a própria intolerância que, acredite, muitas vezes é semi-voluntária e segue o abjeto padrão mental do pre-conceito: Economia mental, esforço simplificador para não esforçar-se em raciocinar, em pensar por si mesmo. Sem desconsiderar o ódio gratuito ou pago, mas execute a manobra ao rigor da Lei: presuma inocência.

Além da antiga Lei que protege a liberdade de culto - e o respeito à fé alheia, há poucos dias se comemorou o Dia de Combate à Intolerância Religiosa, firmado pela Lei 11635/07. Tal lei ou data surgiu num contexto de proteção aos cultos de matriz africana, que têm sofrido preconceito histórico, desde sua introdução (ou criação, no caso da umbanda) em nosso país. Mas a primeira Lei não protege apenas estes, assim como a segunda não visibiliza apenas a sua causa. Toda intolerância religiosa deve ser judicializada. E judicializar, você sabe, segue o mesmo processo: Gravam-se falas, "printam-se" comentários, arregimentam-se testemunhas. 

Emitir opinião contrária não é crime. A intolerância se mostra quando os termos são agressivos, quando o ódio vaza do canto das bocas, quando o padrão se repete.

O mal se combate em campo. Tomemos a iniciativa, pois a bovinidade só interessa aos açougueiros, aos carrascos. 


Sammis Reachers

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Publicado originalmente no blog Cidadania Evangélica. A reprodução deste texto é liberada em qualquer meio e plataforma, desde que creditada a fonte.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

QUAL É O MEU NOME ATUAL? - Uma dinâmica para promover e avaliar seus conhecimentos bíblicos, geográficos e missiológicos

 


QUAL É O MEU NOME ATUAL?

 https://veredasmissionarias.blogspot.com/


Objetivos: Promover e avaliar os conhecimentos bíblicos, geográficos e missiológicos dos participantes.

Materiais: Não é necessário.

 

A dinâmica se vale de nomes antigos de alguns países e cidades, conforme citados na Bíblia. A partir de dados atuais sobre tais locais, sobre suas realidades físicas, políticas e religiosas, os alunos deverão adivinhar qual o nome atual daquele lugar.

A ideia é oferecer dados sobre a realidade da presença cristã, necessidades de evangelização, dados sobre a perseguição ao cristianismo etc., colaborando para familiarizar os participantes com a realidade desses países.

Ganha aquele que obtiver mais acertos.

Se desejar, a cada acerto de um participante, o coordenador pode oferecer mais informações sobre a realidade daquele lugar, previamente pesquisadas.

Alguns exemplos que você pode utilizar (procure pesquisar outros):

 

Na Bíblia eu fui chamado de Pérsia. Hoje meus vizinhos são Turquia, Iraque, Turcomenistão, Afeganistão e Paquistão. Em minhas terras impera a religião islâmica, numa de suas duas principais vertentes: a xiita. Minha população possui apenas 1,5 % de cristãos, mas a igreja secreta tem crescido há décadas por aqui. Meu nome hoje é? – Resposta: Irã

 

A Bíblia me chama (em Is 49:12) de Sinim. Sou um país socialista, cuja população é a segunda maior do mundo. Ao expulsar os missionários estrangeiros há algumas décadas, achei que destruiria o cristianismo, “religião dos brancos”, em minhas terras. Mas a igreja secreta cresceu de uma maneira milagrosa, e hoje já é uma das maiores do mundo, embora ainda haja muitos povos não-alcançados em meu território. Sou? – Resposta: China

 

Eu fui uma cidade. Meu nome antigo era Antioquia. Em mim o apóstolo Paulo censurou a outro apóstolo, Pedro, por seu comportamento dúplice. Em mim também foi fundada a primeira igreja gentílica (não-judia) da história. Hoje abrigo um país que possui uma pequena fronteira com Israel, e está em guerra há dez anos; facções muçulmanas, bem como potências mundiais têm intervindo em meu território, e os cristãos, que gozavam de uma pequena tolerância, foram dos mais prejudicados. Antes da guerra civil eram 6%; hoje, mal chegam a 2% da população. De que país estamos falando? – Resposta: Síria

 

Fui uma cidade. Meu nome antigo era Laodiceia. Da igreja que aqui foi fundada, o próprio Cristo disse que não éramos nem frios nem quentes, mas mornos (Ap 3:14-21). Hoje minhas ruínas estão situadas num país que faz parte de dois continentes, a Europa e a Ásia, e cuja população se declara 99% muçulmana. Esse país já foi um império que ajudou a espalhar o islã por diversos lugares. Quem sou? – Resposta: Turquia

 

Na Bíblia eu fui chamada de Gadara. O “endemoniado gadareno” (Mc 5:1-20) é uma passagem famosa. No lugar onde eu me erguia, hoje está localizado um país muçulmano, vizinho de Israel. Esse país é uma monarquia, cuja língua oficial é o árabe. Comparado a outros países do Oriente Médio, aqui os cristãos desfrutam de alguma tolerância e respeito, embora sejam apenas em torno de 7% da população. No entanto, muçulmanos que se convertem a Cristo são duramente perseguidos. De que país se trata? – Resposta: Jordânia

 

Meu nome bíblico é Cirene. Como cidade, fui uma antiga colônia grega, cuja parte da história foi narrada por Heródoto, justamente o “pai da história”. Minhas ruínas estão situadas no que hoje é um grande país africano, vizinho do Egito. Tal país foi governado por anos por um ditador amado e odiado por seus cidadãos; mas as revoltas da Primavera Árabe o derrubaram, instaurando também o caos no país, pela briga de poder. Hoje tal país é uma terra sem lei, e de grande risco para cristãos. Na lista de perseguição elaborada pela Missão Portas Abertas, estou entre os dez mais. – Resposta: Líbia

 

Sou a cidade de Tiro. O país onde eu estava localizada conserva o mesmo nome, desde os tempos bíblicos até hoje. As madeiras das árvores de meu país fizeram sua fama. Nos tempos contemporâneos, mesmo estando situado no Oriente Médio, ele já possuiu 70% de população cristã (até a Primeira Guerra Mundial); no entanto, após uma guerra civil o país entrou numa sequência de crises, e hoje esse percentual não passa de 35%. O Brasil abrigou milhares de imigrantes que daqui saíram. Que país é esse? – Resposta: Líbano.

 

Meu nome é Patmos. Sou uma ilha que conserva seu nome desde os tempos bíblicos; foi aqui que o apóstolo João, prisioneiro, escreveu o livro de Apocalipse. A cultura de meu país (embora na época ele nem fosse ainda um país, mas um agrupamento de cidades independentes) ajudou a moldar a cultura ocidental. Hoje sou um dos países mais “pobres” da Europa. Mas também um dos mais cristãos: Praticamente 95% da população se declara cristã – embora o número de evangélicos mal chegue a 2%. Que país é esse? – Resposta: Grécia.

 

Sou um país onde se localiza o Monte Ararat, em que se acredita que a Arca de Noé atracou, após o nível das águas abaixar. Mas hoje tal monte pertence à Turquia, minha vizinha. Somos considerados o primeiro país a adotar o cristianismo como religião, ainda no século IV. Meu povo foi vítima de um dos maiores genocídios contra cristãos do século XX (provocado justamente pelos turcos), mas tal crime é pouco lembrado. Quem sou? – Resposta: Armênia.

 

Sou um país europeu chamado por Obadias de Sefarad. O apóstolo Paulo planejava levar o evangelho até minhas terras. Já fui uma das grandes potências mundiais, quando o mar era meu domínio, e ajudei a espalhar o catolicismo pelo mundo. Hoje, a maior parte de minha população ainda se declara católica (52%), embora os praticantes sejam menos da metade disso. E os sem religião beiram os 40% de meu povo.

Qual é o meu nome atual (no tempo de Paulo eu já tinha este nome)? – Resposta: Espanha

 

Sou um país milenar e berço de uma das primeiras civilizações. Meu território faz parte de dois continentes (Ásia e África). Abrigo o rio mais extenso do mundo (ou será o Amazonas?) e uma população de 109 milhões de almas, das quais 85% são muçulmanos. Quem sou? – Resposta: Egito

 

Sammis Reachers

Ore por nós, por inspiração e portas abertas, para que em breve tenhamos um novo livro, gratuito, reunindo recursos para ensino e mobilização missionária.

sábado, 18 de maio de 2013

Gravação mostra membros do AfroReggae supostamente coagindo testemunhas a acusar o pastor Marcos Pereira de estupro



Após uma das supostas vítimas do caso Marcos Pereira gravar um depoimento desmentindo as acusações feitas contra o pastor, um novo vídeo foi publicado pela Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) em seu canal no Youtube.
A mulher, identificada como Andréia Sampaio, gravou um depoimento ao lado de seu esposo, Márcio Nascimento, sua filha (menor de idade e inicialmente apontada como uma das vítimas), e seu filho, David Nascimento, que foi arrolado como testemunha no inquérito aberto pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).
No vídeo, a família relata ter sido vítima de uma coação por parte de integrantes do AfroReggae, entre eles o pastor Rogério Menezes, e um homem identificado como Gaúcho. Como prova da coação, apresentaram uma gravação feita por Márcio Nascimento (o esposo da suposta vítima).
Segundo Márcio, ele foi procurado pelo pastor Rogério Menezes, que afirmou que sua esposa e sua filha haviam sido estupradas pelo pastor Marcos Pereira. Como desconfiou da história, decidiu gravar a conversa que teria com os integrantes do AfroReggae num encontro marcado.
Após gravar a conversa, permeada de afirmações de que o objetivo era “acabar” com Marcos Pereira, Márcio resolveu levar sua filha a um ginecologista, para fazer um exame clínico a fim de constatar se ela ainda era virgem ou não. Como o exame comprovou a virgindade da jovem, Márcio Nascimento afirma ter tido certeza que tratava-se de uma armação.
Andréia, que é apontada como vítima de estupro e testemunha no inquérito, afirma que se seu marido tivesse dado ouvidos aos integrantes do AfroReggae, a “destruição” teria assolado sua família.
David Nascimento, filho do casal, afirma que recebeu oferta de emprego no AfroReggae, e que no seu primeiro dia de trabalho, foi levado pelos responsáveis pela ONG à DCOD. Entre eles, estavam José Júnior (diretor do AfroReggae e desafeto de Marcos Pereira) e uma mulher identificada como Zeneide, que seria uma das acusadoras do pastor Marcos Pereira.
Durante o depoimento, David disse ter ficado assustado pela forma como os dois falavam do pastor, e que o escrivão da DCOD anotava o que Júnior e Zeneide falavam, como se fossem declarações do próprio David.
O vídeo publicado pela ADUD não apresenta a gravação feita por Márcio Nascimento em sua íntegra, e insere trechos em meio aos depoimentos da família. Confira:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

sábado, 17 de março de 2012

A Civilização Islâmica - Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs



Perseguição aos cristãos no Oriente Médio pode resultar em conflito global

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”

Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.

“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ”intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND
Gospel Prime

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mulheres do Caminho: Portas Abertas convida para evento em São Paulo



UM CONVITE ESPECIAL...

Quero convidar você a celebrar o mês das mulheres de uma maneira diferente, com um grupo de pessoas que estarão juntas por um mesmo propósito, muito embora algumas ainda não se conheçam. Afirmo que é uma comemoração diferente porque deixaremos de pensar em nós e lembraremos de outras mulheres que vivem em outros países. Muitas delas não encontraremos pessoalmente nem tampouco sabemos seus nomes. Mas o fato de serem mulheres nos une ainda mais nesse mês. 


No dia 2 de março, às 14h30, você vai ouvir histórias sobre Mianmar, o 27º país daClassificação de países por perseguição, criada pela Portas Abertas. 



A dra. Ivana Abe, médica, esposa do membro do conselho da Portas Abertas, Marcos Abe, estará conosco na sede da Missão e irá compartilhar sobre o tempo que se voluntariou para ajudar as vítimas do ciclone Nargis que atingiu aquele país. Éespecialista em Medicina da Família e Comunidade e tem um filho de 1 ano e 10 meses. Ela não imaginava que poderia ir a Mianmar, mas o Senhor a levou para lá e usou seus talentos médicos para atender cerca de 100 pessoas por dia, entre mulheres e crianças. 



Celebre o mês da mulher de um jeito diferente! Venha entrar nesse mundo fantástico da imensa graça de Jesus.



Data: 2 de março 
Horário: às 14h30 
Local: sede da Missão Portas Abertas
Rua Barão do Rego Barros, 664 – Vila Congonhas – São Paulo 



Confirme sua presença através do email mulheresdocaminho@portasabertas.org.br

Elizabeth Banov
Coordenadora do ministério 
Mulheres do Caminho

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orissa, Índia - dois anos depois

Relatório atual da situação dos cristãos indianos em Kandhamal - Orissa

NOTÍCIAS DE NOVEMBRO 2010
Mapa: site do governo indiano
clique no mapa


Fonte anônima da AICC*

Tradução: João Cruzué - http://olharcristao.blogspot.com


ORISSA - 08 de novembro de 2010. O Dr. Krishan Kunar, coletor do distrito (município) de Kandhamal, onde se deu o "epicentro" da grande perseguição de 2008, onde 100 cristãos indianos foram barbaramente assassinados, 5.600 casas incendiadas e 56.000 pessoas expulsas de seus lares, está sob suspeita de liderar um bem orquestrado boicote social e econômico contra cristãos - minoria na comunidade local.


Confrontado com crua realidade o Sr. Kunar voltou a culpar as lideranças da Igreja de serem um estorvo para a paz distrital, provavelmente porque estas lideranças fizeram um requerimento à Suprema Corte da Índia sobre questões de (in)justiça na região.


O boicote econômico contra os cristãos Panos e Kondh em Kandhamal, que primeiro veio à luz no Tribunal Nacional do Povo, dirigido pelo ex-Shah de Nova Dheli em agosto deste ano, continua sendo uma fonte de aborrecimento para a comunidade cristã em Kandhamal, Estado de Orissa.


Um grupo de investigação de quatro bem conhecidos ativistas liderados pelo Advogado, Dr. Nicholas Barla - um líder ativista tribal, foi constituído para investigar as denúncias. São eles: Irmão Marcos - um assistente social, por Jugal Kishore Ranjit, um ativista Dalit pelos direitos humanos e Ajay Kumar Singh outro ativista de direitos humanos.


Eles visitaram o distrito de Kandhamal em 05 de novembro passado (2010) para verificar as alegações de boicote social e econômico contra os cristãos. O grupo esteve em quatro vilas de quatro distritos policiais dos três blocos dos mais violentos do distrito.


Eles fizeram o seguinte relatório:


1 - A despeito das autoridades locais afirmarem que a situação estava dentro da normalidade, o relatório do grupo de investigação apontou um estado de ilegalidade, medo geral e um sentimento de insegurança entre os cristãos perseguidos.


2 - A equipe visitou primeiro a aldeia Gadaguda sob G. Os Udayagiri Distrito Policial, em Tikabali que testemunhou a violência de 30 de outubro de 2008, quase dois meses depois que estourou uma grande violência contra os cristãos. Um casal de idosos com mais de 70 anos foi a machadadas depois queimados em seguida. O grande número de pessoas foram feridas.


3 -Um deles, um soldado do exército, tinha marcas de balas nas mãos e nas coxas. Alguns ainda estão em barracas. A equipe interagiu com pessoas da aldeia de Dakanaju e vilarejos próximos. Eles incluíram o carteiro Sarapanch e um grupo de cristãos afetados. Eles disseram que os cristãos de Dakanaju foram proibidos de tirar água do poço cavado pelo governo.


4 - A equipe então encontrou Gadaguda Sarapanch, Sachindra Pradhan e perguntou se ele estava ciente de tal fato. O Sr. Pradhan disse que não sabia, mas que iria investigar a matéria o mais cedo possível.


5- O grupo dentão se dirigiu para a Aldeia de Bodimunda, sob o Distrito Policial Tikabali. Estacionaram o veículo na beira da estrada e se dirigiram em direção aos prédios residências danificados, com sinais evidentes do ódio e violência anti-cristãos. Depois de chegar à aldeia, os membros do grupo se dirigiram até a casa do pastor, e não havia ninguém na rua em meio as ruínas.


6 - O pastor Binod Pradhan (nome trocado) recebeu a equipe em sua casa e havia grande ansiedade estampada em seu rosto. Sua casa estava intacta. O pastor disse que foi forçado a se reconverter ao Hinduísmo, para salvar sua velha mãe que não teria como escapar da violência, pois já não andava mais.




7 - Dentro de poucos minutos da chegada do grupo, uma pessoa - mais tarde identificado como um militante da RSS (Rashtriya Swayamsevak Sangh) veio procurando obter informações sobre o grupo. O Pastor "Binod" disse que eram funcionários do Banco, junto com um parente seu que trabalhava no banco. Isto foi um sinal para que o grupo de verificação deixasse logo sua casa.


8 - Entretanto, o grupo foi informado do boicote social e econômico imposto sobre os cristãos pela ala direitista da RSS, grupo fundador do Partido Janata Bharatiya, e que haveria multa para qualquer veículo que transportasse cristãos - doentes com com saúde, ou seus pertences, para fora ou para dentro da aldeia.


9 - A equipe quis verificar tais alegações e foi até a casa de um certo Bamadev Pradhan, um cristão tribal. Bamadev estava deitado em um chão e lama e não podia se levantar porque tinha sido acometido de paralisia. Os membros da família disseram ao grupo de investigação que o paralítico estava com muita febre, e eles procuraram um carro de aluguel para levá-lo até um hospital próximo em Tikabali, a 8 km de distância da aldeia.


10 - Ninguém se disponibilizou para transportá-lo; finalmente um cristão que possuía um autorriquishá foi quase forçado a levar o paralítico. Quando ele emprestou seu auto, dali a pouco foi parado e o veículo levado embora por elementos da RSS. O proprietário do autorriquishá recebeu um auto de multa para liberar seu carro no valor de Rs 1,051 ( mil e cinquenta e uma rúpias) sob a condição de não transportar mais nenhum cristão da aldeia


11 - O grupo começou a interagir com os membros da família do paralítico por uns cinco minutos, quando um cristão, morador da aldeia, Jesaya Nayak entrou na casa e aconselhou ao grupo que somente saíssem da casa assim que a situação fosse segura.




12 - O grupo foi até outra casa. Um grupo de cristãos amedrontados tinha se reunido lá para conversar com eles. Eles disseram: Nós estamos em estado de choque. Os que possuíam alguma coisa se mudaram da aldeia e nós os pobres fomos deixados para trás.


13 - O que nos magoa e entristece é administração pública - o BDO e a polícia, que são cupinchas da RSS. Em vez de se tornar sensíveis à nossa situação, esta administração ainda deseja nos privar de nossas amenidades básicas. Eles baniram os autorriquishás locais, o único meio de transporte nesta área para levar os passageiros cristãos.


14 - Nós não temos permissão para trazer suprimentos, nem comida, nem remédios além de sermos proibidos de comprar qualquer coisa nas lojas locais. Não podemos comprar nada para nós. Aqui nós estamos lutando para sobreviver com seres humanos, disseram as vítimas.


15 - O grupo inquiriu se eles tinha ido fazer queixa na polícia, e os cristãos responderam que positivamente eles forram até o Inspetor encarregado da IIC de Tikabali, que lhes disse: "Sendo cristãos, vocês têm mesmo é que sofrer e não existe outra opção".


16 - O grupo quis se encontrar com o proprietário do autorriquishá e outros que tinham sido multados. Um aldeão local juntou-se ao grupo para encontrar com o dono do veículo, que tinha sido multado por transportar o paralítico ao hospital. O dono do autorriquishá, um pastor, disse ao grupo que ele teve que pagar a multa de Rs 1,051 rúpias, a despeito de ter feito queixa na polícia.


17 - O grupo depois se encontrou com Birendra Nayak (nome trocado), que informou aos membros da investigação que tinha pagado Rs 5,000 rúpias para liberar seu trator, por ter transportado material para a construção da casa de um soldado das forças de segurança local, que tinha sido destruída durante a violência contra os cristãos de 2008.


18 - Birendara Nayak prosseguiu e disse "Foi porque a polícia local toma um percentagem (propina) e protege os elementos sociais que governam região. Eu informe a polícia loca, mas nada aconteceu.


19 - Pushpanjali Nayak, a mãe do soldado disse que poderia ser contatada por telefone, disse ao grupo: "Este incidente surpreendeu seu filho que é do exército, que ficou mal e deixou a aldeia desgostoso. Nós estamos vivendo debaixo de barracas de lona de polietileno, como em um curral sem teto e assoalho ou paredes, com pouco dinheiro que temos ou ganhamos, nós não podemos reconstruir nossas casas.


20 - Nós compramos areia, mas a RSS levou embora. Nossa vida aqui é um inferno. Ela continuou soluçando enquanto narrava. O ex-pastor, que disse que abertamente voltaria a praticar sua fé, se a situação voltasse ao normal afirmou "que a areia que o trator trouxe foi levada embora pela RSS para construir o templo (hindu) da aldeia.


21 - Incidentalmente, havia um grupo de 16 policiais estacionados na aldeia e eles foram expectadores mudos desses incidentes. Então o grupo se dirigiu para a aldeia Keredi, no bloco Phulbani até a casa de um cristão. O grupo encontrou uma foto enorme de Krishna (Deus hindu).


22 - Naresh Digal, um ex militar (nome trocado) explicou que ele tinha que viver como um Hindu, pois tinha quatro casas na localidade. O ambiente é completamente hostil e não há apoio da administração pública. Ele continuou e disse que seu vizinho, também um ex-soldado do exército também sofreu um ataque de membros da RSS e sua casa foi destruída.


23 - Ele preencheu uma ocorrência e depois de 8 dias a polícia chegou para averiguar, deixando o local sem nem mesmo ter entrada na casa destruída. As economias deoseu vizinho se foram. O que ele vai ter para investir no futuro da sua família? Qual será o nosso futuro neste lugar se não houver apoio de nenhum lugar? A mulher, que compartilhava sua casa com sua prima se tornou uma freira, disse: " Nós esperamos pelo dia em que poderemos ser livres para praticar a religião de nossa escolha. Não somente antes da alvorada.


24 - O grupo então foi até a aldeia de Gandapadar em Minia Gran Panchayat no bloco Phiringia. Bem no interior. Não era difícil identificar as casas dos cristãos. Uma dona de casa nos deu as boas vindas dentro da casa reformada. O grupo viu uma enorme moldura de "Lord Shiva" pendurada na parede. Quando perguntada sobre a foto, ela mudou seu semblante e tentou explicar que a "RSS tinha nos dado a foto e um Tulsi para o altar de adoração.


25 - Nós os mantemos frequentemente, quando eles voltar para verificar se nós nos reconvertemos do cristianismo. Nós sabemos que nunca podemos deixar nossa fé. Os aldeões também afirmaram que quase todos as casas da aldeia têm duas fotos, uma de Jesus e outra de Shiva. Tarabati Digal explicou que há 10 famílias morando [no mato] fora da aldeia.




* AICC - All India Christian Council



Fonte da Matéria em inglês: AICC

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Pastor cristão Youcef Nadarkhani recebe pena de morte no Irã

[[PEÇO DIVULGAR ESTE ASSUNTO]]
PASTOR YOUCEF NADARKHANI É SENTENCIADO A MORTE NO IRÃ

Por reclamar do monopólio mulçumano no ensino religioso da escola dos filhos.

International Christian Concern


Tradução: João Cruzué

Comissão Americana para a Liberdade Internacional Religiosa - USCIRF expressou preocupação pelo caso de um pastor cristão que está preso há mais de um ano e recentemente foi ameaçado de execução por "apostasia". A comissão exortou a Administração do governo Obama para pressionar pela sua libertação incondicional.

Este caso é mais uma evidência de que não há transparência ou justiça no chamado sistema "legal" iraniano para as minorias religiosas, disse o Sr. Leonard Leo, diretor da Comissão. A administração Obama deve continuar falando alto, no mesmo tom da Secretária de Estado Hillary Clinton falou em agosto para as minorias iranianas. A pressão internacional causa impacto no Irã, e o regime tem mostrado leniência em alguns casos em que há escrutínio internacional.

Youcef Nadarkhani, um pastor do Norte do Irã, foi preso [prisão de Lakan] em outubro de 2009 depois que ele questionou o monopólio muçulmano no ensino religioso que seus filhos estavam recebendo na escola, argumentando que a Constituição do Irã permite criar os filhos na fé de seus pais. O Pastor Nadarkhani, e mais tarde sua esposa, Fatemeh Passandideh, foram acusados de apostasia. Enquanto sua esposa foi solta no começo deste mês, depois de quatro meses de prisão, de acordo com fontes iranianas o Pastor Nadarkhani foi acusado, declaradamente julgado, e informado verbalmente que ele vai receber pena de morte, embora nenhum nenhum veredito formal tenha sido emitido.

Durante o anos passado, os registros da combalida liberdade religiosa do governo iraniano deterioraram, especialmente quanto às religiões: baha'is, cristã e muçulmanos Sufis. Agressões físicas, aborrecimentos, detenções, prisões, intensificação de aprisionamento. Mesmo as minorias religiosas não-muçulmanas reconhecidas, como Judeus, arminianos e Cristãos Assírios e Zoroastrismo, protegidos sob a constituição iraniana têm enfrentado crescente discriminação e repressão. Desde a disputa eleitoral de junho de 2009, o governo iraniano tem intensificado sua campanha contra as minorias religiosas não muçulmanas.

Este modelo de prender e prejudicar as minorias religiosas, combin ado com a retórica inflamadado presidente Ahmadinejad e outros líderes não tinha sido vistas desde os primeiros anos da revolução iraniana. Disse o diretor da USCIRF, Sr. Leonard Leo.

--O fator tempo é essencial neste caso. A vida deste Pastor está por um fio. Nós comclamamos nosso governo e a comunidade internacional para pressionar e cobrar a libertação e assegure que não vai tomar ações extremas neste caso nem em outros semelhantes a este.

Fonte: Persecution.org



Comentário: A pedido irmão Felipe Ribas, pesquisei este assunto direto na fonte; estou repercutindo no blog olhar cristão. O nome deste pastor precisa ser espalhado para tudo enquanto é espaço vitual. Quanto mais conhecido ele for na comunidade internacional, maiores as chances dele não ser executado no Irã. Esta tradução está disponível para todos os que quiserem colaborar nesta causa.' (João Cruzué). Quem sabe o presidente Lula possa apresentar esta causa ao seu "colega" do Irã?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Irmão André, da Missão Portas Abertas, na TV aberta - Divulgue e não perca!


Amados irmãos, neste sábado, 13 de dezembro, estará sendo homenageada no Programa do Raul Gil a cantora Fernanda Brum. E, dado o envolvimento voluntário da cantora com a causa da Igreja Perseguida, a Missão Portas Abertas foi convidada a dar um depoimento sobre a mesma. E o próprio Irmão André, o fundador da Missão, estará dando uma palavra, e ainda será veiculado um clipe sobre a Igreja Perseguida. É a chance de todo o Brasil saber mais sobre a causa de nossos irmãos perseguidos, em rede nacional de TV, no horário nobre do sábado à tarde.

Avise a seus irmãos e amigos! Sábado, a partir das 15:00h, na TV Bandeirantes.

Para mais informações siga este link: http://www.portasabertas.org.br/contribuicao/chamada_programa.asp