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Júlia represente!

A Júlia Mendes. in Paixão, Mucio da - Espírito alheio: episodios e anecdotas de gente de theatro. São Paulo: C. Teixeira & C.ª, 1916. "Júlia Mendes foi uma rapariga talentosa que atravessou a scena portugueza com o brilho fugaz de um meteoro. Contam-se dela cousas espantosas, mas basta apenas uma referencia para se ver quanto era original a trefega rapariga. Uma vez, em Braga, á hora do espectáculo no Theatro S. Geraldo, Júlia Mendes entendeu que não devia representar. Interveio a policia e a actriz foi parar á presença da autoridade. De volta a Lisboa Júlia Mendes foi para logo assediada pelos repórters que desejam entrevistal-a. A um jornalista d' O Imparcial, disse ella: — O Galhardo perguntou-me aqui ha tempos se eu queria ir ao Brasil. Respondi-lhe logo: conforme “as condições”. — E quanto queres ganhar? — Um conto e oitocentos, passagens pagas e um beneficio. — Isso não ganha a Eéjane, disse o Galhardo, dou-te um conto de réis. — Não acceito, respon...

ao Bom Despacho

Júlio António de Amorim Lima

retrato da família de Júlio Amorim Lima. Photographia Alliança, Braga, 1916 in Aliança Pixit, rubrica semanal publicada no Correio do Minho, ano 75, n.º 7683 (28 Nov. 2009), p. 14.