Mostrando postagens com marcador testemunho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador testemunho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Valor da Coragem





Wilma Rejane
A Tenda na Rocha

O Senhor, pondo-se do lado dele disse: Coragem! At 23:11

Enquanto procurava uma palavra de conforto para amenizar a saudade que sinto de minha filha, que partiu para outra cidade, em virtude do casamento, recebi de Deus esse Bálsamo:  “Coragem!”.  O versículo do livro de Atos, me fez parar e refletir sobre o valor da coragem e a fidelidade de Deus.  Paulo havia sido encarcerado e aguardava sentença do sinédrio, os fariseus conspiravam contra ele e no meio da noite o Senhor Jesus lhe aparece com essa palavra: “ Paulo, você não está sozinho estou contigo, coragem”! Creio que após ouvir isso, o apostolo recobrou as forças e fortaleceu a fé. Assim foi comigo. Tenho trazido a memória essa palavra a cada instante, quando a saudade e a ansiedade querem me fazer refém.


E como a palavra "coragem" se tornara agora, minha amiga mais constante, procurei conhecê-la melhor - amizade implica conhecimento. Busquei obedecer a Deus me tornando corajosa, diante da dor da saudade ( é coisa que dói, quem passou sabe). Descobri que "coragem" tem origem em uma língua pré-histórica e hipotética indo-europeia,  reconstruída por filósofos no século XIX e que era falada por guerreiros conquistadores. Coragem vem de cor e coração. O idioma latino, originado do indo-europeu, revela que a palavra cor indica: ânimo, disposição, qualidade espiritual de bravura e tenacidade. Coragem está diretamente ligada a "cor do coração" ânimo do ser, da alma, do entendimento. Ponha a coragem no centro da vida e viva com um coração constantemente animado.


Pv 24:10: Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena.


Quem tem coragem age com força interior, disposição do coração. Essa virtude, está em nós e se mostra em momentos adversos. Não existiriam guerreiros se não houvesse coragem, ela nos move além do medo, da angústia, da dor, da impotência. Não vejo a coragem como auto superação, mas atitude resultante de ação divina, pois somente em Deus encontra-se a fonte para vencer batalhas. Coragem, não diz respeito a força física, potência ligada a valores externos como: beleza, riqueza, sabedoria. A coragem está na alma, no coração, é a cor da vida.

                          
Não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão, e o Senhor é conosco, não os temais Nm 14: 9

O Senhor revestiu seus líderes de coragem e prudência para usá-la nos momentos oportunos.  Cada vez que os israelitas se preparavam para conquistar territórios e derrotar inimigos, Deus fortalecia seus líderes com o conselho: “Não temais”. Jesus, falou sobre a virtude da coragem : “ "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" Mt 10:28. Não temer é um ato de bravura, mas que necessita de fundamento Bíblico porque a coragem exalta o homem , mas também o abate se estiver aliada a maldade, a ganância e imprudência.

O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura Pv 14:29.

Assim, querido leitor, que se alguém está em Cristo, se alguém clama a Deus, Ele se põe ao lado para revesti-lo de coragem como fez a Paulo.  Não estamos sós ou esquecidos, mas  guardados em fortalezas e alto Refúgio. Invisíveis, porém reais. Deus não nos deixa sós, Ele é fiel e amigo que faz por nós além do que pensamos. Com Ele, há livramento, milagres e dias de riso, porque o choro pode durar uma noite, mas  a alegria vem pela manhã Sl 30:5.
Coragem porque Deus é conosco!

sábado, 21 de janeiro de 2012

"Meu pinto é grande"

Nota: uma adaptação "+ leve" desse testemunho foi originalmente publicada no site: sexxxchurch.com em 2008 (hj fora do ar) s/ autoria e c/ o título: "Meu pirulito é grande".

É o que costumava dizer para meus amigos. Talvez, para compensar minha falta de aptidão no assunto. Muito embora eu busque a santidade na minha vida, possuo um passado feio e tenebroso.
Sempre fui muito “adiantado” para a minha idade, tanto que no jardim de infância meu apelido era “doutor-peladão”, desde pequeno mostrando meu pinto pra todo mundo. Recordo um dia que um casal de pastores e sua família estavam jantando em minha casa e eu saí correndo com o pinto de fora até chegar ao banheiro. Queria agilizar o processo, ao tirar as calças já antes.

Mesmo com a correção e ensinamento dos meus pais (ambos evangélicos) eu ainda continuei nesse caminho. Um dia, quando eu tinha 10 ou 11 anos fui com uma amiga de 7 ou 8 anos para um lugar bem isolado e me esfreguei nela, praticando fricção. Lembro que no 1º local fechado que eu entrei chorei e me arrependi de ter feito aquilo, prometendo que nunca mais faria algo parecido com isso, até ler a Bíblia eu li.

Não que eu não fosse crente, porque fui batizado com o Espírito Santo aos 7 anos de idade. Contudo minha vida era cheia de pecados nessa área. Foi mais ou menos nessa época (com 11 anos) que me envolvi com a pornografia. Não a fundo — graças a Deus —, mesmo assim tentava assistir a Playboy TV com seus chiados e arranhões (porque minha TV a cabo não pegava esse canal). Também acessei o site do Playboy uma vez numa Lan House, e outras vezes acessavam alguns sites eróticos, via uma foto aqui e ali.

Com 14 e parte dos 15 anos que foi terrível! Eu me vesti com uma máscara imensa. Ao mesmo tempo em que morria de vontade de ficar com as minas da escola e via vídeos com entonação erótica no youtube. Já tinha meus discípulos e por não ter beijado na boca ou me masturbado os condenava (no fundo eu queria ser igual a eles). Sempre os enchendo de perguntas e cobranças. E com isso quase todos se desviaram. Porque eu era legalista ao extremo.

“O Senhor é bom e sua misericórdia dura para sempre.”¹
Com 15 eu descobri a graça — o favor imerecido de Deus — e Ele me deu uma nova chance de fazer tudo diferente. A Bíblia diz que: “você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenado a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas.”² Passei a julgar menos e a amar mais. Procurei o meu líder da igreja, confessei tudo pra ele e fui sarado.
Não que eu seja perfeito e não vá pecar mais. Fui liberto do vício, não de mim mesmo. Ainda que não seja uma foto erótica, pode ser um decote no orkut, ainda que não seja fricção pode ser um tesão. E Deus ainda insiste em trabalhar na minha vida...

Que privilégio é nunca ter me masturbado, beijado na boca ou visto um vídeo pornô de verdade. Mas se isso aconteceu foi pela graça de Deus, e a qualquer dia eu posso cair também. Escrevo isso porque se Deus operou em minha vida Ele pode operar na sua também. “Porque onde abundou o pecado superabundou a graça.”³ E o Pai quer que sejamos santos, assim como Ele é.


Notas:
¹_ Salmos 100.5/1Cr 16.34/Esdras 3.11/Salmos 106.1
²_ Romanos 2.1 (NVI)
³_ Romanos 5.20 (ARA)

sábado, 7 de janeiro de 2012

JIMMY CARTER OU A FORÇA DA DERROTA


Israel Belo de Azevedo

Numa entrevista, o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter conta um drama pessoal:
"A maior decepção de minha vida, quando estava afastado de Deus, aconteceu em 1966. Foi quando concorri ao governo da Georgia e fui derrotado por um segregacionista. Fiquei decepcionado. Eu não era um racista. Eu estava empenhado no progresso social e na igualdade de negros e brancos e Deus tinha me decepcionado por ter permitido que fosse derrotado, apesar de meus melhores esforços.
Minha irmã, que era uma famosa evangelista chamada [Ruth] Carter Stapleton, ouviu falar sobre minha desilusão com Deus. Ela veio a mim e sugeriu que as decepções na minha vida deviam ser usadas para fortalecer minha fé e para me levar a olhar para possibilidades diferentes. Eu devia olhar para aquilo como se Deus tivesse respondido às minhas orações dizendo "não". Ela citou um versículo do livro de Tiago, segundo o qual as provações nos dão paciência e a paciência nos leva a uma fé mais firme".
Depois disto, a carreira política deu uma guinada e ele chegou à presidência do seu país.
Novamente conheceu a provação, ao perder para Ronald Reagan. Sua fé ficou mais firme. A partir daí, tornou-se um dos mais respeitados políticos da história mundial recente.

Via Prazer da Palavra - http://www.prazerdapalavra.com.br

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Depois da Parada Gay a sujeira gay

Autor: Testemunha ocular

No domingo, dia 10 de junho de 2007, estive no estádio do Morumbi assistindo a uma partida de futebol. Uma das maiores críticas feitas aos estádios de futebol no Brasil é que seus banheiros são sujos — o que, de fato, é verdade. Mas o restante do estádio estava relativamente limpo e a partida transcorreu sem maiores incidentes. Havia um número significativo de famílias presentes, pais e crianças pequenas, contrariando também a idéia disseminada por boa parte da mídia de que jogos de futebol são autênticas “praças de guerra”. A violência e a desorganização existem, mas a repercussão que se promove em torno chega a ser, por vezes, desproporcional a realidade dos fatos.

Voltando para casa, os ônibus que seguiam pela rua Augusta, zona central de São Paulo, ficaram presos no trânsito, em decorrência ainda do deslocamento da Parada do Orgulho Gay. A maioria dos passageiros preferiu descer e prosseguir seu trajeto a pé. E foi o que fiz.
O que vi a partir daí tinha bem pouco de “orgulho”. A região entre a rua Augusta, a rua Caio Prado e a rua da Consolação estava tomada por algo entre o caos urbano e uma celebração de embriaguez. Poucos policiais e centenas de participantes da parada, a maioria deles em visível estado alterado por álcool ou alguma droga mais pesada, cambaleantes pelas ruas. Os carros presos no tráfego jogavam latas e garrafas nas calçadas.

A sujeira era visível, e o cheiro de urina superava em muito qualquer banheiro de estádio de futebol. Vi dezenas de pessoas urinando nos postes de iluminação, algumas em grupos, urinando juntas no meio-fio. Muitos pareciam nauseados e, sentados na calçada, vomitavam próximos a sarjeta, sendo consolados pelos colegas. Fogueiras acesas com restos e papéis sujos. Um espetáculo deprimente.

Ao chegar à rua Caio Prado, percebi que uma mulher sozinha caminhava a metros atrás de mim e vinha da direção dos ônibus. Trocamos um olhar rápido e vi que ela sentia o mesmo que eu: uma mistura de receio e desamparo em meio àquelas centenas de pessoas envolvidas numa espécie de transe, meio pagão, meio místico, estimulado pela música alta que vinha da Praça Roosevelt. Um estupro ou assalto naquele momento poderia tranqüilamente ser confundido pela multidão como parte da excitação da festa, e ignorado sem maiores arrependimentos.

Caminhamos então pelo meio da rua interditada, cercados pelos dois lados por duas fileiras de ônibus de excursão. Um casal de idosos, certamente morador da região (que é bastante residencial) fazia o possível para desviar de alguns jovens adultos e quase desnudos, cambaleantes, que se abraçavam e gritavam, sem se concluir ao certo se o sentimento que procuravam expressar era alegria ou dor reprimida.

Repito aqui o que já foi dito: alguém que fosse raptado naquele local, e carregado para dentro de um daqueles ônibus de excursão, poderia ser morto ou seviciado livremente: seu desespero não seria sequer percebido pela multidão em “estado alterado”.

Espantei-me ainda com uma grande quantidade de adolescentes, garotos e garotas muito jovens entre os participantes, gente de 12, 13 anos no máximo, andando em turmas, fumando e bebendo muito além da conta. E, pelo que pude perceber, a quantidade de “homossexuais reais” entre os milhões bradados pela imprensa é bem menor do que se poderia imaginar: vi muitos casais heterossexuais aproveitando essa espécie de carnaval fora de hora que virou a Parada do Orgulho Gay.

Recordei-me, ainda, de imagens de filmes antigos, do frenesi a que se entregavam, por exemplo, os militantes nazistas queimando livros ou erguendo símbolos de sua devoção obsessiva. Uma excitação cega, não entusiasmada. Os olhares vidrados. Não percebi exatamente onde estaria o “gosto pela diversidade” apregoado pelos militantes. Senti medo, antes de tudo. Não de violência, especificamente, mas daquela celebração em larga da escala do desprezo pelas conseqüências do que se faz e do que vive. Discernir o bem do mal, naquele momento, não parecia fazer sentido algum.

Mas o que mais me chamou a atenção e que será difícil de esquecer foi o cheiro quase insuportável de urina, a rua pública transformada num imenso banheiro, num lixão popular de ilusões e sentimentos perdidos.

Nota: A testemunha desses fatos sabe que os homossexuais se dizem vítimas de muitas injustiças, porém não subestima o poder dos opressores em pele de “vítimas”. Temendo que esse relato verdadeiro, mas desfavorável, a um evento gay atraia a retaliação de homossexuais em seu ambiente de trabalho, o autor desse texto prefere, para sua própria segurança e de sua família, permanecer anônimo. Os homossexuais alegam que são vítimas de todo tipo de preconceito e perseguição, mas tente mostrar ao mundo o que eles fazem… e eles lhe darão uma lição de preconceito e perseguição que você jamais vai esquecer!


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mulheres do Caminho: Portas Abertas convida para evento em São Paulo



UM CONVITE ESPECIAL...

Quero convidar você a celebrar o mês das mulheres de uma maneira diferente, com um grupo de pessoas que estarão juntas por um mesmo propósito, muito embora algumas ainda não se conheçam. Afirmo que é uma comemoração diferente porque deixaremos de pensar em nós e lembraremos de outras mulheres que vivem em outros países. Muitas delas não encontraremos pessoalmente nem tampouco sabemos seus nomes. Mas o fato de serem mulheres nos une ainda mais nesse mês. 


No dia 2 de março, às 14h30, você vai ouvir histórias sobre Mianmar, o 27º país daClassificação de países por perseguição, criada pela Portas Abertas. 



A dra. Ivana Abe, médica, esposa do membro do conselho da Portas Abertas, Marcos Abe, estará conosco na sede da Missão e irá compartilhar sobre o tempo que se voluntariou para ajudar as vítimas do ciclone Nargis que atingiu aquele país. Éespecialista em Medicina da Família e Comunidade e tem um filho de 1 ano e 10 meses. Ela não imaginava que poderia ir a Mianmar, mas o Senhor a levou para lá e usou seus talentos médicos para atender cerca de 100 pessoas por dia, entre mulheres e crianças. 



Celebre o mês da mulher de um jeito diferente! Venha entrar nesse mundo fantástico da imensa graça de Jesus.



Data: 2 de março 
Horário: às 14h30 
Local: sede da Missão Portas Abertas
Rua Barão do Rego Barros, 664 – Vila Congonhas – São Paulo 



Confirme sua presença através do email mulheresdocaminho@portasabertas.org.br

Elizabeth Banov
Coordenadora do ministério 
Mulheres do Caminho