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terça-feira, 2 de agosto de 2011


Há 19 anos atrás recebia um telefonema do meu avô (que Deus o tenha) a dizer-me que a minha tia já estava no Hospital para ter um rebento cabeludo e pequenino, de nome Mara, que viria a ser a minha primoca/filhota linda.

Tinha ela poucos meses de idade, e já eu tomava conta dela e andava com ela, toda feliz e contente, sonhando que ela era minha, só minha e de mais ninguém. Eram fim-de-semana inteiros com a prima, férias em Espanha, férias no Algarve, férias, sempre férias, porque na altura ainda estudava e andava com ela para todo o lado. (Coitada da minha Tia!)

Até para a Universidade ela vinha comigo! O importante é que ela era minha, era linda e toda a gente me invejava.

Isto foi há 19 anos atrás. Estive com ela na primeira saída à noite, estive com ela no primeiro flute de champanhe, recebi o telefonema dela, no primeiro namorado e conheci todos os que se seguiram. Eu era mais do que uma prima, era uma segunda mamã e eu adorava.

Hoje, está ela a caminho do segundo ano da Universidade, grande, maior e vacinada, continua linda como sempre foi e já tem 19 anos.

Parabéns linda, que vivas muitos e muitos anos e que eu esteja cá para te acompanhar nas noitadas, nos copos e também no momentos maus.

sábado, 25 de julho de 2009

Nós humanos somos uns bichos complicados, demasiado complicados, talvez! Levamos a vida a andar e a correr de um lado para o outro, sempre stressados e a arranjar problemas para resolver Mesmo quando eles não existem, ficamos sempre à espera que eles surjam, e nessa espera, nesse entretanto, perdemos muita coisa boa que podemos fazer, muita coisa que nos deixaria mais em paz connosco mesmo, mais calmos, melhores pessoas, não só com os que nos rodeiam, mas com os outros também, os outros que nos dizem pouco, ou mesmo nada.

Apercebo-me sempre disso, cada vez que tenho tempo para férias, sempre que guardo alguns momentos para estar com a minha irmã, a minha sobrinha, os meus tios, os meus primos, os meus amigos. Fico mais Eu. Não grito, não me irrito, volto a sorrir, não tenho maus pensamentos, não quero o mal de ninguém. Apenas quero viver em paz, ver as pessoas livres e felizes, soltas e leves, comunicativas, abertas, prontas para amar e se deixarem amar.

Queria muito que o meu dia-a-dia fosse sempre assim!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

 
 
Mesmo aquelas que vão sendo criadas ao longo do tempo num grupo restrito de pessoas, a quem alguns chamam família.
São lindas porque nos ajudam a recordar o quão importante é o trabalho em grupo, o quão forte pode ser uma família unida, o quão pouco importante é tudo aquilo, que por ser negativo e externo ao nosso grupo, não nos pode afectar e principalmente porque nos obriga a encontrar ainda mais vezes e a reforçar os laços que nos unem.
 
Mas para além de lindas são divertidas e este fim-de-semana voltou a provar isso mesmo. Graúdos e miúdos divertiram-se como reis, num dos cenários mais lindos do Mundo, mas como uma imagem vale mais que mil palavras, vejam vocês mesmos, no novo slide show, que coloquei na barra lateral, espero que gostem!
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