quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A verdade é que um outro conselho, o Concelho com mais licenciados no país continua a eleger para presidente da Câmara Municipal, alguém acusado, pronunciado, julgado e condenado nos tribunais e que se ainda não está preso é porque se refugia num escudo de recursos atrás de recursos para evitar o cumprimento da pena já sentenciada.
domingo, 27 de setembro de 2009
Todos sabemos que o povo português tem uma grande capacidade para a tristeza, para o destino, para a melancolia, enfim, para o Fado.
E todos sabemos que no fado, a dor e o espírito de sacrifício é glorificada, e a forma heróica em como se suporta as punições e as contradições da vida, são caminhos seguros para a santificação. Os que amam quem lhes bate, são considerados santos, pessoas de grande valor.
Cheguei à conclusão, que é impossível fugirmos desse código inscrito no nosso DNA e apenas isso explica o facto de os portugueses terem voltado a votar em alguém tão execrável, incompetente, autista e detestável, como o ainda e novamente primeiro ministro.
Existe um enorme lugar no céu, para todos os santos que existem em Portugal.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ao tentar cumprir com a minha promessa de ter mais tempo para mim e para as coisas que me fazem sentir bem, hoje tentei durante a viagem de comboio, arranjar tempo para ler alguns blogs que sigo e que me seguem. No Blog do Escrevinhador, encontrei algo, não só que ia de encontro com uma conversa que tinha tido com uns amigos, como me fez rir à gargalhada:
«O cartaz do PCP contém a palavra "Mudança" (change, em inglês), e a frase "Sim, podemos ter uma vida melhor" (em inglês, "Yes, we can", etc.). Onde é que eu já ouvi isto? Não me lembro, mas parece-me que a fotografia do cartaz mostra um Jerónimo de Sousa bastante mais bronzeado do que é costume. A campanha dos comunistas portugueses usa os mesmos lemas que a campanha do chefe do imperialismo americano, facto que mais uma vez me obriga a constatar que não percebo nada de política.»
Simplesmente, perspicaz.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Não sei se por acaso alguma vez aqui comentei, que não gosto nem só um pouco de Francês, mas existe nesta língua, uma palavra, que me diverte e que uso com alguma frequência, porque ela significa muito mais do que a sua tradução literal e na realidade pode descrever tudo aquilo que por vezes admiramos em determinadas pessoas, mas que não sabemos o que é exactamente.
Na realidade, foi uma palavra muito usada durante o reinado do Rei Sol, em França e tem também um pouco a ver com aquela época, em que as mulheres para se fazerem notar, ou poderem viver como pensavam e queriam, tinham que ter em abundância. Estamos a falar de um altura, em que as mulheres em todo o lado do Mundo eram consideradas apenas objectos e pouco mais, mas que em França, davam cartas na literatura, na poesia e na filosofia. Muitas das regras de etiqueta e muito do que a língua francesa é hoje, e que todos conhecemos, em muito lhes deve.
Mas voltando à palavra em si: “Ésprit”, significa muito mais que espírito. Significa, isoladamente, ou em conjunto, “Mente”, “Destreza”; “Jogo de Cintura”; “Espinha Dorsal”, “Inteligência”; “Esperteza”; “Ser”, ou como alguém descrevera na altura: «Um poder que todos os outros reconhecem.»
Aristocrata que não tivesse “Ésprit”, depressa era devorado pela máquina cabalista, intriguista e maquiavélica, que era a Corte da altura de Luís XVI. O “Ésprit”, tornou-se um apetrecho social imperativo.
Alguém sabe onde é que se pode comprar, para poder oferecer aos nossos acefálicos políticos?