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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Orientações para evangelização eficaz



Ao anunciar a Palavra de Deus, o lema de quem é cristão deve ser o mesmo proferido pelos apóstolos Pedro e Paulo: importa agradar a Deus e não aos homens (Atos 5.29; 1ª Tessalonicenses 2.4).

Todos os dias são dias de salvação (2ª Corintios  6..2) . Porém, em Eclesiastes 3, a Palavra de Deus informa que existe tempo para tudo. O pregador está inserido na questão de usar o tempo oportuno para falar e também para ficar calado.

Efésios 5.16 e Colossenses 4.5 falam em remir nosso tempo. Ora, a recomendação aconselha a cada um de nós otimizar o espaço de 24 horas que Deus nos dá. Quem é cristão precisa ter em sua agenda diária um espaço vago para nunca deixar de transmitir a mensagem nº 1 entre todos os assuntos que estão em nosso coração ardendo para ser falado. Diariamente, o cristão deve informar a alguém que Jesus Cristo é Senhor e único Salvador da Humanidade. Apesar desse compromisso importantíssimo, antes de cumprir essa tarefa inadiável é preciso orar. Na oração, pedir a Deus chances de fazer parte de momentos de evangelização às almas perdidas, momentos que ocorram segundo a direção dEle.

Quando evangelizamos guiados por Deus, estamos caminhando e falando segundo o Espírito Santo, e com certeza transmitindo a mensagem conveniente no momento certo do dia de quem está espiritualmente perdido.

O evangelista deve ser inteligente. Quem evangeliza  pode alterar os horários de sua agenda para transmitir as Boas Novas, mas jamais deve interferir e atrapalhar a agenda daqueles que recebem a mensagem evangelística, provocando prejuízos a eles. Jesus é manso e humilde, não é arrombador de portas. Se uma alma não dá ouvidos para você, então combine com ela um horário em que possa ouvi-lo.

Ratifico: Nunca deixe de pregar a Palavra de Deus. Mas também nunca deixe de orar antes de pregar, pedindo que o Senhor coloque-o e em situações convenientes para quem o ouvirá. Orações assim são respondidas, pois essa é a vontade divina para sua vida.

Alguns cristãos, além da inconveniência de falar fora do tempo, falam em lugar errado e com interpretação bíblica errada também. São anacrônicos exacerbados, sendo até insuportáveis em algumas situações. Quando confrontados dizem que sofrem perseguição religiosa.
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Há alguns deles que fazem uso de textos bíblicos em causa própria. Citam  Mateus 23.23, ou outros versículos similares, que contenham adjetivos negativos, para atacar desafetos. Porém, nenhuma de suas citações servem de constatação de um fato comprovável. Ninguém passa a ser lobo, mercenário, hipócrita, ou víbora, só porque alguém usou trechos bíblicos com esses termos. Tal ação é cabível até de processo judicial, pois poderá ser configurada como calúnia, injúria e difamação.

"Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte" - 1ª Pedro 4.15-16.

Enfim, Deus não é criador de confusão. 

E.A.G.
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Este artigo está liberado para todos os tipos de cópias, desde que não seja com fins lucrativos. No entanto, é exigido que ao copiar seja citado o nome do autor e da fonte da coleta ao lado do link ativo. Eliseu Antonio Gomes; Confentaria Cristã, http://confeitariacrista.blogspot.com    

domingo, 17 de abril de 2011

4 motivações missionárias


André Filipe, Aefe!
também em: www.imagemesemelhanca.com

A partir de uma sondagem interna, algumas leituras e, claro, pelas próprias Escrituras, separei 4 motivações necessárias e recorrentes no missionário. Em ordem crescente de importância, ficou assim:

1) Espírito de aventura
Tinha certo receio em falar que fui levado às missões devido a leituras da National Geographic. Criei coragem com William Carey: paradigma das missões modernas, seu interesse pelos povos começou pelo acesso aos relatos das viagens do grande explorador inglês James Cook. Mas não só ele: grandes empreendimentos missionários surgiram na Europa do século XVI justamente influenciados pelos relatos das culturas do Novo Mundo descoberto por portugueses e espanhóis.
E é verdade. Se o missionário não tiver certo gosto pela aventura: o desprendimento, a curiosidade e o fascínio por culturas e línguas diferentes, o gosto pela mobilidade; terá sérias dificuldades de adaptação. Concomitante ao Espírito Santo, não foi o espírito de aventura que levou Paulo a empreender viagens por diferentes regiões do mundo?
Tá certo que o missionário não é um herói, figura romanticamente marcada neste ministério. Do tipo que, apesar das lutas, logo virá a vitória e o reconhecimento do mundo. Mas é um aventureiro do mundo real, cuja picada de cobra machuca, em quem a malária traz sofrimento, aprender outra língua é difícil, acompanhado de muita monotonia e solidão. Mas foi por desbravadores que descobrimos o mundo e é com eles que Deus espalha sua igreja.

2) Paixão pelos perdidos
A realidade do inferno é um fator propulsor da missão. Entender que as pessoas só serão livres do inferno se ouvirem a Palavra de Deus e entregarem suas vidas a Jesus Cristo, e amá-las profundamente, este entendimento têm movimentado milhares de famílias ao redor do mundo, que enfrentam doenças, mares, florestas e perigos diversos. O mais famoso é o movimento conhecido como os Irmãos Morávios, na Saxônia, cujo principal líder, conde Zinzendorf, foi muito influenciado pelo pietismo da Universidade de Halle, Alemanha.
A paixão pelos perdidos não significa que a salvação deles depende de nosso esforço pessoal, e até o conceito de “perdidos”, consagrado no imaginário missionário, pode não ser entendido corretamente. Mas a “paixão pelos perdidos”, ou melhor, este sentimento de misericórdia por  aqueles que ainda não entregaram suas vidas ou ainda não ouviram o evangelho de Jesus Cristo, considero um amor descomunal, extraordinário, mas que tem como modelo o próprio Jesus Cristo, e capacitador, seu Espírito Santo. É um sentimento que excede ao do cuidado pastoral pelas ovelhas, de pregação para fortalecimento e edificação. É uma vocação para ir às ruas buscar os escolhidos de Cristo, e sofrer e chorar por aqueles que não ouvem a pregação. O profeta Jonas, finalmente ao obedecer a Deus, erra por obedecer sem misericórdia e compaixão.

3) Obediência à Palavra e ao Espírito.
O sentimento de dever ao mandato de Deus para levar o evangelho a todos os povos foi o fundamento da Reforma missionária protagonizada pelo já citado William Carey, que sozinho traduziu a Bíblia para diversas línguas, foi perseguido pelo governo da Índia, pôde influenciar a cultura retirando práticas de assassinato, plantou igrejas, Universidade e Hospitais.
A Palavra é clara quanto a nossa responsabilidade de resplandecer a Luz de Cristo e sermos testemunhas do seu evangelho. Mas quando falo de obediência à Palavra E ao Espírito, refiro-me a uma vocação especial, individual.
Nem todos são dirigidos por Deus para saírem de seu país, de sua cultura. Mas aqueles são vocacionados pelo Espírito, desobedecem mesmo não atendendo a algo claro nas Escrituras. Jonas obedecia a Deus em Israel; desempenhava seu ofício profético, e poderia desempenhá-lo também em Társis. Mas Deus o dirigiu para outro lugar, e ele não foi.
O livro de Atos mostra que quem dá as coordenadas geográficas para o desenvolvimento da Igreja é o Espírito. Assim, posso até estar obedecendo ao Mandamento geral das Escrituras, de ser testemunha em minha cidade. Mas se o Espírito me chama para sair, ir para outro lugar, estarei sendo igualmente desobediente se não seguir adiante.

4) Ardente desejo de contemplar a Glória de Deus por toda parte.
Tenho um apreço enorme pelo ministério de tradução da Bíblia. Traduzir um livro da Bíblia para uma língua e uma cultura que não a possui deve ser uma experiência sobrenatural. No entanto, penso que não deve haver alegria e satisfação maior para um missionário do que traduzir cânticos. Quando um missionário traduz o livro da Bíblia, traduz na expectativa da conversão. Quando traduz um cântico, traduz na certeza de que crentes se converteram ao Evangelho e por isso estão aptos para adorar o Cordeiro Jesus.
Ouvir cânticos de adoração numa comunidade em que não havia cânticos de adoração deve ser uma experiência fora de série para um missionário. Ouvir testemunhos de atos soberanos de Deus, ouvir orações de gratidão numa igreja recém-nascida, não deve haver alegria maior para um missionário.
Você pode não ter um espírito de aventura, você pode não ser um cara super obediente ao Senhor Jesus, ou mesmo não ter aquele amor extraordinário, mas se o seu coração pulsa forte e seu olhos almejam ver a glória do Nome de Jesus Cristo por toda parte, então você é um missionário.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Dançando Para Deus


“Todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação” Hc 3:18

Quando o profeta Habacuque faz esse propósito de viver em alegria, estava a contemplar os campos sem frutos, os currais vazios, o chão árido e  seus irmãos a gemer de fome.  Apenas alguém que vive através da fé pode ser conduzido a esse estado de esperança e ânimo, mesmo em meio às piores circunstâncias.

A alegria da confissão de Habacuque, no grego é “Gil”, sugere “bailar de alegria” ou “saltar”, no original significa: "rodopiar em redor com movimentos intensos”. Foi exatamente isso que fez o Rei Davi em 2 Sm 6:16; "E sucedeu que, entrando a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul estava olhando pela janela e viu que Davi ia saltando e girando acrobaticamente..." O Rei estava se alegrando no Senhor.

Alguma vez você foi movido a dançar para o Senhor em meio a um campo devastado? Agradeceu a chuva e a colheita que estaria por vir? Pode ser que alguém o chame de louco por isso, mas foi o que Habacuque ousou fazer.

No Evangelho de João também está escrito: “Abraão alegrou-se por ver o dia do Senhor” Jo 8:56. Ou seja, Abraão dançou intensamente após receber a promessa de um herdeiro que por sinal se chamaria: Isaque ou “riso”: “E chamou Abraão o nome de seu filho que lhe nascera, que Sara lhe dera, Isaque”. Gn 21:3.  A esterilidade de Sara resultou em riso para o casal.  Mas não foi em vão, foi através da fé . Abraão sorriu em meio à sequidão: - "Sara, vamos ter um filho, ele se chamara riso."


"Sabei, pois que os que são da fé são filhos de Abraão” Gl 3:7.

Sou grata a Deus por todas as vezes que Ele me fez sorrir nas adversidades. Quando pude ouvir a voz suave do Espírito Santo contrastando com o turbilhão de vozes negativas. O mundo é assim, uma marcha solene sob o jugo da escravidão, cuja melodia impõe medo, dúvidas, desilusões e morte. Um a um cambaleia rumo a um destino desprovido de graça.

Mas a voz de Deus nos convida a se alegrar, dançar como Habacuque, Davi  e Abraão embalados pela fé, pela certeza do que olhos, ouvidos e mãos alcançarão trazendo a existência, as coisas que não são como se já fossem Rm 4:17. Que assim seja para você, amado leitor. Que através da fé, possas contemplar as promessas do Deus que ama a todos incondicionalmente e que tem por vontade trazer riso, dança , alegria para nossas vidas,  para glória do Seu nome.


Wilma Rejane.


domingo, 24 de outubro de 2010

Por Trás Das Malhadas

O homem segundo o coração de Deus, chamado Davi, reúne em si grandes lições, aplicáveis aos que querem agradar a Deus. Davi, em hebraico “amado”, teve o privilégio, de ser escolhido para que de sua descendência surgisse O Enviado as Nações como Salvador: Jesus, O Messias. Por este motivo, vemos as referências nos Evangelhos e Epístolas: “Jesus, filho de Davi” Mt 9:27, 12:23 e Rm 1:3.

Saber que um homem tão especial para Deus, também cometeu erros, me conforta. O que não significa ter que errar para ser amado, mas que “O amor cobrirá uma multidão de pecados! I Pe 4:8. Certa feita, Davi indagou: “Quem sou eu, Senhor Deus? E qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui? I Cr 17:16.

O certo, é que Deus enxergou Davi enquanto ele apascentava ovelhas. Em sua solitária missão, ele olhava para os montes e conversava com Aquele que sabia ser o Criador. No campo, tocava harpa enquanto algumas ovelhinhas se acomodavam aos seus pés. O pastor Davi, as amava como a própria vida. Não importava o tamanho nem a força do animal que se aproximava do rebanho, ele enfrentava. I Sm 17:34. Sua vida pelas ovelhas. A família não compreendia porque ele passava tantas horas no campo. Mesmo sem compreender, já haviam se acostumado. Apascentando as ovelhas ele se realizava.

Escolhendo um Rei na Casa de Davi

Designado por Deus para a missão de ungir o futuro Rei de Israel, o profeta se dirige a Belém de Judá. Ao ver a família de Jessé reunida, em seu coração, elege Eliabe, que em hebraico significa “Pai poderoso”. Sua aparência era tão imponente quanto o significado de seu nome, ele impressionou Samuel: “Certamente está perante o Senhor o seu ungido” I Sm 16:6.  O que Deus responde a Samuel se traduz na essência do Reino celestial: “Não olhes para a aparência, mas para o coração, a este tenho rejeitado” I Sm 16:7, 8. O coração é a realidade do ser. Nós somos o espelho que traduz essa realidade. Eliabe tinha uma moldura esplêndida, mas suas ações e gestos eram reprováveis. Ele não compreendia as coisas do alto Era um homem carnal

Por Trás da Malhada:

Imagino Jessé preparando os filhos para a chegada de Samuel: a melhor roupa, recomendações de comportamento e Davi... excluído. Teriam dito para ele: “Amanhã, receberemos um profeta de Deus em nossa casa, não temos com quem deixar as ovelhas. Você ainda é muito jovem, certamente um de seus irmãos será o escolhido”. E de madrugada ainda, Davi parte para o campo com mantimento para um dia de trabalho. A caminho conversa baixinho com Deus: “O Senhor é a minha força, sei que me vê”. Aleluia!

Por trás da malhada, Davi profetizava seu futuro: Cada ovelha, um irmão israelita, sob seus cuidados. Tosquiava, alimentava, resgatava. O rebanho era grande, mas chamava cada ovelha pelo nome. Com carinho as tratava. Conhecia o estado do rebanho. Um grande homem, de nobre coração, a quem sua família teimava em não conhecer.

O Chamado

Enquanto os irmãos de Davi desfilavam para Samuel, ele dançava para Deus. Os olhos de Deus estavam sobre ele: “Samuel, não escolhi a nenhum desses, mas ao mais moço, manda chamá-lo” I Sm 16:11. E quando Davi enxerga o mensageiro ofegante, seu coração se enche de alegria, o caminho de casa naquele dia se tornou mais curto, o amado do Senhor parecia flutuar em direção ao seu chamado: “Levanta-te Samuel, unge-o, porque é este mesmo” I Sm 16:12. E ali, perante toda sua casa, o jovem ruivo, de formoso semblante, desprezado pelos irmãos, se torna Rei de Israel!" Eu te tirei do curral, de detrás das malhadas, para que fosses chefe do meu povo Israel. E estive contigo por toda parte, por onde foste" I Cr 17:7,8.


Deus te escolheu como vencedor

Gosto do versículo de Jeremias: “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” 29: 11. Foi um dos primeiros que memorizei, costumava repeti-lo para fortalecer meu espírito. O mundo e o diabo tentam roubar de nós o maravilhoso dom da felicidade. Diariamente, põe diante de nós situações de derrota, para que nos acomodemos aos desígnios naturais. Mas, Deus, fala diferente. Mesmo que estejamos na pior das situações, Ele tem um plano e anseia colocá-lo em prática, como fez a Davi.

Desprezado pelos irmãos, excluído dos privilégios, o menor entre todos: Deus o via, e deu a última palavra: “Te escolhi, para ser Rei”. Nada pode impedir o sucesso do homem que tem um coração transbordante de bondade e gratidão a Deus. Os homens carnais não compreendem os sobrenaturais I Cor 2:14. O galã Eliabe, não levava Davi a sério, tratava-o como um incapaz. Davi cheio de fé se preparava para combater o gigante Golias, quando Eliabe diz: “O que estás fazendo aqui? Com quem deixaste as ovelhas? Bem conheço a tua presunção, e a maldade do teu coração, que desceste para ver a peleja”I Sm 17:28. Como pode,?! Ele viu Davi ser ungido por Samuel! Eliabe era desprovido de entendimento.

Se nossa família, ou quem quer que seja não consegue enxergar a nossa importância, não desanimemos. Deus reconhece. Ele é um Pai justo e perfeito, que jamais despreza seus filhos. Deus nos chamou para vencer. Tirando-nos de detrás das malhadas: Um lugar onde nossos corações são transformados para servir e adorar. Davi, ao sair das malhadas, ainda precisou aprender muitas lições até assumir o trono. As vitórias, conquistas, não acontecem do dia para noite. É preciso tempo e preparo. Mas Deus tem a conta dos dias. Ele transforma a vida dos que se dispõe a manter um relacionamento íntimo e sincero com Ele. Que assim seja para com você. Que as malhadas, sejam o começo de uma duradoura vida de vitórias.  

Por: Wilma Rejane
A Tenda Na Rocha

domingo, 14 de junho de 2009

Carta ao jovem vocacionado

"Talvez você seja um jovem vocacionado. Talvez você sinta o seu coração arder ao falar em missões, talvez você esteja numa Universidade e queira dedicar a sua vida e seus estudos para a causa do Reino. Você também pode ser um profissional e sinta que Deus o quer em outra direção, ou mesmo, talvez você seja um músico que queira dedicar seu talento para levar a igreja à adoração através de novos cânticos autorais. Se você ouve em seu coração o “segue-me” de Jesus, mas se encontra perdido, sem saber para onde ir, estas palavras são para você."
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