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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Por vezes a chuva é criada por nós.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012



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Há noites que nunca deviam cair e dias que nunca deviam amanhecer!

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Tal como previa o caos ficou estabelecido. Não havia telefones, as estradas estavam em grande parte intransitáveis, não se conseguia confirmar ou desconfirmar reuniões, entrei no taxi, preparado para a cidade a pensar na aventura que seria enfiá-lo em buracos alagados e ver quando é que iríamos ficar parados no meio de estradas enormes, sem ter como voltar para trás.



Na agenda tinha 4 reuniões marcadas pela AIDA/AICEP, que variavam entre o centro da cidade e a Talatona, passando por Viana e pela zona da FILDA.

A primeira reunião - Vejam bem a minha sorte! - era com o coordenador geral da ELISAL (empresa responsável pela limpeza e saneamento de Luanda). Claro que quando lá cheguei, o Sr. coordenador estava em ronda para ver os estragos que a chuva de 2ª Feira haviam feito. Reunião adiada e depois de muitas tentativas por telemóvel, lá consegui coordenar (brincadeira), uma reunião no Hotel para o fim da tarde. Mais um Gin Tónico, menos um Gin Tónico, e fiquei a perceber que é o Ministério da Administração Interna que comanda qualquer compra que eles façam. (tempo, literalmente perdido)


As outras lá se passaram como tinham de passar, com maiores ou menores perspectivas, os contactos ficaram feitos e a porta passou a estar destrancada.

Comi um Hamburguer no bar do hotel para jantar, uma vez que havia almoçado com outro cliente e onde para um simples serviço de buffet, havia pago mais de 60€/pessoa. Haja cidade cara!

O dia rematou com uma chamada para o mais que tudo e mais uma noite de pequenas passagens pelo sono.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

http://portugalporreiro.blogspot.com/2011/05/137
-funcionarios-publicos-de-portalegre.html
Não me vou alargar muito sobre este assunto, até porque um colega meu no escritório fez de imediato o favor de me corrigir, dizendo que os funcionários das companhias de água, são funcionários locais e não públicos. 

Pois seja qual for a nomenclatura, o efeito e a escola é o mesmo e a verdade é que a maioria dos trabalhadores das repartições de serviços de utilidade pública, são incompetentes para as funções que cumprem, têm demasiados benefícios e trabalham, pouco, ou nada.

No outro dia, fui finalmente alterar o nome da água da casa onde moro, pois, (pasmem-se) enquanto o anterior assinante, não desse baixa, o nome do serviço não podia ser alterado... ou seja, mudámos-nos para aquela casa em Abril do ano passado, mas como o anterior inquilino, não só não deu baixa do serviço, como não pagou alguns dos meses em atraso, nós, novos inquilinos com contrato e tudo, não podíamos colocar o contador em nosso nome! De génio! Então a conversa à quase um ano atrás passou-se assim:

Nós- Como é que fazemos então?
F.P.- A única coisa que podem fazer é contactar o anterior inquilino e fazer com que ele dê baixa do serviço.
Nós-  Mas nós não conhecemos a pessoa e segundo o que o dono da casa nos disse, ele não lhe atende o telefone, pois já deve rendas de vários meses e agora vocês também dizem que ele deve águia de vários meses.
F.P.- Não podemos fazer nada, enquanto ele não pagar o que deve e der baixa, não podemos mudar o nome.
Nós- Então continua tudo na mesma?
E.P.- Pelo menos até a água ser cortada e retirarem o contador. Aí passará a ser assunto de tribunal.

Pois bem! Na passada 4ª Feira, sim, na passada 4ª feira (quase um ano depois), finalmente devem ter dado conta que ninguém pagava aquela água e foram lá retirar o contador. Facto que apenas dei conta, quando cheguei a casa depois do trabalho.

Escusado será dizer que 5ª Feira de manhã às 8h da manhã estava na porta das Águas, numa manhã gelada e cheia de gelo. Às 9h abriram as portas com muito pouca vontade e lá entrei eu para uma sala com dois computadores, onde um dizia: Contratos e informações, numa folha impressa a preto colada no monitor e o outro dizia: Pagamentos, da mesma forma que o outro.

Sentei-me no que dizia contratos, mas mais tarde vim a descobrir que tanto fazia, pois ambos os pc's faziam exactamente a mesma coisa. Explicações à parte, a senhora pediu-me o contrato de arrendamento, eu dei, pediu os documentos, eu dei e começou a preencher as fichas, acto que supostamente o avançado sistema que usam nos PC's deveria simplificar. Deveria! Mas o certo é que a rapariga, vestida com calças de ganga e enfiada num blazer azul de um corte pavoroso, com apenas um botão que parecia que ia saltar a qualquer momento de tão apertado que estava e com pneus a sair de tudo quanto era lado (a culpa não é dos pneus ou do peso da rapariga, nunca colocaria isso em causa, mas sim da roupa que lhe obrigaram a vestir que não era do tamanho dela), demorou perto de 20 minutos a escrever o nome em que o contrato iria ficar e a morada do mesmo.

Isto tudo, porque os ditos funcionários públicos/locais/camarários, cheios de regalias e que se queixam de tudo e mais alguma coisa, não estão qualificados para os lugares que ocupam. A rapariga olhava para o ecran como se olhasse para um palácio, semicerrando os olhos (Será que as regalias não lhe pagam uma ida ao oftalmologista? Acho que sim!) e carregava nas teclas daquele teclado como se fosse obrigada por formação, a utilizar apenas um dedo de cada vez, de cada uma das mãos. E mesmo assim enganava-se e tinha de carregar na tecla do delete, que deve ser a mais gasta de todas.

A meio ainda teve de telefonar para alguém, para perguntar qual era a tecla que salvava. Pasmem-se de novo era o: ENTER! 

O melhor foi quando me disseram que naquele dia ia uma outra empresa (que não eles) sub contratada, ver se estava tudo OK, ou seja, iriam fazer uma vistoria) e que no dia seguinte, me chamariam para assinar o contrato, que ela tinha acabado de redigir e do qual já tinha cópia. Apesar disso tudo, apenas no dia seguinte e depois da vistoria é que se podia assinar o contrato e pagar a caução de 46€.

Que seja! Incompetência e ineficiência são sinónimos de serviços públicos/locais, por isso até destoava se assim não fosse.

No dia seguinte telefonam-me para ir então assinar o contrato e fui. Esperei desta vez perto de uma hora para ser atendida (foi quando percebi que tanto fazia, fazer pagamentos num pc como no outro) e quando finalmente assinei o contrato, perguntei:

Eu - A que horas vão colocar o contador? Precisa de estar alguém em casa?
F.P.- Ah, mas isso só vai ser na Segunda-feira. - (Saltou-me a tampa)
Eu - Como assim na Segunda-feira?! Eu vim cá ontem, já fizeram a tal vistoria, eu já assinei e paguei por um contrato novo e um novo contador, como assim, apenas o vão montar na Segunda-feira?
F:P.- É que a empresa que fez a vistoria é responsável por colocar o novo contador e já passa das 15h, por isso agora só na Segunda-feira.
Eu - Quer dizer que a empresa sub-contratada, ontem foi ao meu apartamento para verificarem que realmente já lá não estava o contador que haviam retirado no dia anterior e agora que eu assinei um contrato que já podia ter assinado ontem, eles têm de lá voltar para voltar a colocar um novo contador?! Não podiam ter feito tudo ontem?! Têm de lá ir 3 vezes para resolver um problema que deveria, podia e devia ter ficado feito numa vez só?!

Não adiantou de nada como é óbvio, apenas tive água na Segunda-feira, pois a empresa sub-contratada, foi  ao meu apartamento uma 3ª vez, com gastos de deslocação de 3 vezes, para fazer aquilo que podia ter feito logo aquando da dita e ridícula vistoria.

Não admira que cobrem 46€ por contrato, afinal de contas há que pagar toda a ineficiência que engorda os serviços públicos/camarários/Locais.


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