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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cada vez que eu oiço esta música, eu fico com uma vontade... Tenho sempre a sensação de que esta letra | poema, poderia ter sido escrito por mim.


O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada 
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes 
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que me deixa maluca, quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita 
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfrutar do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa 
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz

terça-feira, 27 de março de 2012

Está a chover!

Está a cair aquela chuva tropical deliciosa, que limpa o ar, lava as casas e as estradas, que cai forte e direita, mas que não arrefece o ar.

A chuva cai forte na janela, fustiga o alcatrão e eu apenas consigo pensar em como a cama é grande demais apenas para mim.

Sinto a tua falta, quero o teu corpo, quero sentir o gosto da tua boca, quero mergulhar em ti, tornar-me una.

Espero que o tempo passe depressa, porque preciso de ti!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

quarto-cor-verdeEla olhou para a sua casa, agora que a via quase pronta. Finalmente podia ver a sua visão, o seu sonho quase concretizado. Não havia palavras para descrever o que ela sentia.

O sol já estava fraco e ao longo de toda a casa, uma camada de mistério, uma patine de magia, ia-se acumulando nos recantos, nos corredores, nas salas, nos quartos. Ela gostava mais da casa assim, com menos luz, mas com muito mais encanto. Aproximou-se da janela do quarto principal para poder ver o sol dar lugar à lua. Afastou os cortinados verde secos e apreciou o toque suave do chenile na sua mão, nos seus dedos.

Por alguns segundos questionou-se como é que havia pessoas capazes de gostarem de ver janelas despidas. Para ela, uma casa só se tornava num lar quando se vestia e apenas assim, uma casa podia tornar-se acolhedora. A única coisa que, quando nua, se torna convidativa, é a pele de um corpo masculino, sobretudo se estiver estendido num dos seus macios sofás, ou lençóis e agora que a casa estava quase como ela idealizara, teria que tratar disso também.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

É quase sempre insuportável, quando aquele dia do mês surge. Não só pelo mal estar, dores e acessórios pouco estéticos, mas sobretudo, porque foi mais um ciclo que se desperdiçou, mais uma oportunidade que se esgotou e o meu sonho de ser mãe...cada vez mais longe.
(Oh, quantas promessas por cumprir?! Quanto tempo perdido!) Ainda por cima chove. Não faz mal, algo que verte as lágrimas que já não contenho. Não me telefonem. Não me falem. Quero silêncio, quero o conforto dos meus lençóis, o seu toque suave na minha pele. Na ausência de outro tipo de toque, este terá que servir. Lá fora continuava a chover.
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