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descanso

Maio de 1911 Há 100 anos, a República reconhecia o direito ao descanso semanal ao domingo (Decreto-Lei de 10 de Janeiro de 1911). Em Março do mesmo ano reuniram-se em Braga os delegados das comissões paroquiais e das asssociações de classe da cidade para darem o seu parecer sobre o descanso dominical. Depois de "ventilada" discussão, lá deram parecer favorável, mesmo com os votos contra da associação comercial e da associação de lojistas de barbeiro e cabeleireiro. O descanso semanal era, porém, entendido como encerramento obrigatório . Há 100 anos, havia quem não quisesse parar de trabalhar. O descanço semanal. Transgressão A policia comunicou hontem para juízo que Maria Amélia, da rua de Cima de Villa nº 7, transgredira a lei do descanço semanal .

horário

Echos do Minho, ano 5, n.º 754 (14 Ago. 1915), p. 2. A partir do verão de 1915, as barbearias e cabeleireiros de Braga tinham estabelecimento aberto desde as oito horas da manhã até às oito horas da noite, com descanso de duas horas para o almoço, que seria entre o meio-dia e as duas da tarde. Exceptuavam-se as quartas-feiras e sábados, em que fechavam apenas às dez horas da noite. Abertos aos domingos  de manhã, folgavam apenas ao domingo à tarde e à segunda de manhã. © All rights reserved by Catarina Miranda Basso