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A mostrar mensagens com a etiqueta Reimaginar Guimarães

grande plano geral

Chama-se plano geral - grande plano e é a última exposição do Reimaginar Guimarães . São cinco painéis com filmes feitos a partir de imagens fotográficas da colecção de fotografia da associação Muralha. São, mais uma vez , planos gerais e grandes planos de fotografias, oferecidos com um determinado tempo de visualização. Somos, mais uma vez, conduzidos (mas não obrigados), a ver e a rever (quantas vezes quisermos) o pormenor do grande plano e o plano do pormenor: duma narrativa construída a posteriori, da família que envelhece no estúdio do fotógrafo, das telas que enquadram as famílias e que deixam entrever os que dela queriam fazer parte, da folia (acompanhada de música) e das 4500 imagens que fazem parte da colecção. É, mais uma vez, uma exposição onde o imaginário tem lugar de primeira ordem. E mais não digo, porque não queria que acabassem nunca estas "exposições" de fotografias de arquivo que não são exposições de fotografias de arquivo. na Casa da ...

isci

© Francisco Martins Sarmento | SMS Em Setembro de 2011, lia-se na net que "a actividade de Sarmento como fotógrafo é pouco conhecida. Tendo iniciado os seus ensaios em 1868, viria a transformar a fotografia num importante instrumento do seu trabalho de arqueólogo quando, a partir de meados da década de 1870, se dedicou à exumação das ruínas de Briteiros. Será, aliás, através de dois álbuns fotográficos que Sarmento chamará a atenção dos especialistas do seu tempo para a importância das suas descobertas na Citânia de Briteiros". Hoje, através da exposição comissariada por Eduardo Brito , bem como do catálogo da exposição desenhado por Cláudio Rodrigues - que publica os cinco cadernos em que Martins Sarmento faz o relato do dia a dia dos seus estudos e ensaios fotográficos (1868-1876) - ficamos a conhecer melhor Francisco Martins Sarmento fotógrafo, pioneiro no emprego da fotografia como processo de registo das descobertas arqueológicas.   Aconselhamos vivame...

Arquivar Cidades

É já daqui a poucos dias que tem lugar em Guimarães uma conversa informal (e promissora) com James Elkins , no âmbito do projecto Reimaginar Guimarães , coordenado por Eduardo Brito. Iniciativa conjunta com o Instituto de História da Arte da FCSH da UNL, "Arquivar Cidades: Documento, Ciência, Autoria" será o lugar onde as palavras andarão "à volta das questões que os Arquivos Fotográficos levantam: como se arquiva uma cidade em imagens, o que é uma imagem de arquivo, quais as fronteiras entre imagem-documento e imagem artística, que conhecimento nos pode dar uma imagem, o que é uma imagem fotográfica". Entrada livre limitada aos lugares disponíveis na sala. A conversa será em inglês, sem tradução. no CAAA , quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012, às 18h00. Rua Padre Augusto Borges de Sá, 4810-523 Guimarães Portugal

(re)imaginar (a)meias

-->   todas as cidades são cidades invisíveis , até ao momento em que os indícios deixados pela história são apanhados pela trama fotográfica ou por um qualquer sujeito suspeito de gabardine que se passeie pelo Toural. os palácios de princesas e contos de fadas e os passos marcados no pavimento do jovem príncipe em aflição de amor, da cama pequenina à conversadeira da janela, caem por terra e fazem-nos imaginar uma outra cidade, com muralhas e torres sem ameias. a cidade da muralha é um primeiro momento de paragem e de revelação de um tempo de espera das imagens que possibilita, de facto (com c), imaginar Guimarães. a cidade da muralha é uma possibilidade de pensar a fotografia de carácter documental através de um discurso ficcional que não tem lugar nas improváveis exposições realizadas a partir de acervos fotográficos. a cidade da muralha é também, e principalmente , um lugar onde podemos tocar as imagens, amplia-las e perscrutar os seus segredos mais ín...