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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Estou farta e começo a irritar-me a sério com este hábito (creio que judaico, ou cabalístico - na realidade nem quero saber), de atribuir interpretações telúricas a tudo quanto é número.

No outro dia ouvia alguém dizer, com grande surpresa (imagine-se), as conclusões que havia tirado das medidas da pirâmide de Quéops. Mas fê-lo com uma tal desenvoltura, que fiquei com a impressão de estar perante um Russel Crow ainda não "oscarizado".

O que pregava era algo semelhante a: "A altura da pirâmide é a raiz quadrada do número dado pela superfície de cada um dos lados, em côvados, não em metros, que também faz referência à pequena pirâmide, que seria de ouro e que estava no topo da pirâmide mãe, multiplicando novamente, por 10 elevado à quinta, dá o perímetro da circunferência equatorial." Por amor ao universo!

CHEGA! Qualquer número, multiplicado, elevado, "enraizado", subtraído, somado, dá obrigatoriamente, outro número. Qual é o fenómeno?!

Até eu consigo fazer isso, querem ver? Partindo da minha data de nascimento: 11 - 04 - 1976, obtemos a data da suposta descoberta (não achamento) do Brasil. Como? Simples : 11 + 4 = 15 que multiplicado por 10 ao quadrado, dá 1500.

Como sabemos que as descobertas foram feitas pelos sucessores dos templários e estes grandes cabalísticos, quase que aposto que foram eles que fizeram com que eu nascesse neste preciso dia... só para chatear a minha mãe que estava a dormir descansada e não queria sentir dores.

Que a força fique convosco.
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