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A mostrar mensagens com a etiqueta Convento dos Remédios

no theatro circo [14]

A 14.ª crónica urbana devia ter sido publicada há uma semana atrás, para coincidir com o 99.º aniversário do Theatro Circo de Braga.  Fazia mais sentido há uma semana atrás.  Pré-anunciava-se o aniversário, publicitava-se a programação especial que foi pensada para o celebrar e ... contava-se um pouco da sua história.  Mas há uma semana era sábado santo e o Correio do Minho não trabalhou na sexta-feira santa. Era para ser na semana passada, mas não foi. Há uma semana veio a lume uma notícia que entristeceu a cidade. Uma semana depois já ninguém se lembra dela. Talvez, então, até faça sentido que apareça hoje esta crónica - para que não se esqueçam as questões importantes para a cidade. Para o ano o TC faz 100 anos e teremos, certamente, mais histórias do Theatro para contar. Do passado, e do presente. Aqui vai um pouco do que sabemos hoje. No Theatro Circo. Correio do Minho (26 abr. 2014), p. 30.

o fim do castelo

Basso, Catarina Miranda - O fim do castelo. Correio do Minho (25 jan. 2014). anteriores: obras públicas 3 obras públicas 2 obras públicas 1

obras públicas I

Corria o verão, a obra já tinha cinco anos e corria também o perigo de ficar no rol das obras de Santa Engrácia . MIRANDA, Catarina - Obras Públicas 1. Correio do Minho, n.º 9132 (14 dez. 2013), p. 15. Próximos episódios: 1919 e 1923, sábado, no  Correio do Minh o. [alternadamente, com a aliança amorosa] seguintes: obras públicas 2 obras públicas 3 obras públicas (final)

Piano, piano, si va lontano...

Convertidas, Novembro 2012. Por mais do que uma vez nos referimos aqui a uma antiga tendência da cidade de Braga em desprezar o passado e o que resta dele , assim como às obras de requalificação urbana que estão a ser realizadas na cidade . Hoje, a propósito de mais um pertinente artigo publicado por Eduardo Pires de Oliveira no Diário do Minho, deixamos os conselhos da redacção do Comércio do Minho, de há 101 anos. Recomendava-se prudência na empreitada do progresso para a cidade , para o qual se devia “caminhar cautelosamente, com a consciência segura de que cada passo a dar é o melhor, e não cegamente ou sob a obsessão de uma ideia incompletamente amadurecida”. O grandioso casarão (obra de Marques da Silva que devia servir as repartições públicas) via-se condenado pela impropriedade do local, o edifício para Theatro Circo, em construção na cerca dos Remédios era mal visto por alguns; o edifício da cadeia, incompleto, aborrecia a outros, que o não queriam ali: ...