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quinta-feira, 24 de setembro de 2009


Threesome_With_2_MenEstive recentemente a ler um livro de antropologia, que focava, essencialmente, o tema do casamento e as suas variantes, tradições e usos, tanto ao longo do tempo, como  nos diversos países.

É lógico, que na maioria do planeta, as tradições têm tido uma tendência para obedecer às restrições criadas pela Aldeia Global e o ritual do casamento está a tornar-se muito semelhante em quase todas as culturas.

No entanto, existe uma tribo na Nigéria, os Wadabee, que têm certos preceitos sociais, quanto à corte e escolha de noivas, para além de certos hábitos que acho muito interessantes   para todas as mulheres que têm alguma dificuldade em escolher um, entre vários pretendentes. Mas já me estou a adiantar de novo.

Reza então o antropólogo, que os rapazes dessa tribo, usam uns amuletos especiais,

não perde muito tempo na descrição dos mesmos e eu vou perder menos ainda…

que têm como objectivo, atrair a atenção das suas primas e amigas.

é enfatizado ao longo de toda a descrição o facto de haver primas e primos à mistura, pelo que subentendi, que a sociedade é tão fechada, que todos os jovens acabam, de uma forma ou de outra, por ser parentes!

Mas o melhor está para vir. Descreve o mesmo senhor, que é comum, existirem dois primos, ou amigos chegados, que pretendam atrair a atenção da mesma jovem, pelo que nesse caso e na falta de mais pretendentes, cabe à mulher escolher o que acha mais apropriado para seu futuro marido.

até aqui, nada de muito diferente da nossa sociedade ocidental!


No entanto, o pretendente preterido, segundo ditam as regras de boa convivência e educação daquela sociedade, deve ser convidado, por ambos os nubentes, a ser o padrinho do casamento.

seria tudo muito normal, se ficasse por aqui, mas não!

Para além de padrinho, ditam os costumes, que o casal deve utilizar de todos os recursos, para o manter como o melhor amigo, convidá-lo a frequentar a casa e até a sua cama. Tudo isto como forma diplomática de evitar que o primo/amigo preterido não deseje má sorte ao casal, atraindo dessa forma, má sorte a toda a tribo. Este arranjo temporário, deverá terminar, quando esse jovem se interessar por outra mulher e com ela casar.

Realmente, andamos nós na Europa a matar golfinhos como ritual de passagem, como se fossemos seres muito evoluídos, quando existem sociedades perdidas pela África interior, que nos ultrapassaram à velocidade da luz…

Apenas uma coisinha para pensarem durante o fim de semana.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

 
 
Mesmo aquelas que vão sendo criadas ao longo do tempo num grupo restrito de pessoas, a quem alguns chamam família.
São lindas porque nos ajudam a recordar o quão importante é o trabalho em grupo, o quão forte pode ser uma família unida, o quão pouco importante é tudo aquilo, que por ser negativo e externo ao nosso grupo, não nos pode afectar e principalmente porque nos obriga a encontrar ainda mais vezes e a reforçar os laços que nos unem.
 
Mas para além de lindas são divertidas e este fim-de-semana voltou a provar isso mesmo. Graúdos e miúdos divertiram-se como reis, num dos cenários mais lindos do Mundo, mas como uma imagem vale mais que mil palavras, vejam vocês mesmos, no novo slide show, que coloquei na barra lateral, espero que gostem!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Ok! Eu sei. Ainda não faltam 30 dias para o Natal, mas certas coisas devem ser feitas com antecedência. Sei que parece ridículo, mas mais ou menos por esta altura, eu começo a preparar a casa para o Natal.
Descansem os corações mais aflitos, preparar não é decorar, apenas a preparo para receber as decorações e os convivas. Todos aqueles que têm uma casa a seu cargo, sabem do que falo.
Faço uma limpeza mais profunda, encero o chão, tudo o que existe para encerar ou envernizar, também tem lugar nesta data, tapo buracos na parede, retoco a pintura, endireito aquele quadro cujo prego já caiu umas 30 vezes, preparo a lareira (no meu caso é fictícia, fico-me por ir buscar os aquecedores ao sótão e colocá-los em pontos estratégicos), troco e lavo os cortinados, coloco edredons nas camas, vejo que cobertores e roupa já não uso e posso dar, vejo com os meus primos (quando eram mais pequenos) e sobrinha, que brinquedos querem doar, entre outras inúmeras tarefas que guardo sempre para estes últimos dias antes da grande decoração natalícia.

Uma das outras tradições que tenho, é por esta altura, ir até à Serra de Sintra com os mais pequenos e apanhar pinhas, troncos, musgo e tudo aquilo que nos possa parecer que vai dar uma grande decoração de Natal. Chegados a casa e depois de um chocolate quente (Lembras-te Mara? Fizemos isso algumas vezes!), lavamos os objectos, secamos, pintamos e adicionamos tudo aquilo que nos vier à cabeça, para fazer a decoração mais gira do ano. É claro que a pistola de cola quente, sprays dourados ou de neve, fitas de cetim e de veludo, dão um enorme jeito por esta altura.

Na maioria são tarefas enfadonhas, mas que me recordam que tempos de dar, convívio e receber amigos, estão a chegar e então, coloco um CD de Louis Armstrong (a batida das BigBands e os sons da martirizada cidade de St. Louis, têm um poder energético em mim), respiro fundo e após uma boa chávena de café quente, com um pitada de canela, um pão acabado de fazer com manteiga (comprado na padaria, que não tenho tempo para mais), revitalizo e começo esta necessária empresa...

Aqui fica a sugestão.

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