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sexta-feira, 10 de julho de 2015

«Tanto se crê na vida, no que a vida tem de mais precário, a vida 'real', entenda-se, que afinal essa vida acaba por se perder.»

O início do Manifesto do Surrealismo, de André Breton (1924).
(Manifestos do Surrealismo, trad. Pedro Tamen, 4.ª ed., Lisboa, Edições Salamandra, 1993)

Dele destaco um parágrafo de ler & calar:

«Querida imaginação, o que eu amo em ti acima de tudo é que não perdoas.»

terça-feira, 11 de junho de 2013

cabaz da Feira, em tempo de crise

Decidi este ano que não compraria livros acima de três euros. Se há crise, então Feira do Livro tem de ser sinónimo de pechinchas. Sem referir os dos crianços:

Anna Seghers, O Passeio das Raparigas Mortas (Vega)
António Botto, Os Olhos do Amor e Outros Contos (Minerva)
Arquimedes da Silva Santos, Cantos Cativos (Livros Horizonte)
Gabrielle Giuca, Barco Negro (Egeac / Museu do Fado)
Joaquim Lagoeiro, Viúvas de Vivos (Minerva)
Joel Serrão, Fernando Pessoa, Cidadão do Imaginário (Livros Horizonte)
Pedro Tamen, Os Quarenta e Dois Sonetos (Livros Horizonte)
Reinaldo Ferreira (Repórter X), Memórias de um Chauffeur de Taxi (Livros do Brasil)
Reinaldo Ferreira (filho), Poemas (Vega)
Sidónio Muralha, 26 Sonetos (Livros Horizonte)